MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

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quinta-feira, 27 de março de 2014

77) ''Uma melhor ressurreição'' - discipulado

Hebreus 11:32-33; 12:4-5



Um poderoso conceito é aqui revelado, especialmente no verso 11:35.
Em certo sentido, ser discípulo e formador de discípulos pode ser resumido a uma coisa só: ''uma melhor ressurreição''. Seguimos a Cristo porque temos a promessa, a esperança de redenção, de umaa nova vida num mundo novo, sem pecado, sofrimento e morte. Ao mesmo tempo, uma vez que recebemos essa esperança e essa promessa - garantidas pela vida, morte, ressurreiçaõ e sumo sacerdócio de Cristo - procuramos levá-las a outros. No fim, antes da conclusão do grande conflito, a menos que estejamos vivos na segunda vinda de Cristo, passaremos pela primeira ressurreição com os justos ou sofreremos a segunda ressurreição com os ímpios. Sabemos qual é a melhor. Além da esperança de participar daquela ressurreição, devemos fazer o que pudermos para levar outros a participar dela também. Existe coisa mais importante do que isso em nossa vida?
A seara amadureceu. Milhões aguardam o chamado para o discipulado. Temos sido abençoados não apenas com o evangelho, mas com o evangelho no contexto da ''verdade presente'' - as mensagens dos 3 anjos de Apocalipse 14, a última mensagem de advertência de Deus para o mundo.
O que faremos com essas verdades que amamos tanto? Perguntamos: Onde estão os ceifeiros? Onde estão as pessoas dispostas a caminhar ao lado de Cristo e partilhar os riscos? Você aceitará o convite de Deus, não apenas para ser discípulo, mas para fazer discípulos, independentemente do custo que isso represente?

quarta-feira, 26 de março de 2014

76) Comparando os custos - Discipulado

 Mateus 18:8-9 ; Lucas 6:35; Filipenses 2:3



As empresas exploram a viabilidade dos projetos propostos mediante a análise do custo-benefício: As propostas específicas contêm os ingredientes necessários para proporcionar retornos bem-sucedidos aos investimentos? Os benefícios superam as despesas? Outra medida utilizada com frequência é a durabilidade: A proposta oferece retornos sustentáveis?
As recompensas do discipulado podem também ser medidas por meio da comparação com os custos. Esses custos podem incluir sofrimento emocional, rejeição social, tortura física, privação financeira, prisão e até mesmo a morte. Todo aquele que aceita o discipulado deve primeiro considerar cuidadosamente os investimentos envolvidos.
Não há dúvida de que o custo de seguir a Jesus pode ser alto, talvez a coisa mais cara que qualquer pessoa possa fazer. Caso nossa lealdade a Cristo não tenha custado muito, ou talvez tudo o que temos, deveríamos questionar a genuinidade de nossa fé e comprometimento com Deus.
Mas uma coisa é certa: o que quer que ganharmos neste mundo, tudo o que realizarmos, tudo o que fizermos para nós mesmos, será apenas temporário. Essas coisas não durarão, mas desaparecerão para sempre.
Em contraste com isso, aquilo que ganharmos por meio de Jesus, a vida eterna em um novo Céu e em uma nova Terra, vale muito mais do que tudo o que este mundo jamais poderia oferecer.

