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domingo, 23 de março de 2014

73) Calculando o custo: a mais alta prioridade - Discipulado

Lc 12:19-53; 14:25-26; Mt 10:37 




Os modernos apresentadores  da televisão teriam feito um escândalo a partir dessas palavras: ''Hoje, o famoso líder religioso Jesus de Nazaré defendeu o ódio familiar durante Sua palestra da tarde. Os analistas estão comparando esses pronunciamentos com as declarações feitas anteriormente, que promoviam relacionamentos afetuosos com vizinhos e inimigos. Os comentaristas querem saber se isso indica mudanças políticas recentes. outras citações não confirmadas sugerem vender tudo e transferir os recursos para o movimento de Jesus. Fique atento para mais informações a qualquer momento.''
Um estudo mais profundo da Bíblia e do modo pelo qual a palavra ''ódio'' é usada, ajuda a esclarecer o que Jesus quis dizer. Deuteronômio 21:15 contém a legislação sobre homens com várias esposas. A Bíblia na versão king James, seguindo o sentido natural, traduz assim: ''uma amada e outra odiada'', com respeito às esposas. A mensagem de Moisés foi que, se o marido preferisse uma mulher acima de outra, ele não podia tirar o direito de primogenitura do filho da menos favorecida. 
A Nova Versão Revisada Padrão e a Bíblia na Linguagem Moderna mudaram a terminologia, traduzindo querida como amada, e odiada como desprezada. O Tanahk e a Nova Bíblia Americana padrão, protestante, optaram pelas expressões amada e não amada. Evidentemente a intenção do texto era falar de ''afeição relativa''. O ódio, nesse contexto, pode indicar ''amar menos''. Mateus 10:37, a passagem paralela, certamente da credibilidade a essa sugestão.
A lição de Jesus é símples, mas cheia de implicações profundas. Sempre que a família recebe precedência e Cristo Se torna secundário, Jesus abre mão do Seu senhorio. Servir a vários senhores é impossível. Cristo certamente apoiava as fortes ligações familiares. tais conexões, no entanto, recebem força de um fundamento inabalável. O fundamento é amar a Deus sem reservas e acima de tudo. Deus desaprova todas as barreiras, interrupções e distrações. O discipulado cobra o preço mais alto: lealdade total a Cristo.

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