MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

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domingo, 30 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 25


A teimosia mata. Negar a mensagem de Deus é suicídio. A rebeldia causa muitos sofrimentos. O orgulho é pai de todos esses pecados, os quais castram qualquer futuro promissor.

Os reis de Israel foram líderes que influenciaram para o mal. O povo de Israel preferiu ter reis como as nações pagãs; para tanto, Deus foi desprezado como governador da nação. Deus cedeu aos caprichos de Seu povo, mas não os livrou das consequências de suas próprias decisões.

“O cativeiro assírio do reino do norte (Israel) marcou o fim da nação em 722 A.C. Não houve a volta de nenhum restante. O reino do sul (Judá) durou até 597 A.C. Quando sua história quase acabou em matanças e uma séria de cativeiros na Babilônia. Um pequeno fragmento permaneceu na Babilônia por 70 anos. Depois, um pequeno número de cativos voltou a Jerusalém. Judá tornou-se o novo Israel. A velha glória nunca foi recuperada” (Russell Norman Champlin).

Neste último capítulo de Reis, o autor mostra o fim da nação israelita:

• Babilônia cerca Jerusalém (vs. 1-3);
• O rei foge com seus homens de guerra, mas são alcançados (vs. 4-5);
• Nabucodonosor envia sentença contra Zedequias (vs. 6-7);
• Ateou-se fogo à casa de Deus e à do rei (vs. 8-10);
• Jovens da nobreza foram levados cativos à Babilônia (vs. 11-12);
• O templo foi saqueado (vs. 13-17);
• Nabucodonosor matou a liderança política de Judá (vs. 18-21);
• Babilônia instituiu Gedalias como governador do remanescente judeu (vs. 22-23);
• Gedalias submeteu-se à Babilônia (v. 24);
• Ismaelitas assassinaram Gedalias (v. 25);
• O remanescente fraco fogiu ao Egito temendo Babilônia (v. 26);
• Conclusão positiva do livro: Joaquim, rei de Judá, foi bem tratado em Babilônia (vs. 27-30).

O comentarista africano Musa Gotom declara: “O autor de Reis não encerra seu livro em tom de desespero. Ainda havia esperança para Israel. A promessa de um messias continuava a vigorar”.

Cuidado com…

• A apostasia;
• A rebeldia;
• A idolatria;
• O orgulho;
• A rejeição de Deus e Sua Palavra;
• A teimosia.

Tudo isso são atitudes que roubam um destino bom, traçado por Deus! Seria tão diferente a história humana se cada pessoa substituísse o orgulho que leva à arrogância por humildade que leva à dependência de Deus.

Seja humilde e submisso ao Rei do Universo! Consagre-se! 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 24


Quanto mais se lê a Bíblia, mais se apaixona por ela; consequentemente mais prazer terá a vida. Só quem bebe abundantemente desta fonte divina neste mundo perverso, entende o que isso significa.

Estamos quase concluindo a leitura de um grande compêndio da monarquia do povo escolhido graciosamente por Deus. Os livros de I e II Reis originalmente são apenas um, chamado em hebraico de Melaquim. Estes livros inspirados destacou somente aquilo que realmente o Espírito Santo quis incluir, muitas outras informações se perderam porque a descrição de fatos detalhados estavam em outros livros, tais como o livro…

• …das crônicas de Salomão (I Reis 11:41);
• …das crônicas dos reis de Judá (I Reis 14:29; 15:7, 23);
• …das crônicas dos reis de Israel (I Reis 14:19; 15:31).

O autor é desconhecido, mas certamente foi um observador da terrível queda de Jerusalém, como se pode perceber nos detalhes do livro podendo ter sido escrito logo após a desgraça que acometeu o povo por ignorar a graça divina.

Há muita teologia nesse livro. Muito material para reflexão espiritual. Só foi selecionado o essencial para não deixar uma história política antiga, mas orientação religiosa para os súditos do reino de Deus de todos os tempos. Neste penúltimo capítulo encontram-se os seguintes pontos:

• Reinado de Jeoaquim (vs. 1-7);
• Reinado de Joaquim (vs. 8-9);
• Nabucodonozor, rei da Babilônia, saqueou Jerusalém e levou jovens nobres ao cativeiro (vs. 10-16);
• Reinado de Zedequias (vs. 17-20).

“O nome de Matanias foi mudado para ‘Zedequias’, que significa ‘O Senhor é justo’. Ele era o terceiro filho de Josias e foi o último rei de Judá. As Crônicas Babilônicas oficiais dizem que Nabucodonosor o nomeou rei de Judá ‘conforme a própria vontade’” (Bíblia de Estudo Andrews).

Reflita:

1. Deus usa profetas para alertar o perigo dos caminhos tortuosos; ignorá-los significa ignorá-lO.
2. O resultado de ignorar avisos da Palavra de Deus nunca será agradável; acatá-los é a melhor atitude para não ter um fim lamentável.
3. A preocupação de Deus por Israel é tão real a nós hoje como foi naquele tempo; só não vê quem não quer.
4. Seguir caminhos errados jamais nos levará ao destino certo, o qual só alcançaremos mediante os recursos divinos apontados nas páginas da Bíblia.

Reavivemo-nos hoje!

Heber Toth Armí

sábado, 29 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 23


Reforma do templo sem reforma de vida é perca de tempo. Melhorar estruturas sem mudança espiritual não passa de melhorias sem valor para Deus.
Focar projetos de construção ou reformas de lugares de culto será desperdício de investimentos sem reavivamento e reforma espirituais. Os quais só acontecerão quando se considerar a Bíblia mais importante que plantas arquitetônicas, projetos e construções.
O novato rei Josias fez muito mais que os veteranos reis que o antecederam. Considerando que nenhum avanço era honroso sem crescimento espiritual, ele focou na aplicação aos súditos os inspirados princípios revelados.
Descobrir a mensagem bíblica faz total diferença na vida humana. “A descoberta do Livro da Aliança intensificou as reformas de Josias e levou à renovação da aliança com Deus” (Bíblia de Estudo Andrews).
Josias “já havia reparado a maior parte do templo… Agora ele tomava providências para estabelecer um novo pacto que confirmasse o pacto mosaico. Era essencial que todas as leis, ritos e costumes do yahwismo fossem rigidamente observados. A essência moral desse pacto eram os Dez mandamentos. Josias desejava voltar aos caminhos antigos, e seu novo pacto com o povo convidava a todos os habitantes do reino a fazer retorno juntamente com ele” (Russell Norman Champlin).