terça-feira, 25 de março de 2014

75) Resposta disciplinada - Discipulado

Lc 14:31-33; 1Co 9:24-27; Hb 12:1-4; 2Pe 1:5-11
 



O custo do discipulado envolve disciplina. Cada impulso, imaginação, ambição e desejo devem ser submetidos a Cristo. Cada posse, material ou espiritual, cada talento, habilidade, tudo o que seja de valor deve estar sob o comando de Cristo. O que não entregarmos a Ele inevitavelmente se tornará um ídolo, com potencial para nos desviar do caminho.
Cristo de fato nos oferece poder para vencer nossos defeitos de caráter. Cada apetite, emoção e inclinação intelectual podem estar sob a orientação de Seu Espírito.
Nenhum atleta treina para correr de modo mais lento, saltar mais baixo ou fazer lançamento mais curto. Igualmente, nenhum cristão deve olhar para trás, especialmente quando o que está em jogo, na ''corrida'', é algo eterno, ao contrário de qualquer prêmio que um corredor terreno possa ganhar como resultado de todo o seu esforço diligente e treinamento.
Os corredores punham de lado toda a condescendência que tendesse a diminuir-lhes as faculdades físicas, e mediante severa e contínua disciplina, treinavam os músculos para se tornarem fortes e resistentes, para que ao chegar o dia da competição pudessem exigir de suas forças o máximo de rendimento. Quão mais importante é que o cristão, cujos eternos interesses estão em jogo, coloquem os apetites e as paixões em sujeição à razão e à vontade de Deus! Jamais deve ele permitir seja sua atenção desviada por entretenimentos, luxos ou comodidades. Todos os seus hábitos e paixões devem ser postos sob a mais estrita disciplina. A razão, iluminada pelos ensinos da Palavra de Deus e guiada por Seu Espírito, tem de tomar as rédeas do controle.

segunda-feira, 24 de março de 2014

74) Levando nossa cruz - Discipulado

Lc 14:27; 21:12-19; Mt 16:21-25; Jo 15:17-20; 16:1-2

 




Discipulado significa aceitar Cristo como Salvador e Senhor. Seguir Jesus significa que você está pronto a passar pelo mesmo sofrimento que Cristo suportou. Assim, devemos ser honestos na maneira de apresentar nossa mensagem. Certamente as gloriosas verdades relacionadas com a justificação pela fé, o perdão de Cristo,Seu retorno iminente, as incomparáveis maravilhas do Céu e a graça imerecida de Deus devem ser ensinadas. Mas se os cristãos desejam proclamar a mensagem completa de Deus, não podem ignorar a cruz que devem carregar.
Infelizmente, alguns cristãos pensam erroneamente que pregar qualquer mensagem pela qual os seres humanos são chamados à ação é algo legalista. ''A graça divina faz tudo'', eles orgulhosamenteexclamam, ''e o ser humano não deve fazer nada exceto recebê-la.'' Jesus, porém, discorda deles.
Antes do batismo, os candidatos devem entender que Cristo lhes atribuiu uma cruz, sem a qual eles não podem de modo nenhum se tornar Seus discípulos. Será que isso diminui a alegria da conversão? Essa alegria poderia ser aumentada por meio de falsas promessas sobre uma vida livre de preocupações? A conversão liberta os cristãos dos fardos do pecado, não das responsabilidades do discípulo. Ao tomar o nome de Cristo e revelar publicamente essa escolha por meio do batismo, cada crente deve estar ciente de que o discipulado tem um custo. Por outro lado, este mundo oferece alguma coisa que faz com que a oferta de Cristo não valha a pena? Certamente não.

domingo, 23 de março de 2014

73) Calculando o custo: a mais alta prioridade - Discipulado

Lc 12:19-53; 14:25-26; Mt 10:37 




Os modernos apresentadores  da televisão teriam feito um escândalo a partir dessas palavras: ''Hoje, o famoso líder religioso Jesus de Nazaré defendeu o ódio familiar durante Sua palestra da tarde. Os analistas estão comparando esses pronunciamentos com as declarações feitas anteriormente, que promoviam relacionamentos afetuosos com vizinhos e inimigos. Os comentaristas querem saber se isso indica mudanças políticas recentes. outras citações não confirmadas sugerem vender tudo e transferir os recursos para o movimento de Jesus. Fique atento para mais informações a qualquer momento.''
Um estudo mais profundo da Bíblia e do modo pelo qual a palavra ''ódio'' é usada, ajuda a esclarecer o que Jesus quis dizer. Deuteronômio 21:15 contém a legislação sobre homens com várias esposas. A Bíblia na versão king James, seguindo o sentido natural, traduz assim: ''uma amada e outra odiada'', com respeito às esposas. A mensagem de Moisés foi que, se o marido preferisse uma mulher acima de outra, ele não podia tirar o direito de primogenitura do filho da menos favorecida. 
A Nova Versão Revisada Padrão e a Bíblia na Linguagem Moderna mudaram a terminologia, traduzindo querida como amada, e odiada como desprezada. O Tanahk e a Nova Bíblia Americana padrão, protestante, optaram pelas expressões amada e não amada. Evidentemente a intenção do texto era falar de ''afeição relativa''. O ódio, nesse contexto, pode indicar ''amar menos''. Mateus 10:37, a passagem paralela, certamente da credibilidade a essa sugestão.
A lição de Jesus é símples, mas cheia de implicações profundas. Sempre que a família recebe precedência e Cristo Se torna secundário, Jesus abre mão do Seu senhorio. Servir a vários senhores é impossível. Cristo certamente apoiava as fortes ligações familiares. tais conexões, no entanto, recebem força de um fundamento inabalável. O fundamento é amar a Deus sem reservas e acima de tudo. Deus desaprova todas as barreiras, interrupções e distrações. O discipulado cobra o preço mais alto: lealdade total a Cristo.

