Não é de pouca importância o fato de que, na escolha de líderes, Jesus tenha selecionado alguns entre a classe de pessoas mais humildes e menos instruídas. Cristo não escolheu o conhecimento ou a eloquência do Sinédrio. Passando por alto os ensinadores judaicos cheios de justiça própria, o Mestre por excelência escolheu homens humildes, iletrados, para proclamarem as verdades que deviam abalar o mundo. Ele Se propôs preparar e educar esses homens para dirigentes de Sua igreja. Eles, por sua vez, deviam educar outros e enviá-los com a mensagem evangélica. Para que pudessem ter sucesso em sua obra, deviam eles receber o poder do Espírito Santo. Não pelo poder humano ou humana sabedoria devia o evangelho ser proclamado, mas pelo poder de Deus.
Devemos ter cuidado para não fazer suposições erradas acerca das razões para a escolha de Jesus. Ele não era contra a classe culta ou instruída. Jesus mesmo demonstrou, quando mais jovem (Lc2:46-47) grande quantidade de conhecimento. O problema é que muitas vezes as pessoas com mais instrução, riqueza e poder não estão dispostas a se humilharem do mesmo modo que alguém, especialmente um líder, precisa fazer para que o Senhor o use. É claro que esse nem sempre é o caso. O Senhor usou homens cultos e ricos. Isso simplesmente significa que muitas vezes tais pessoas tendem a não ser abertas à liderança do Espírito Santo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente! Sua opinião é muito importante para nós!