Reflita…

• A espiritualidade autêntica foca na revelação escrita de Deus, e nos mandamentos escritos pelo Seu próprio dedo. O povo faz aliança com Deus, converte-se e retorna à obediência (vs. 1-3).
• A reforma de vida passa pela morte de Cristo/páscoa. Após destruir o que não presta para Deus, importa focar no sacrifício de Cristo (vs. 4-28).
• Não sendo automático, o reavivamento espiritual precisa de decisão pessoal – não é genético, nem passa de geração a geração. Após morrer Josias, seus sucessores (Joacaz e Jeoiaquim) foram indignos do cargo que ocuparam (vs. 29-37).

O reavivamento de Josias foi interrompido por líderes corruptos; consequentemente, os sinais do cativeiro israelita já eram evidentes.

• O pecado não perdoa seus súditos; quando encontra espaço, ele faz estrago! Deus perdoa nossos pecados, busque-O!
• O Deus que esteve disponível a Josias esteve também a Joacaz e Jeoiaquim; está disponível a você e a mim também.

Nunca se preocupe com tua idade ao fazer algo grande para Deus! Tome atitude focando na Bíblia e em Cristo! Deus te usará! 

Heber Toth Armí

sexta-feira, 28 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 21


Assim como existem ateus bons, existem crentes em Deus que são maus. Contudo, Deus é sempre bom com cristãos, pagãos, crentes e incrédulos. Seu alvo é salvar a todos, independente de quão pecaminoso sejamos.

“A história está eivada de homens maus. Os anais da História estão repletos de homens que deixaram um rastro sombrio na nossa lembrança: Homens facínoras, assassinos, monstros bestiais, pervertidos celerados e déspotas sanguinários. Os arquivos da História foram manchados por homens incendiários como Nero, traidores como Judas, perversos como Adolf Hitler, truculentos como Mao Tsé Tung”.

Após relembrar a hediondez dos históricos atos humanos, Hernandes Dias Lopes declarou: “Talvez nenhum desses homens tenha excedido em perversidade a Manassés, o 13º rei de Judá, cujo reinado se estendeu em Jerusalém, por 55 anos, de 697 a 642 a.C.” Além de tantas coisas erradas, promíscuas e cruéis, ainda “ele matou os próprios filhos. Matou os filhos de outras pessoas. Ele mandou serrar ao meio o profeta Isaías”.

Você quer encontrar Manassés lá no Céu? Deus desejou tanto isso, que trabalhou muito pela conversão dele; até que, no final de sua vida, ele se rendeu ao Deus Salvador (II Crônicas 33). Agora, porém, analisemos o capítulo em apreço:

1. Lista de horríveis pecados cometidos por Manassés (vs. 1-9):

• Seguiu práticas que Deus abominava nos gentios;
• Desfez toda a reforma espiritual feita por Ezequias, seu pai;
• Adorou e serviu a todos os astros celestiais;
• Profanou os altares da casa de Deus;
• Praticou feitiçaria e envolveu-se com bruxaria e espíritas;
• Provocou ira a Deus;
• Substituiu a adoração verdadeira pela falsa, desviando o povo do Deus verdadeiro;
• Fez pior que as nações que Deus havia punido por meio de Israel.

2. Deus não cruzou os braços. Ele não permitiu que Satanás prevalecesse sobre Seu amado povo. Ele arregaçou as mangas e tomou providências para corrigir tamanha barbaridade (vs. 10-17).

3. Amom, filho de Manassés, não foi nada melhor que seu pai. Porém, após 2 anos, Josias reinou em seu lugar; e, este foi uma luz a brilhar em meio às densas trevas pecaminosas (vs. 19-26).

Por Deus, todos seriam salvos e vencedores neste nítido grande conflito entre o bem e o mal; entretanto, Ele respeita àqueles que preferem perder-se! O que você prefere? 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 20


Dias difíceis são normais enquanto vivermos neste mundo imoral, injusto e corrupto. Os desafios são infinitos e as dificuldades são incalculáveis. Os problemas nos assolam, e nossas crises revelam-nos que somos limitados, fracos e sofredores.
Se formos sábios o suficiente para erguer nossos olhos ao alto para buscar a Deus, nossas lutas neste mundo serão momentâneas, passageiras; elas, logo se tornarão em vitórias e histórias. Nossa oração e ação hoje serão nossos testemunhos amanhã.

• Nossos desafios do presente nos abrem portas para termos histórias do poder e ação de Deus para serem contadas às próximas gerações.

Os entraves da vida são oportunidades para Deus operar milagres em nossa existência. Pena que muitos nunca levantam os olhos da fé ao céu; poucos buscam intensamente ao Deus que pode tudo. Por isso, a oportunidade de milagre se torna calamidade e motivos para reclamação, quando deveria ser uma motivação para a oração.

• Bem-aventurados os que oram porque serão atendidos!

Por trás de uma vida estagnada tem uma Bíblia fechada, e por trás de cada reclamação revela falta de oração. Jesus chorou, mas não reclamou. Ezequias orou, assim ele alcançou a vitória (capítulo 19). Adoeceu, mas após ouvir a mensagem do profeta Isaías e orar, ele foi curado (capítulo 20).

Atenção:

• Deus não fez o profeta de bobo, mas deu uma mensagem, depois de transmitida, pediu que ele voltasse e desse outra, contrária à primeira (vs. 1-6).

• Embora Ezequias fosse um homem consagrado, e Isaías um profeta renomado, a orientação profética não indicou realizar oração poderosa sobre o doente, mas a preparação de uma pasta de figos para colocar sobre o tumor (v. 7).

• Deus age em Seus servos visando à salvação dos incrédulos. Deus impactou aos pagãos adoradores do deus sol, fazendo o astro-rei retroceder durante 40 minutos (vs. 8-11).

• Movidos de curiosidade, após o milagre da cura e do retrocesso do sol, os babilônicos visitaram o rei do povo de Deus. Contudo, Ezequias desperdiçou a oportunidade de testemunhar, ao perder tempo mostrando as bênçãos recebidas (prosperidade) sem comentar a fonte das bênçãos (vs. 12-13).

• Isaías reprovou Ezequias e apregoou sofrimentos para o futuro (vs. 14-21). Bênçãos sem testemunhos resultam em maldições!

Ignorar o testemunhar dos atos de Deus afetará a próxima geração! Reavivemo-nos! 