sábado, 22 de março de 2014

72) O custo do discipulado - Discipulado

E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação.  2 Coríntios 1:7



Ao longo da História, milhões de cristãos anônimos sacrificaram a vida por Cristo. Eles foram presos, torturados e mesmo executados. Milhões preferiram abrir mão de seus empregos, sofrer ridículo, suportar o abandono da família e perseverar sob perseguição religiosa, a abandonar Cristo. Só Deus sabe a plena extensão do sofrimento que Seus fiéis têm sofrido.
Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. 1 Pedro 2:21
E também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições. 2 Timóteo 3:12
Apesar das promessas dos assimchamados pregadores da ''prosperidade'', automóveis luxuosos e ganhos financeiros não são oferecidos automaticamente aos cristãos apenas para satisfazer seus desejos e ambições pessoais. Embora Deus derrame muitas bençãos no caminho dos fiéis, às vezes, o discipulado envolve perdas. 
No fim, podemos ter certeza de que, seja qual for o custo do discipulado, considerando a recompensa eterna, esse custo é muito baixo.
¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7

¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7v

¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7

¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7

¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7

¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7

¶ E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.

2 Coríntios 1:7vvz

quinta-feira, 20 de março de 2014

71) Perdidos e achados - Discipulado

Lucas 15




Mediante o ensino  e exemplo pessoal, Jesus ensinou Seus discípulos a se associarem com pecadores, mesmo aqueles notórios como prostitutas e cobradores de impostos. De que outra forma eles fariam discípulos de todas as nações? Seus ensinamentos muitas vezes focalizavam esses pecadores. O fato de que Cristo os tenha caracterizado como ''perdidos'' demonstra Sua misericórdia. Ele poderia tê-los caraterizado como ''rebeldes'' ou ''depravados''. Em lugar disso, Ele escolheu a expressão ''perdidos''.
O termo ''perdidos'' não carrega as mesmas conotações negativas contidas nas palavras ''rebeldes'' e ''depravados''. Em vez de punir pessoas caídas, devemos seguir o exemplo de Cristo. A expressão ''perdidos'' é uma descrição generosa, porque a responsabilidade é colocada sobre os que procuram pecadores. Comentários depreciativos afastam as pessoas. Linguagem imparcial transmite aceitação e possibilidade de relacionamento. Portanto, devemos ter cuidado não apenas com a linguagem que falamos, mas também com o que pensamos, porque nossos pensamentosafetarão muito nossas atitudes para com os outros.
Mediante os evangelhos, Jesus encoraja os cristãos a se tornarem descobridores. Ele quer que amemos e alcancemos os perdidos, independentemente do tipo de pessoa que sejam ou de sua maneira de viver.

