A jornada de Cristo foi relativamente breve. Portanto, o treinamento dos formadores de discípulos era imprescindível. Quem devia ser selecionado? Quantos deviam ser escolhidos? Sem dúvida, havia centenas de discípulos de Jesus. Deviam todos eles ser submetidos à educação em massa? Cristo entendia que a liderança era efetivamente cultivada em pequenos grupos, e não produzida em massa por meio de palestras. Um número limitado seria escolhido por Cristo para o curso de formação inicial.
Fazer escolhas eficazes exigia grande sabedoria. Jesus Se aproximou de Seu Pai celestial pela oração para obter sabedoria. Da mesma forma, a oração deve preceder a seleção dos candidatos à liderança, na formação de discípulos em nosso tempo. Uma vez que Cristo cria que precisava de muita oração, a fim de alcançar a sabedoria necessária, quanto mais devem os cristãos de hoje pedir sabedoria divina ao escolher aqueles que serão encarregados de supervisionar a realização da Grande Comissão.
Tendo escolhido 12 homens, Jesus os chamou de apóstolos, Seus representantes investidos de autoridade espiritual. O grupo maior de discípulos testemunhou essa ordenança ou nomeação, sem aparente ciúme ou sentimentos negativos. Mais tarde, Jesus comissionaria grupos maiores de 70 e, talvez, outros não registrados nas Escrituras.Os 12 apóstolos, no entanto, continuaram sendo os mais intimamente associados com Jesus. Eles assumiram as maiores responsabilidades, portanto, necessitaram de maior treinamento e envolvimento. Esse programa de ação implica uma estrutura organizacional intencional entre os primeiros cristãos. Cristo investiu os líderes dessa organização com habilidades espirituais e educação proporcionais às suas tarefas.

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