Heber Toth Armí

quinta-feira, 27 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 19


O remanescente torna-se cada vez menor quando a extensão do pecado torna-se cada vez maior. Satanás não perde tempo, intrepidamente ele aperfeiçoa suas investidas; pois, desenvolvendo o pecado ele sufoca os fieis servos de Deus – reduzindo-os!
No contexto deste capítulo Israel sofria no cativeiro assírio. O povo de Judá estava sozinho no cenário mundial para representar o Deus universal. Por conseguinte, Satanás preparou-se para atacá-los por meio de seus agentes. A pressão foi grande. Os argumentos foram intimidantes. A vitória de Senaqueribe parecia certa.

• Como Deus reagirá?

Ezequias percebeu o beco sem saída em que ele e o povo de Deus se encontravam. Notou a força e o ataque contra sua nação e seu Deus. Suas atitudes? Foi para o templo! Mandou chamar o profeta Isaías (vs. 1-5).
O resultado? A situação piorou mesmo após receber uma mensagem de esperança sobre a intervenção divina.

• Quando pecadores recorrem a Deus em busca de auxílio, Satanás intensifica seus ataques, fortalece seus argumentos, pressiona com maior força na tentativa de intimidar ainda mais, com objetivo de forçar uma concessão dos fieis.

Embora tal estratégia funcione com a maioria das pessoas, as quais cedem em sua fé frente aos desafios impostos pelas hostes do mal, Ezequias nos mostra o segredo da vitória (vs. 6-34).
Nas palavras de Charles G. Martin, “a reação de Ezequias entrou para a história como um modelo de humildade e esperança, pois ele estendeu-a [a carta] perante o Senhor (v. 14) e orou com teologia sadia – não eram deuses (v. 18) – e com preocupação zelosa para que todos os reinos da terra saibam que só tu, Senhor, és Deus (v. 19; cf. 5:15)”.
O fim da história revela-nos a imprudência de desrespeitar a Deus. Ele enviou apenas um anjo, o qual numa noite massacrou 185.000 soldados assírios incrédulos e, os próprios filhos de Senaqueribe o mataram enquanto adorava seu falso deus – o qual não o protegeu (vs. 35-37).

DEUS…

• …não Se deixa escarnecer!
• …ouve todo ataque contra Ele e contra Seu povo!
• …atende cada oração sincera daqueles que clamam a Ele!
• …envia um anjo para mudar radicalmente o rumo da história!
• …venceu no passado, vence no presente e vencerá no futuro!

Esta história prova que orar resulta em vitória! Ore mais! 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 18


Onde há declínio espiritual, é necessário haver reavivamento espiritual; o qual será correto, unicamente sendo pautado pela orientação do Deus Onipotente.
Por não viver o ideal divino, ignorar planos revelados, decidir pelas exigências do coração, o antigo povo de Deus decresceu – não evoluiu; na verdade, regrediu! Mesmo com tanto amor paternal, mesmo com tanto empenho, dedicação e devoção divinos, Israel entregou-se aos caprichos da carnalidade perniciosa. Mas, Deus não desistiu de Israel.

• Deus não abandona Seu povo nem mesmo quando Seu povo O abandona.

Ao afastar-se de Deus, o povo teve que lidar com serpentes venenosas; então, Deus possibilitou a cura mediante o olhar a uma serpente de bronze içada numa haste – o que não consistiu em idolatria, mas numa didática evangelística.
Entretanto, transcorrendo o tempo, o povo transformou este meio evangelístico em objeto idolátrico; por isso, Ezequias destruiu o que veio a se chamar Neustã (v. 4). Assim, Deus observa e corrige os passos dados por Seu povo, mesmo havendo instabilidade na conduta.

Neste capítulo encontramos os seguintes pontos importantes:

• Quando Satanás parece ter introduzido a idolatria de todas as formas entre o povo de Deus, causando deformação na religião, Deus não cruza os braços. Ele providencia alguém disposto a fazer uma reforma, na tentativa de reavivar e restaurar o povo que o diabo intenta arrastar para a destruição (vs. 1-5).

• Há diferença gritante na vida do indivíduo, família, igreja ou nação que serve fielmente a Deus, obedece a Seus santos mandamentos e vive em constante relacionamento com Ele buscando um reavivamento e reforma espirituais. Os resultados contrastantes da história de Israel e Judá nos evidenciam a diferença de servir e não servir a Deus (vs. 6-12).

• Pequenas brechas na vida espiritual são oportunidades suficientes para surgimento de afrontas ferozes e massacrantes dos incrédulos. Os ataques de Senaqueribe a Ezequias exemplificam esse ponto (vs. 13-37).

A ousadia dos incrédulos é tremenda. Eles usam a lógica, intimidam com evidências, argumentam fortemente, confrontam arrogantemente. Intrepidamente provocam ao próprio Deus. Eles não temem a Deus e ainda intimidam ao povo que crê nEle.
Isso é verdade em todas as áreas do conhecimento. A Bíblia e seus temas são escrupulosamente atacados pelos incrédulos. Como Deus lidará com isso? Saberemos no próximo capítulo!

Heber Toth Armí

quarta-feira, 26 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 17



Sem a orientação de Deus todo ser humanos vive desnorteado. Desnorteado cada indivíduo escolhe seu caminho, sempre errado.

A idolatria infiltrou-se no povo de Deus desde o Egito (Ezequiel 20:1-8). Em Êxodo 32 a idolatria ressurgiu como um ato de rebeldia contra Deus. Comentando sobre isso, G. K. Beale analisa:

“A descrição dos idólatras como novilhos indomados (Êx 32) é interpretada em 2Rs 17.15 como acompanhar o vazio dos ídolos e se tornar vazio; a natureza espiritual vazia da nação reflete o vazio e a nulidade dos ídolos. A semelhança da primeira geração de rebelde com o bezerro idolatrado é interpretada também como sua semelhança de vazio espiritual com o bezerro de ouro, mas também a adoração de outros ídolos (2Reis 17.16 menciona ‘dois bezerros de fundição […] um poste-ídolo (Aserá na ARA] […] todo o exército do céu […] Baal’)”.

Ainda Beale diz: “A esse respeito, é importante notar que, após a narração do episódio do bezerro de ouro, Êxodo 34.14-16 repete que o povo tinha ‘endurecido a cerviz’ e em seguida adverte as gerações futuras que não ‘adorem’ objetos como ‘colunas sagradas’, ‘postes-ídolos’ e ‘deuses de fundição’; e as exorta a não ‘prostituir-se com seus deuses, ou oferecer sacrifícios a eles, nem […] comer dos sacrifícios do [idólatra]’ nem expor ‘seus filhos’ às influências idólatras. De modo semelhante, 2Reis 17.10-17 combina os mesmos tópicos de idolatria e adoração de bezerros com o conceito de ‘dura cerviz’ (mas não há menção explícita de ‘prostituição’). Diante disso, é compreensível que o princípio de tornar-se semelhante ao ídolo cultuado, quer na forma narrativa de Êxodo 32-34, quer na forma proposicional declarada em 2Reis 17.15, estende-se a todas as formas de idolatria”.