quarta-feira, 19 de março de 2014

70) Trabalhadores para a colheita - Discipulado

Mateus 9:36-38 




A colheita espiritual era muito grande, mas os ceifeiros eram escassos. O solo do coração havia sido preparado, a semente espiritual plantada; a germinação, a farta umidade e a abundante luz solar estimularam inacreditávelmente crescimento. Pessoas amadurecidas aguardavam a colheita, mas onde estavam os ceifeiros? Utilizando imagens símples e compreensíveis, Jesus procurou inspirar zelo contagiante.
Às vezes, os cristãos desejam companheirismo com outros crentes e formam grupos, ignorando cegamente as pessoas sinceras do mundo que estão prontas para a colheita. Talvez sem perceber sua responsabilidade para com as pessoas que perecem, eles se ocupam com compromissos da igreja, responsabilidades cívicas,manutenção de prédios e outros projetos vantajosos, dedicados a preservar o status quo. Sem dúvida, essas são coisas boas. Por vezes, membros bem-intencionados questionam o valor do evangelismo, ou expressam esse sentimento: ''Pastor, esse negócio de evangelismo está certo, mas não precisamos de programas para as pessoas que já estão na igreja?''
Essa é uma questão bastante justa, porém é preciso também perguntar: ''Alguma vez Jesus lamentou escasez de guardadores de grãos?'' Em vez disso, Sua súplica foi por ''mais ceifeiros''.

terça-feira, 18 de março de 2014

69) Exercendo autoridade - Discipulado

Marcos 6:7-13; Mateus 16:14-19; 18:17-20; 28:18-20; João 20:21-23
 



Pedro expressara a verdade que é o fundamento da fé da igreja, e Jesus o honrou então como o representante do inteiro corpo de crentes. Disse: "Eu te darei as chaves do reino dos Céus; e tudo o que ligares na Terra será ligado nos Céus, e tudo o que desligares na Terra será desligado nos Céus." Mat. 16:19.
"As chaves do reino dos Céus" são as palavras de Cristo. Todas as palavras da Santa Escritura são dEle e acham-se aqui incluídas. Estas palavras têm poder para abrir e fechar os Céus. Declaram as condições sob que os homens são recebidos ou rejeitados. Assim, a obra dos que pregam a Palavra de Deus é um cheiro de vida para vida ou de morte para morte. Sua missão acha-se repleta de resultados eternos.
Cristo comissiona Seus discípulos assim como o Pai O comissionou. Por meio do Espírito, o Pai investiu Cristo com poder divino. Por meio do Espírito, Jesus também investe Seus discípulos com poder divino proporcionl às suas atribuições terrenas. Nenhum seguidor de Jesus devia temer que Ele os tivesse enganado. Cada habilidade, talento, capacidade e força necessária foram supridos.
Às vezes, a liderança humana falha em reconhecer os princípios envolvidos. Sempre que os líderes atribuem tarefas sem conceder poder correspondente, o fracasso pode ser previsto. Frequentemente, a insegurança dos líderes se manifesta por meio de comportamentos controladores que reprimem os pensamentos, a criatividade ordenada por Deus e a individualidade dos outros. Assim restringido, o discípulo não consege ser eficiente.Tal comportamento seria comparável a um maestro que tenta tocar todos os instrumentos simultaneamente, em vez de reger a sinfonia.
O exemplo de Jesus diz muito aqui. Se alguém já possuiu o direito de reter a autoridade e ditar comportamentos, esse certamente foi Cristo. Mas Ele faz o contrário: investiu outros com autoridade, encarregou-os de uma missão longe de Sua presença, onde Sua única influência seria Suas instruções e exemplo, e os enviou para ministrar e testemunhar.

