Um poderoso conceito é aqui revelado, especialmente no verso 11:35.
Em certo sentido, ser discípulo e formador de discípulos pode ser resumido a uma coisa só: ''uma melhor ressurreição''. Seguimos a Cristo porque temos a promessa, a esperança de redenção, de umaa nova vida num mundo novo, sem pecado, sofrimento e morte. Ao mesmo tempo, uma vez que recebemos essa esperança e essa promessa - garantidas pela vida, morte, ressurreiçaõ e sumo sacerdócio de Cristo - procuramos levá-las a outros. No fim, antes da conclusão do grande conflito, a menos que estejamos vivos na segunda vinda de Cristo, passaremos pela primeira ressurreição com os justos ou sofreremos a segunda ressurreição com os ímpios. Sabemos qual é a melhor. Além da esperança de participar daquela ressurreição, devemos fazer o que pudermos para levar outros a participar dela também. Existe coisa mais importante do que isso em nossa vida?
A seara amadureceu. Milhões aguardam o chamado para o discipulado. Temos sido abençoados não apenas com o evangelho, mas com o evangelho no contexto da ''verdade presente'' - as mensagens dos 3 anjos de Apocalipse 14, a última mensagem de advertência de Deus para o mundo.
O que faremos com essas verdades que amamos tanto? Perguntamos: Onde estão os ceifeiros? Onde estão as pessoas dispostas a caminhar ao lado de Cristo e partilhar os riscos? Você aceitará o convite de Deus, não apenas para ser discípulo, mas para fazer discípulos, independentemente do custo que isso represente?