W. W. Wiersbe oferece o seguinte esboço do capítulo:

1. A captura de Samaria (vs. 1-6).

2. As causas que trouxeram o cativeiro:


  • A nação esqueceu de Deus (v. 7);
  • A nação desobedece em segredo (vs. 8-9);
  • A nação rebela-se abertamente (vs. 10-12);
  • A nação resiste ao chamado de Deus (vs. 13-15);
  • A nação vende-se para praticar o mal (vs. 16-23).


3. A colonização de Samaria (vs. 24-41).

A essência da vida está em servir e adorar correta e estritamente a Deus. Nossa vida é arruinada com uma religião estragada. Reavivemo-nos! 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 16


Tanto nos dias de Acaz como nos nossos, o pecado parece prevalecer. O mal ameaça sufocar o bem. Os efeitos do pecado parecem não mais assustar ao povo de Deus:

1. Acaz reinou sobre o povo de Deus, em Jerusalém, promovendo os princípios do reino do diabo (vs. 1-4). Ele:

• Andou em pecado;
• Fez o filho passar pelo fogo como os gentios/pagãos;
• Ofereceu sacrifícios a deuses humanamente fabricados.

2. Israel vivia em pior situação que Judá; aliado à Síria, ambos intentaram vencer Acaz, porém, não conseguiram (vs. 4-5).

3. Acaz deu mais passos cada vez para mais longe de Deus (vs. 6-20):

• Aliou-se com a Assíria a fim de combater a Síria e Israel;
• Subornou Tiglate-Pileser da Síria com recursos do palácio e do Templo;
• Copiou um modelo de um altar pagão em Damasco e pediu ao sacerdote Urias para fazer um altar igual;
• Ofereceu sacrifícios no altar feito por Urias, mas nenhum foi súplica por perdão;
• Limitou as funções cerimoniais do templo;
• Morreu sem arrepender-se.

A falta de confiança em Deus leva indivíduos a procurar segurança ilusória – trocar o certo pelo duvidoso. A Bíblia de estudo Andrews analisa: “Acaz subornou os assírios, o maior dos inimigos, na expectativa de que fossem resgatá-lo. [Assim] recusou-se a confiar em Deus (Is 7)”.

Concessões, falta de determinação e firmeza, fazem alastrar, em vez de barrar, os pecados dos outros. “Urias, o sacerdote, procedeu de modo pecaminoso e obedeceu às ordens sacrílegas do rei Acaz, em vez de repreendê-lo com firmeza” (William MacDonald).

No reinado de Acaz, a situação do povo tornou-se caótica. “As portas do templo [foram] fechadas. O serviço sagrado foi interrompido. Não mais ficariam os castiçais acesos sobre o altar. Não mais seriam oferecidas ofertas pelo pecado do povo. Não mais o suave incenso ascenderia ao alto na hora do sacrifício da manhã e da tarde. Tornando deserto o pátio da casa de Deus, e aferrolhando suas portas, os habitantes da ímpia cidade ousadamente ergueram altares para a adoração de divindades pagãs nas esquinas das ruas através de Jerusalém. Aparentemente o paganismo havia triunfado; os poderes das trevas haviam prevalecido” (Ellen G. White).

Contudo, Deus está no controle. Ezequias é a luz no fim do túnel! Satanás nunca ganhará de Deus!

 Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 15


As maiores árvores do mundo, as sequoias, caem facilmente quando pequenos besouros penetram suas raízes. O mesmo acontece a indivíduos, famílias, igrejas, cidades e países que descuidam dos besouros do pecado.

Dois reis são citados de Judá neste capítulo:

• Azarias foi quase muito bom, faltou eliminar do reino alguns pontos de cultos abomináveis a Deus.

• “Jotão foi um dos melhores reis de Judá, apesar de não ter removido os altos […]. Sua atitude contrasta de forma nítida com a dos reis de Israel, os quais dirigiram seus caminhos segundo Jeroboão” (William MacDonald).

Donald J. Wiseman divide assim este capítulo:

• Azarias-Judá (vs. 1-7);
• Zacarias-Israel (vs. 8-12);
• Salum-Israel (vs. 13-16);
• Manaém-Israel (vs. 17-22);
• Pecaías-Israel (vs. 23-26);
• Peca-Israel (vs. 27-31);
• Jotão-Judá (vs. 32-38).

A seção iniciada no versículo 8 até 31 Iain W. Provan intitula-a: “Os últimos dias de Israel”. Israel estava em situação mais complicada que Judá. Entre dois reis de Judá são citados cinco reis de Israel, os quais, contrastados, explica a razão de Israel ir primeiro ao cativeiro, onde termina sua história política:

• Salum chegou ao trono mediante assassinato, um mês depois o perdeu ao ser assassinado.

• Manaém reinou em lugar de Salum, seu reinado durou dez anos pautados pela crueldade, exploração e aliança com pagãos.

• Pecaías reinou dois anos; embora não tenha tomado o trono à força como os demais, sofreu morte violenta.

“Em vinte anos cinco reis governam Israel, mas nenhum deles faz qualquer coisa para investigar a derrocada moral da nação… Nesse ínterim, a situação é ligeiramente melhor em Judá basicamente devido à liderança moral de Uzias [o mesmo Azarias] e Amazias… Assim mesmo, como os lugares altos não foram removidos de Judá, as sementes da destruição existem para ambos os reinos” (Paul R. House).

1. Algum tipo de instabilidade revela periculosidade, se isso é realidade em tua vida, vigie e ore para não cair no mar da destruição.
2. Destrua pequenos besouros do pecado com a graça de Cristo para que eles não destruam nada do que você não quer destruído.
3. Avalie/reavalie a tua vida. Tome uma decisão correta!

Profeticamente, o mundo está política, moral e espiritualmente sendo devorado pelos besouros do pecado. Estamos nos últimos dias! Deus quer levar-nos para o reino dos Céus! Reavivemo-nos! 

Heber Toth Armí

terça-feira, 25 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 14


A Palavra de Deus nos foi deixada para ser mais que nosso manual de instrução, ela é a luz que ilumina nosso caminho para não nos perdemos na jornada com destino ao Céu.

“Somos convidados a esquadrinhar essa Palavra em busca de auxílio para quando formos levados a situações difíceis. Se não consultarmos o Livro Guia a cada passo, perguntando: ‘É este o caminho do Senhor?’, nossas palavras e atos estarão manchados de egoísmo. Esqueceremos a Deus, e trilharemos caminhos que Ele não escolheu para nós” (Ellen G. White).