domingo, 16 de março de 2014

68) O pão dos mendigos - Discipulado

João 1:40-46; 4:28-30; 15:26-27; 19:35-36
 



Aproximando-se o tempo de Sua partida, a preocupação de Cristo concentrou-se em Seus discípulos, aos quais serviu abnegadamente e amou profundamente. Eles não seriam abandonados. Embora Jesus tivesse que voltar para o Céu, o Espírito Santo foi comissionado a suprir a intimidade espiritual que os discípulos haviam desfrutado em Sua presença. A instrução de Cristo sobre a obra do Espírito era tão valiosa que João dedicou vários capítulos à sua preservação. Um elemento característico seria o testemunho do Espírito Santo a respeito de Cristo, embora o Espírito não tivesse que testemunhar sozinho. Acompanhados pelo Espírito, os discípulos também testemunhariam sobre o ministério de Jesus. Deus poderia ter designado anjos para disseminar, sem nosso auxílio, o evangelho. Em vez disso, Ele preferiu contar com seres humanos pecaminosos, errantes e imprevisíveis para esse sagrado chamado.
Evangelismo tem sido informalmente definido como ''mendigos dizendo a outros mendigos onde encontrar pão''. André certamente se destacou nesse aspecto. Os escritos de seu irmão Pedro posteriormente foram incluídos na Bíblia. O ministério de Pedro foi narrado em Atos e Cristo incluiu esse apóstolo entre Seus 3 colaboradores mais próximos. Essas honras nunca foram concedidas a André. No entanto, ele recebeu reconhecimento especial por seguir a símples instrução de Cristo ao levar pessoas ao Salvador.
Quantos dos vasos escolhidos por Deus - pessoas eficientes no evangelismo, na administração e na liderança - foram apresentados a Cristo por discípulos fiéis cujas identidades, humanamente falando, foram há muito tempo esquecidas? Embora essas pessoas não tenham recebido distinção, a obra de Deus poderia ter sido enfraquecida se elas não tivessem testemunhado fielmente de Jesus. Cristo preparou Seus discípulos para tarefas maiores dando-lhes, primeiramente, atribuições símples, que estavam ao seu alcance. A mulher samaritana, Filipe e André demonstraram o poder do testemunho símples e dos convites sinceros. Todos somos chamados a fazer o mesmo.

sábado, 15 de março de 2014

67) A ceifa e os ceifeiros - Discipulado

Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos.   João 15:8 




Em muitos aspectos o estudo desta semana é a continuação da lição anterior. Cristo estabeleceu líderes espirituais com a finalidade específica de proclamar o reino de Deus. Os princípios e a metodologia  que Jesus empregou devem permanecer como base espiritual para a preparação dos cristãos modernos.
Em outras palavras, as modernas teorias de liderança nunca devem substituir o fundamento que Cristo estabeleceu. Sempre que a publicidade e a propaganda tiverem procedência sobre o crescimento espiritual, os resultados serão superficialidade e esterelidadee espirituais. Sempre que o proselitismo toma o lugar do arrependimento, da conversão e da transformação espiritual, a missão fracassa. Treinar líderes para conduzir projetos evangelísticos, campanhas de mídiane atividades de relações públicas, em lugar de prepará-los para o conflito espiritual, é procurar o desastre. O verdadeiro evangelismo e a formaçao de discípulos focalizam 4 aspectos:
Reconhecimento de nossa condição pecaminosa;
Contrição sincera;
Entrega espiritual sem reservas;
Incontrolável compulsão para difundir a mensagem divina.

quinta-feira, 13 de março de 2014

66) O legado de Jesus - Discipulado

Atos dos Apóstolos 1



As gerações posteriores testemunham do sucesso dos esforços das gerações anteriores. Sempre que esses esforços geram resultados duradouros, os princípios subjacentes a essas realizações devem ser estudados e praticados. Será que a metodologia de Cristo para fazer discípulos produz resultados significaivos?
Não há dúvida. Essa metodologia mudou o mundo. Nenhum de nós, de fato, eestaria estudando a Lição da Escola Sabatina, mais de 2000 anos depois, se não fosse o sucesso de Cristo na formação dos líderes da igreja primitiva.
Jesus estabeleceu Seu reino e exemplificou os princípios que perpetuariam o crescimento dele. Abrindo o caminho através da escuridão até o amanhecer, Cristo selecionou líderes cujas fraquezas foram ofuscadas por Seu poder, porque eles dependiam completamente dEle. Embora desprezados pelos líderes religiosos e fossem deficitários academicamente, superaram os fariseus nas coisas mais importantes: transparência, humildade, dependência e autenticidade. Quão importante é que nós, seja qual for nossa posição na igreja, apresentemos tais características! Com o passar do tempo, aqueles que possuíam educação formal e elevada posição social passaram a fazer parte da igreja.
Como representantes de Cristo, os apóstolos deviam fazer decidida impressão sobre o mundo. O fato de serem homens humildes não devia diminuir-lhes a influência, antes incrementá-la; pois a mente de seus ouvintes devia ser levada deles para o Salvador que, conquanto invisível, estava ainda operando com eles. O maravilhoso ensino dos apóstolos, suas palavras de ânimo e confiança, assegurariam a todos que não era em seu próprio poder que operavam, mas no poder de Cristo.