Israel deixou de lado a Palavra do Senhor; por isso está dividido. Deus não quis que Israel tivesse reis, mas o povo insistiu e está colhendo os frutos de sua péssima decisão egoísta. Os livros de Samuel contam o surgimento da monarquia israelita; os livros de Reis conta o declínio…

Samuel Ridoud observou: “A história de Reis retrata um processo de decadência; as coisas se tornam cada vez mais sombrias, até não haver mais como repará-las […]. As dez tribos são levadas para o cativeiro e, tempos depois, as outras duas tem o mesmo destino”.

Prevendo isso, Deus intentou, de todas as formas, impedir essa tragédia. O comentário da Bíblia de Estudo de Andrews destaca: “Deus estendia graça ao pecaminoso reino do norte não porque seu povo se arrependia, mas por misericórdia”.

Atente para estes pontos:

• O início de sucesso do reinado de Amazias, de Judá, despertou nele orgulho e arrogância contra a outra parte do povo de Deus, Israel, a tal ponto de desafiar uma guerra desnecessária – o que o levou à derrota humilhante. Por fim, houve uma conspiração contra ele em seu próprio reino, foi perseguido e, então, assassinado (vs. 1-22).
• Jeroboão II reinou em Samaria, na parte de Israel. Mas, ele nunca se apartou dos pecados horríveis de Jeroboão I (vs. 23-25, 28-29).
• Deus na história do mundo. Cuidado: Bênçãos nem sempre revelam aprovação divina! (vs. 26-27).

Queridos amigos…

…Sem reavivamento e reforma, bênçãos se tornam maldições. Vitórias desenvolvem orgulho. Na prosperidade e paz desenvolvem-se práticas pagãs. Graça se torna desgraça; e, pecados se alastram.

…Reavivamento e reformas parciais sempre serão superficiais; assim, o sincretismo religioso torna a verdadeira religião adulterada, recheada de engodos.

Portanto, não regrida! Avance! 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 13


Deus é bondoso, misericordioso e gracioso mais do que muitos crentes e teólogos imaginam…

O rei Jeoacaz em Israel vivia em meio à idolatria. A qual traz nefastas consequências. Sem proteção divina o povo sofre opressão. Por conseguinte, sem afastar-se dos pecados, apenas com desejo de obter vantagens, Jeocaz buscou a Deus por libertação. Resultado?
Deus atendeu Seu clamor mesmo sabendo que não haveria mudança de vida nele, nem nos apostatados israelitas (vs. 1-9).

• Os reis de Israel não são como os de Judá. Os reis de Israel vão de mal a pior. São piores que os reis de Judá.

Sem consultar a Deus, nossas escolhas e decisões não passam de besteiras que fazemos na vida. A vida de Jeoás foi manchada e marcada pelo pecado. Jeoás fez o mal perante os olhos do Senhor sem nunca afastar-se das funestas influências de Jeroboão (vs. 10-13).

• Como teria sido se cada rei de Israel tivesse a disposição de viver o ideal e a missão de Deus como Eliseu? E, o que seria de nós caso estivéssemos tão ávidos pelas coisas certas, espirituais e morais como esteve Eliseu?

Mesmo depois de morto, Eliseu impactou as pessoas (vs. 14-20). Contudo, ainda que a ressurreição de um defunto aconteceu ao apenas encostar nos ossos de Eliseu, o que mais me impressiona é que o profeta, que tinha porção dobrada do Espírito de Elias, morreu, não de morte natural, mas de uma doença (v. 14).

• Deus não cura todas as doenças nos Seus servos, por mais consagrados que sejam.
• Morrer doente não é falta de fé! Pelo contrário, fé é permanecer fiel a Deus ainda que Ele opte por não curar doenças.

Além disso, tem algo que me chama muito mais a atenção: Deus age promovendo o bem dos que andam chafurdando-se no pecado. Inacreditável!

1. Na época de Jeoacaz, Deus enviou um libertador para livrar Israel da opressão causada pela Síria, apesar da falta de reavivamento e reforma do rei e do povo (vs. 4-6).
2. Na época de Jeoás, Deus Lhe deu vitória três vezes contra Ben-Hadade e paz a Israel, mesmo não havendo conversão nem arrependimento dele (vs. 22-25).

Queridos amigos: Não ignore a Deus! Fale mais dEle! Testemunhe dEle profusamente! Anima-te! Compartilhe! 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 12


Ao desviarmos de Deus deixamos de ser quem deveríamos ter sido. Deixando de confiar em Deus deixamos de viver o ideal do Céu para viver o ideal do inferno.

“O rei Joás deveria ter sido um líder forte e estável. Se é verdade que Joás exerceu autoridade, por trás dos bastidores, porém, ele era conduzido. Em vez de ter influência dominadora, ele era engolido pelas influências que o cercavam. A vida de Joás nos ensina que seguir fielmente a Deus não é uma questão passiva. Exige iniciativa coerente e corajosa” (Jim Zackrison).

1. Joás, com sete anos assumiu o trono, esteve em ascensão desde o início; além da reforma espiritual eliminando a adoração espúria, incentivou os sacerdotes a revitalizarem ao Templo (vs. 1-5).

2. Joás, ao observar que após ter passado alguns anos sem nenhuma reforma no templo, ele cria estratégias de arrecadar fundos para fazer as melhorias na casa do Senhor (vs. 6-16).

3. Joás, anos depois cedeu à pressão e pagou tributo com utensílios do templo ao rei Hazazel, desviando-se assim da proteção e direção de Deus; o que resultou em seu assassinato trágico (vs. 17-21).

“O povo de Deus, que fora redimido da escravidão egípcia, devia permanecer politicamente livre para ter liberdade de culto a Deus. Agitações políticas fizeram com que oficiais do governo assassinassem Joás” (Kenneth A. Mathews).

• Os desafios do mundo podem ser o trampolim para mais confiança em Deus ou para a decisão própria que resultará na própria destruição.

• É muito perigoso viver para Deus neste mundo cheio de inimigos de Deus, mas ignorar a Deus diante das pressões da vida é bem pior.

• Agir corretamente não significa agradar pessoas que exploram, mas viver para o Deus que ama, liberta, abençoe e protege.

• É bem melhor, mais vantajoso e honroso morrer por fazer a vontade de Deus do que fazendo a própria vontade; pior ainda, é morrer fazendo a vontade dos pecadores.

• Deixar de confiar em Deus significa concessão a decisões que parecem seguras, mas só parecem.