quarta-feira, 12 de março de 2014

65) Os primeiros líderes - Discipulado

Sf 2:3; Mt 11:29; Jr 50:31; Is 57:15)
 




Não é de pouca importância o fato de que, na escolha de líderes, Jesus tenha selecionado alguns entre a classe de pessoas mais humildes e menos instruídas. Cristo não escolheu o conhecimento ou a eloquência do Sinédrio. Passando por alto os ensinadores judaicos cheios de justiça própria, o Mestre por excelência escolheu homens humildes, iletrados, para proclamarem as verdades que deviam abalar o mundo. Ele Se propôs preparar e educar esses homens para dirigentes de Sua igreja. Eles, por sua vez, deviam educar outros e enviá-los com a mensagem evangélica. Para que pudessem ter sucesso em sua obra, deviam eles receber o poder do Espírito Santo. Não pelo poder humano ou humana sabedoria devia o evangelho ser proclamado, mas pelo poder de Deus.
Devemos ter cuidado para não fazer suposições erradas acerca das razões para a escolha de Jesus. Ele não era contra a classe culta ou instruída. Jesus mesmo demonstrou, quando mais jovem (Lc2:46-47) grande quantidade de conhecimento. O problema é que muitas vezes as pessoas com mais instrução, riqueza e poder não estão dispostas a se humilharem do mesmo modo que alguém, especialmente um líder, precisa fazer para que o Senhor o use. É claro que esse nem sempre é o caso. O Senhor usou homens cultos e ricos. Isso simplesmente significa que muitas vezes tais pessoas tendem a não ser abertas à liderança do Espírito Santo.

terça-feira, 11 de março de 2014

64) Conhecimento e experiência parte 2 - Discipulado

Lucas 6:20-49





O conhecimento espiritual é indispensável à transformação espiritual. O próprio Cristo foi considerado o Mestre dos mestres. Em salas de aula ao ar livre, diante de praias, montanhas e maravilhas criadas por Deus, Cristo disseminava o conhecimento transformador. O Espírito Santo despertava consciências antes cauterizadas a aceitar essas verdades. A formação de discípulos é uma obra incompleta sem a experiência, mas a experiência deve ser dirigida pelo conhecimento.
Os formadores de discípulos do século 21 devem  se familiarizar completamente com as Escrituras, a fonte de autêntica informação espiritual. Semelhantemente, eles devem difundir a doutrina e os ensinamentos sem levar em conta a popularidade ou conveniência. Deus espera que cristãos experientes nada retenham, mas que guiem pacientemente os recém-convertidos a uma compreensão e apreço cada vez maiores das maravilhosas e transformadoras verdades do cristianismo, especialmente a verdade presente da tríplice mensagem angélica.
No fim, a combinação de conhecimento e experiência que produza amor altruísta será a maior força que os formadores de discípulos poderão obter.

segunda-feira, 10 de março de 2014

63) Conhecimento e experiência parte 1 - Discipulado

João 16:7-14





A informação era um componente insubstituível da mensagem de Jesus. A informação, por si só, não pode transformar, mas toda transformação inclui informação. Certamente, os conceitos não possuem nenhum poder inerente para iniciar a mudança, todavia, o Espírito de Deus trabalhando no coração humano constitui o insubstituível elemento necessário à conversão.
O conhecimento bíblico, unido ao Espírito de Deus, forma a combinação espiritual que transforma os indivíduos e as sociedades. Por meio da fé e do estudo da Palavra, o formador de discípulos deve lutar para obter esses dois elementos.
O cristianismo valoriza muito a inteligência, o pensamento e a imaginação. A existência do pensamento racional nas Escrituras, o admirável respeito pelos mestres no judaísmo e a inestimável atenção que os escribas dedicavam à preservação dos escritos antigos testemunham da importância do conhecimento.
O cristianismo não é uma fé irracional. No entanto, certos elementos do cristianismo possuem elevada emoção, sentimento e experiência acima do conhecimento. Essa mentalidade declara que aquilo em que as pessoas acreditam é relativamente insignificante, porque somente a experiência é importante. A obediência e adesão a verdades específicas são consideradas relativamente insignificantes. A emoção e o entusiasmo religioso tornaram-se a medida da autenticidade espiritual.
A própria existência da Escritura contraria esse fascínio irracional pela experiência. A experiência sem o conhecimento se torna um potente míssil sem direção. Por outro lado, o conhecimento sem a experiência torna-se destituído de vida e, muitas vezes, legalistas. Os verdadeiros líderes cristãos compreenderam a necessidade de cultivar ambos os elementos, não somente em si mesmos, mas também naqueles que são seus discípulos.