Joás começou bem, mas terminou mal: Triste fim… que poderia ser bom! A falta de confiança em Deus diante das pressões do mundo são caminhos que desviam-nos de um fim honroso. Portanto, coloque sempre tua confiança em Deus! 

Heber Toth Armí

segunda-feira, 24 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 11


Quando propósitos divinos são abandonados, quando práticas espúrias são introduzidas entre o povo de Deus, quando a liderança do povo de Deus é má, quando o povo de Deus já não vive como deveria… alguém precisa levantar-se e fazer alguma coisa em prol de reavivamento e reforma espiritual…

Estes pontos estão presentes neste capítulo:


  1. O propósito de Deus de preservar descendentes de Davi para o trono quase se extinguiu com a ordem de Atalia de matar todas as pessoas da família real (vs. 1-3).
  2. Práticas espúrias haviam sido introduzidas na adoração do povo de Deus adulterando a adoração ao verdadeiro Deus (v. 18).
  3. A rainha Atalia liderava perversamente ao povo de Deus com autoritarismo, orgulho e arrogância (vs. 13-14).
  4. Israel, a igreja de Deus do Antigo Testamento, o antigo povo de Deus, nesse tempo não mais vivia como povo de Deus (v. 17).


Deus sempre preservou um remanescente. Jeoseba preservou um descendente masculino de Davi, seu sobrinho Joás; o sacerdote Joiada ajudou-a a manter viva a criança a despeito do risco evidente. Como a rainha perigosa nem ia ao templo, ali o menino, que logo seria rei, esteve seguro (vs. 4-12).

Claro, para que o menino reinasse, foi necessário eliminar Atalia, a opositora dos propósitos divinos na Terra (vs. 13-16).

Com sete anos de idade, o menino Joás tornou-se rei tendo o apoio administrativo do sacerdote Joiada (vs. 17-21).

Avivamento relaciona-se com vida. Reavivamento diz respeito à renovação da vida espiritual. É revitalização da fé. É o revigorar da busca pelo poder do Espírito Santo visando obter forças e coragem para viver na contramão do pecado, à altura do ideal de Deus.

Por fim, a verdadeira REFORMA ESPIRITUAL…


  • …Renova o compromisso das pessoas com Deus (v. 17);
  • …Reata laços de amizades desfeitos entre líderes e liderados (v. 17);
  • …Rejeita a idolatria a ponto de erradicá-la radicalmente (v. 18);
  • …Reativa a santificação abolindo práticas espúrias na adoração (v. 18);
  • …Ressurge desde a Casa de Deus e flui para outras áreas da existência (v. 19);
  • …Restaura a felicidade e a paz na vida tensa e atribulada do povo de Deus (v. 20).


Viver em santidade é muito melhor que viver em pecaminosidade. Isto requer…

  • Fé,
  • Determinação,
  • Ação, 
  • Perseverança. 


Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 10


Infelizmente “há muitos que se alimentam levemente da Bíblia Sagrada, mordiscando aqui e ali aleatoriamente com um interesse apenas passageiro pelas palavras de uma página. Poucos são aqueles que bebem de forma profunda e consistente dos rios de água viva” (Charles R. Swindoll).

Neste mundo de horrores, trevas espirituais e morais, violência e corrupção extremas precisamos mergulhar de cabeça no livro de Deus deixado à humanidade. Referindo-se a Jeú como “um dos homens mais sanguinários da Bíblia”, Harold L. Willmington oferece-nos os seguintes detalhes do capítulo em estudo:

1. Jeú mata a família de Acabe:


  • O desafio feito por Jeú aos habitantes de Samaria de que atacaria a qualquer filho de Acabe que se declarasse rei (vs. 1-3);
  • A decapitação promovida pelo povo se dispõe a ajudar Jeú, o qual lhes instrui o que fazer (vs. 4-8)
  • A destruição dos demais remanescentes e chegados da família de Acabe (vs. 9-11, 15-17).


2. Jeú mata a família de Acazias, sem deixar sequer um para contar a história (vs. 12-14).

3. Jeú mata os sacerdotes de Baal:


  • A fraude: Jeú finge querer adorar Baal e reúne todos os sacerdotes no próprio templo deles (vs. 18-24)
  • A destruição: Jeú ordena que todos os sacerdotes sejam mortos e destrói o templo de Baal (vs. 18-28).


O objetivo do rei Jeú era eliminar idólatras e promotores da idolatria. Quando a perversão religiosa ganha proporção grandiosa somente uma reação na mesma proporção resolve. O caminho da reforma espiritual é doloroso, por isso muitos o evitam.
Contudo, nem todo líder que mergulha num projeto radical de reforma espiritual age corretamente. “Jeú orgulhava-se de seu ‘zelo para com o Senhor’ (10:16), mas esse ‘zelo’ era uma fachada piedosa para esconder o egotismo e o ódio que, na realidade, motivavam seu serviço. Deus incumbiu Jeú de um trabalho importante, mas Jeú extrapolou essa incumbência e foi longe demais” (Warren Wiersbe).


  • É preciso ficar atento à forma que é administrada a reforma espiritual, pode ser que haja ambição ou legalismo por trás das boas intenções.
  • É preciso ser humilde e submisso a Deus para operar qualquer reforma em Seu nome.
  • O equilíbrio é um desafio para todo líder verdadeiramente espiritual.
  • O segredo? Submissão total a Deus!


Peçamos discernimento a Deus! Reavivemo-nos! 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 9


Nem tudo sai como Deus quer neste mundo de pecado e cheio de pessoas com livre-arbítrio; contudo, paradoxalmente, Ele está no controle de tudo. Sendo assim, não devemos esperar que tudo saia exatamente como queremos ou planejamos…
Deus pretendia que Seu povo fosse exemplo de espiritualidade ao mundo. Seu plano era tirar Israel do Egito para torná-lo uma nação influenciadora. Todavia, Israel teimosamente se opunha a estes planos, mesmo com prejuízos titânicos.
Mesmo após a passagem do poderoso profeta Elias e o impactante ministério profético de Eliseu (sem contar que havia outros profetas contemporâneos e mais as escolas dos profetas) duas abominações predominavam em Israel (v. 22):


  1. Prostituições religiosas implantadas por Jezabel;
  2. Muitas feitiçarias.


Perversão religiosa e feitiçaria perniciosa caracterizavam ao povo que deveria iluminar ao mundo com a prodigiosa graça de um Deus amoro que almeja a salvação da humanidade. Depois de tudo o que Deus havia feito em prol do povo, este responde com indiferença, provocação e perversidade.