domingo, 9 de março de 2014

62) Escolha e preparação de líderes - Discipulado

Lucas 12-16



A jornada de Cristo foi relativamente breve. Portanto, o treinamento dos formadores de discípulos era imprescindível. Quem devia ser selecionado? Quantos deviam ser escolhidos? Sem dúvida, havia centenas de discípulos de Jesus. Deviam todos eles ser submetidos à educação em massa? Cristo entendia que a liderança era efetivamente cultivada em pequenos grupos, e não produzida em massa por meio de palestras. Um número limitado seria escolhido por Cristo para o curso de formação inicial.
Fazer escolhas eficazes exigia grande sabedoria. Jesus Se aproximou de Seu Pai celestial pela oração para obter sabedoria. Da mesma forma, a oração deve preceder a seleção dos candidatos à liderança, na formação de discípulos em nosso tempo. Uma vez que Cristo cria que precisava de muita oração, a fim de alcançar a sabedoria necessária, quanto mais devem os cristãos de hoje pedir  sabedoria divina ao escolher aqueles que serão encarregados de supervisionar a realização da Grande Comissão.
Tendo escolhido 12 homens, Jesus os chamou de apóstolos, Seus representantes investidos de autoridade espiritual. O grupo maior de discípulos testemunhou essa ordenança ou nomeação, sem aparente ciúme ou sentimentos negativos. Mais tarde, Jesus comissionaria grupos maiores de 70 e, talvez, outros não registrados nas Escrituras.Os 12 apóstolos, no entanto, continuaram sendo os mais intimamente associados com Jesus. Eles assumiram as maiores responsabilidades, portanto, necessitaram de maior treinamento e envolvimento. Esse programa de ação implica uma estrutura organizacional intencional entre os primeiros cristãos. Cristo investiu os líderes dessa organização com habilidades espirituais e educação proporcionais às suas tarefas.

sábado, 8 de março de 2014

61) Discipulando líderes espirituais - Discipulado

''E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus.
E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos''   Lucas 6:12-13




Embora Jesus fosse sempre ativo em fazer discípulos, Ele reconheceu que Sua permanência na Terra seria breve. Portanto, dedicou-Se à formação de discípulos para que continuassem o trabalho depois que Ele partisse. Ele era o Mestre deles, tanto professor como treinador. Ainda que o ensino e o treinamento estejam obviamente relacionados, o ensino geralmente sugere transmissão de  conhecimento, enquanto que o treinamento envolve a formação ou qualificação por meio da prática e disciplina.
A preparação dos discípulos para a liderança certamente envolveu o recebimento de conhecimento, mas o crescimento espiritual era ainda mais importante. Eles precisavam de experiência nas coisas de Deus, de fé, provações, santificação e abnegação, juntamente com a compreensão intelectual da doutrina e da teologia. O conhecimento, por si só, seria uma preparação insuficiente para enfrentar os difíceis desafios futuros. Jesus proveu ambos.

quinta-feira, 6 de março de 2014

60) A Grande Comissão - Discipulado

Rm 15:12; Atos 1:7-8; Jo 11:52-53; Mt 28:19-20




A obra final de Deus estará incompleta até que o evangelho eterno expresso na mensagem dos 3 anjos de Apocalipse 14 tenha cruzado todos os limites raciais, étnicos, nacionais e geográficos. Sem divulgar o tempo exato, a Escritura afirma inequivocamente que ESSE evangelho alcançará todo o mundo. O triunfo de Deus e sua proclamação estão garantidos.
A aceitação dessa mensagem por parte das nações está profetizada. Isso deve acontecer, mas quem se oferecerá como canal da graça divina? Quem se unirá a Cristo para derrubar barreiras raciais, étnicas e de linguagem, que impedem o progresso do evangelho? Quem vai esvaziar suas carteiras e bolsas? Quem sacrificará o conforto terreno e as associações familiares, a fim de fazer avançar a causa de Deus? Essas são perguntas que devemos fazer a nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar outras pessoas, independentemente de sua origem? Quão lamentável é que alguns cristãos permitam que estereótipos raciais, preconceitos culturais e barreiras sociais projetados por Satanás os impeçam de proclamar vigorosamente o evangelho, enquanto seus irmãos estão espalhados por todo o mundo, entregando a vida para que o evangelho seja pregado.

quarta-feira, 5 de março de 2014

59) Derrubando barreiras - Discipulado

João 7:35; 8:48; Lucas 10:27-37




O desprezo dos líderes por Jesus não conhecia limites. Novamente, a terrível ironia: aqueles que deviam ter sido os primeiros a recebê-Lo e à Sua mensagem, foram os que mais lutaram contra Ele. Os sacerdotes de Israel desprezaram o Filho de Deus, enquanto aqueles que não eram de Israel O aceitaram como Messias. Que lição poderosa e solene há aqui para aqueles que se julgam espiritualmente favorecidos!!
Ao condenarem Cristo, eles não somente O rotularam como tendo demônio, mas fizeram algo pior, chamaram-nO de samaritano. Eles ainda zombaram dEle por Seu testemunho entre os gregos, mostrando, obviamente, seu desprezo por aqueles que não eram de sua própria nação e crença. Para os líderes de Israel era inadmissível que Jesus pensasse em ensinar os gregos. Jesus reagiu a essa atitude enfatizando a superioridade do caráter sobre a origem étnica.
É interessante também que Ele usou a história verdadeira de um samaritano, a fim de ensinar uma grande lição espiritual sobre o que significava realmente cumprir a lei de Deus. Os líderes religiosos, sem dúvida restringidos por sua compreensão distorcida da lei levítica e da contaminação, tinham anteriormente ignorado o homem ferido. O estrangeiro desprezado, um samaritano, tinha conscienciosamente desafiado os preconceitos étnicos, salvando a vida do estranho. Essa foi uma constante repreensão a todos aqueles que desprezam e zombam de alguém que esteja em necessidade, somente porque essa pessoa tem diferente origem étnica, social ou cultural.

terça-feira, 4 de março de 2014

58) ''Queremos ver Jesus'' Discipulado

João 12:20-32




Jerusalém ainda estava agitada pelos rumores. A entrada triunfal de Cristo tinha acabado de ocorrer. Os gritos de hosanas, no entanto, foram rapidamente substituídos por perguntas. O que aconteceria a seguir? Seria Jesus coroado rei?
Entre a multidão reunida para a páscoa estavam adoradores gregos. Observe suas palavras a Filipe: ''Senhor, queremos ver Jesus''. Eles queriam ver Jesus. Em outras palavras, eles queriam estar com Ele, aprender com Ele. Que testemunho sobre o caráter universal de Cristo e Sua mensagem! É muito triste notar que aqueles que deveriam ter dito a mesma  coisa foram os que queriam se livrar dEle.
Os gregos provavelmente teriam se aproximado de Filipe porque, de todos os discípulos, somente ele tinha nome grego. Vindo de Betsaida, um centro de pesca comercial e, portanto, um lugar de mistura cultural, ele provavelmente falasse o mesmo idioma dos visitantes. O texto sugere que Jesus não estava ali presente. Talvez estivesse adorando perto dali, em lugares reservados aos judeus.
em seguida, no entanto, reunindo os discípulos e aqueles gregos no pátio exterior, Jesus concedeu a esses homens seu desejo. Observe o que Ele lhes disse: ''Se alguém'', significando qualquer homem, mulher, judeu ou grego, quisesse segui-lo, poderiam fazê-lo, mas isso teria um custo.