Não se esqueça! Apesar de tudo, Deus esteve, está e estará no controle! Note:


  • Nenhum pecador, mesmo rei ou rainha, bom ou ruim, consagrado ou profano, tem as rédeas da história nas mãos; pois, é Deus quem governa apesar dos problemas que tem que enfrentar. A profecia havia indicado a unção de Jeú através de Elias alguns anos antes a fim de executar a justiça de Yahweh (I Reis 19:16-17); agora, Eliseu é um dos instrumentos do Céu para conduzir a vontade de Deus na Terra nesse quesito (II Reis 9:1-13).


  • Deus não permite que a sementeira do pecado vire praga pandêmica no mundo; por isso, Sua reação é radical para promover justiça (vs. 14-29). Visando frear a maré do pecado Deus permitiu que Jeú, o qual agia furiosamente, matasse os reis Jorão e Acazias a sangue frio.
  • Embora Deus fique irado quando há crescente onda de pecado, Ele não age sem antes avisar por meio de Seus profetas (vs. 7-10, 30-37; conf. I Reis 21:20-26). Deus anuncia almejando arrependimento; havendo rebeldia, o juízo torna-se imprescindível.


Jezabel é a rainha da vaidade, sedução e perversidade (v. 30) – ícone da beleza falsa! Embora ela tenha muitos seguidores na atualidade, sejamos imitadores de Deus para refletir-Lhe o caráter neste mundo deplorável! 

Heber Toth Armí

domingo, 23 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 8


Neste mundo deplorável Deus é um grande missionário. Ainda que Suas agências missionárias aqui neste planeta se tornem favoráveis ao pecado e se oponham aos Seus princípios, Deus faz Suas investidas para salvar a humanidade.
Leia o capítulo em questão e depois observe com atenção e oração aos sete itens deste capítulo esboçado no Comentário Bíblico Adventista:


  • A sunamita deixa seu país por sete anos para evitar a fome prevista. O milagre de Eliseu a beneficia, e sua terra é restaurada pelo rei (vs. 1-6);
  • Hazael, enviado com um presente de Ben-Hadade a Eliseu em Damasco, depois de ter ouvido a profecia, mata seu mestre e o sucede (vs. 7-15);
  • O ímpio reinado de Jorão em Judá (vs. 16-19);
  • A revolta de Edom e Libna (vs. 20-22);
  • Acazias sucede a Jeorão (vs. 23-24);
  • O ímpio reinado de Acazias (vs. 25-27);
  • Ele visita o ferido Jeorão em Jezreel (vs. 28-29).


A monarquia, a imoralidade e a idolatria das nações impactaram a vida do povo de Deus quando o contrário deveria ter acontecido. É para impedir problemas maiores que afetassem o mundo inteiro que Deus levantou profetas como Elias e Eliseu.
Volte seus olhos para II Reis 5. Naamã saqueou Israel e levou para sua casa uma menina para ser escrava de sua esposa. Com seu comportamento, essa menina impactou ao casal que a tinha como sua propriedade. O comandante leproso foi até Eliseu e foi restaurado e convertido.
Naamã voltou curado para a Síria. Sua posição era importante. Ele era um homem respeitado.


  • Pergunto: Ele recompensou a menina que foi uma bênção em sua vida? A menina foi recompensada por Deus por seu testemunho? Naamã permaneceu fiel a Deus? – São indagações interessantes!


O que sabemos exatamente é que a Síria foi impactada pelo Deus verdadeiro. Hazael, um não-judeu, deveria ser ungido por Deus para reinar na Síria. Provavelmente Elias incumbiu Eliseu dessa unção (I Reis 19:15). Antes disso, Ben-Hadade, rei antes de Hazael, consultou a Eliseu por resposta de Deus!

“Se houvesse mais pessoas como Eliseu, haveria mais reis como Ben-Hadade, testificando da grandeza de Deus. Se houvesse mais fé e obediência em Israel, haveria mais fé e esperança no mundo” (Idem). E, se hoje houvesse mais fé e obediência em nós? 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 7


A vontade do pecador isolada da graça divina não é suficiente se a misericórdia divina não estiver atuando; por outro lado, ainda que a misericórdia, a graça, a bondade e o amor de Deus sejam infinitos, imensuráveis e sobrenaturais sem a reação humana de nada adiantará.

Qual a situação do povo de Deus no capítulo em questão?

O povo de Deus nunca foi perfeito no sentido pleno da palavra. Falhas, pecados, erros, imoralidades, perversidades, politicagens, etc. sempreexistiram. Jorão era um rei incompetente espiritualmente. Consequentemente, revelou sua incapacidade de resolver os problemas do cerco realizado pela Síria; então, rasgou suas vestes reais em sinal de tristeza ao ver o canibalismo descarado entre as mulheres do povo de Deus.
Presos dentro da própria cidade. Regidos pela fome extrema. Assolados pelo exército siro – aliás, por permissão divina devido à indiferença religiosa. Disciplinados graciosamente pelo Deus amoroso. Contudo, não houve reavivamento nem sinal de reforma espiritual nos israelitas.

O que se nota nos 20 versículos deste capítulo?

• Uma profecia divina totalmente positiva, motivadora e esperançosa para o dia seguinte (v. 1);
• Uma dúvida declarada da parte do capitão que era o braço direito do rei do povo de Deus (v. 2);
• A reação positiva de quatro leprosos desesperados diante da situação aflitiva em que se encontravam (vs. 3-5);
• A ação positiva de Deus para ajudar os leprosos e Israel, além de provar que Suas predições por meio de Seus profetas são infalíveis, verdadeiras e literais quando positiva (vs. 3-16) ou quando negativa (vs. 17-20).

Observe que o rei e o povo estavam mais preocupados com comida e bebida diante da crise em que estavam do que em buscar (ou agradecer) a Deus que tem saídas incríveis para todo problema.
Observe também que Deus espantou os inimigos com barulhos (nada mais) fazendo-os fugir desesperadamente. O que Deus não pode fazer se apenas com o som de Sua voz Ele criou o mundo e assustou um exército?
Deus age em prol de pessoas que não reagem a Suas investidas. Deus reage positivamente quando a reação de Seu povo é negativa. É triste… nem com tanto amor, bondade e graça as pessoas reconhecem a Deus.

Pergunto: Por que parece tão difícil reagir positivamente a esse Deus? 

Heber Toth Armí

2 Reis - capítulo 6


“Ele respondeu: Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (v. 16).

Hoje tudo começa com uma situação aparentemente simples e termina com uma humanamente impossível de se resolver. Deus se preocupa com tudo o que nos diz respeito. O desejo do SENHOR é o de atender a todas as nossas necessidades. Ele se compadece de nossos problemas, quer sejam simples, quer sejam de elevada complexidade. Fazer um machado boiar ou cegar todo um exército são ambas ações de um Deus que não se cansa de mostrar o quanto nos ama.
Nossos pecados e nossas imperfeições, por vezes, nos fazem afundar como aquele machado. E nos sentimos tão pesados como um pedaço de ferro. Pensamos que seria impossível nos livrar de tão grande peso. Mas assim como Eliseu usou um pedaço de pau (v. 6) como instrumento no milagre da flutuação do machado, Jesus tomou sobre Si uma cruz e a tornou instrumento que retira de nós toda a culpa, todo o pecado, toda a imperfeição, e nos faz flutuar. Porque o Seu jugo é suave e o Seu fardo é leve (Mateus 11:30).
Eliseu, apesar da rebeldia de Jorão, rei de Israel, seguia em cumprir o ASSIM DIZ O SENHOR. E antes que o inimigo conseguisse se aproximar, o profeta avisava e assim livrava Israel de guerras desnecessárias. Mas agora o exército sírio não marchava mais com o objetivo de atacar Israel, mas sim de capturar Eliseu. A cidade de Dotã foi cercada. Eliseu permanecia calmo e confiante. Mas como? Porque o profeta enxergava o que ninguém mais conseguia ver. Só que o seu moço, em desespero, exclamou: “Ai! Meu senhor! Que faremos?” (v. 15).
Enquanto Eliseu contemplava o poder de Deus, o moço olhava para o arregimentado exército inimigo.
Quantas vezes deixamos de contemplar o sobrenatural porque insistimos em fixar os olhos nos dissabores da vida. Precisamos acreditar que mais são os que estão conosco do que todos os nossos problemas ou inimigos juntos. Vamos relembrar algumas situações aparentemente desvantajosas? 

1-Noé e sua família X todo o mundo que deles zombava. Que lado entrou na arca? 
2-Davi X Golias. Quem venceu?
3-Josué e homens com trombetas X muros intransponíveis e exército bem armado. Que lado foi vitorioso?
4-E o que falar de hoje? Eliseu X um exército inimigo. Já lemos o que aconteceu e que história maravilhosa sobre a vontade do SENHOR em nos revelar o que nossa cegueira espiritual nos impede de ver.

A cegueira daqueles homens do exército sírio representava a cegueira espiritual de Israel. Governados por um rei que escondia seus pecados por dentro das vestes reais (v. 30), o povo chegou à degradação de devorar uns aos outros (v. 29).
Meus irmãos, assim como o SENHOR desejava realizar um grande milagre no meio de Israel, Ele deseja realizar no meio de Seu povo hoje. Podemos estar cegos sem nem ao menos perceber. A cegueira nos leva à fome espiritual, e a fome nos leva a desejarmos nos alimentar do que é abominável ao SENHOR. Por debaixo de vestes de santidade pode haver “pano de saco” (v. 30) de maldade. Quanto mais longe busquemos estar dos olhos do SENHOR, mais nossos olhos cegarão. E quanto mais deixemos de nos alimentar de Sua Palavra, mais fome sentiremos do que alimenta nossa natureza pecaminosa.

  • O exame da Palavra do SENHOR tem nos reavivado poderosamente a cada dia. A Bíblia é o colírio e o alimento que precisamos para que possamos ver e nos sentirmos saciados.
  • Quando confiamos em Deus, Ele deixa nossos pecados nas profundezas e nos faz flutuar em águas tranquilas.
  • Quando confiamos em Deus, Ele abre os nossos olhos para que possamos ver o sobrenatural.
  • Quando confiamos em Deus, Ele sacia a nossa fome com o Pão do Céu (Leiam João 6:35). Lembrem-se: antes do milagre, vem sempre a confiança!


“Oh! Provai e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nEle confia” (Salmo 34:8).

Rosana Barros

sábado, 22 de abril de 2017

2 Reis - capítulo 5


Além de onisciente, Deus é onipotente. O Deus que sabe tudo pode tudo também. E, ainda é onipresente; ou seja, Ele não é limitado pelo espaço nem pela geografia. Para Ele nada está oculto, nada é difícil e nada é distante.
Leia a história em tua Bíblia. Depois prossiga: “O relato começa com a cura de Naamã por Eliseu (vs. 1-19) e conclui com um episódio relacionado a Geazi, o criado do profeta (vs. 20-27)… Geazí é castigado não apenas por sua avareza, senão também por ter agido de forma contrária a seu mestre, atraindo assim a desgraça sobre si mesmo e seus descendentes” (Peter F. Ellis).

O relato apresenta alguns personagens, veja suas características:

1. NAAMÃ: Estrangeiro, honrado, comandante, político, pagão, rico e leproso. Contudo, humildemente aceitou e procurou ajuda, cedeu às orientações do profeta de Deus, foi curado e, finalmente, converteu-se ao verdadeiro Deus, vindo a rejeitar todos os outros deuses.

2. MENINA ANÔNIMA: Derrotada, escrava, talvez órfã, numa cultura desconhecida e sociedade pagã, obrigada a trabalhar na casa do comandante que destruiu seu país, longe de sua igreja. Contudo, ela humildemente permaneceu fiel a Deus. Movida por fé tornou-se instrumento de salvação de seu inimigo.

3. JORÃO: Rei de Israel, líder político do povo de Deus, ignorante quanto a Deus, medroso; consequentemente, quase pôs a perder o testemunho da menina e quase arruinou o plano divino de salvar Naamã.

4. ELISEU: Profeta humilde, sincero, que não se encantou com grifes, riquezas ou honra; mas estava sempre disposto a ajudar àqueles que precisavam principalmente de salvação (Lucas 4:27).

5.OFICIAIS DE NAAMÃ: Foram sábios colaboradores de Deus, auxiliaram na salvação de seu chefe.

6. GEAZI: Religioso ambicioso, ganancioso e mentiroso. Cobiçou as coisas que Eliseu rejeitou e teve consequências.

Destes, com qual você se parece?

Embora neste relato haja tantas pessoas, a história é de Deus, que salva e julga pessoas deste mundo! Salvação e julgamento estão didaticamente expostos no texto inspirado.
Deus conhece a situação de cada indivíduo e pode fazer o que quiser em qualquer lugar, seja de Seu povo ou não. Porém, toda Sua atuação está focada na salvação da humanidade. Portanto, Seus atos na história mundial e individual visam nossa conversão!

Deixe Deus te alcançar!

Heber Toth Armí