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domingo, 22 de janeiro de 2017

Êxodo - capítulo 16


Havia dia que a padaria do Céu não abria para negócio, como fica evidente neste capítulo! Essa iniciativa ensina muitas lições, apenas para quem quer aprender.
Originado em um mundo sem pecado, o sábado sempre foi considerado santo pelo santo Deus (Gênesis 2:1-3). Contudo, nos quatro séculos de trevas espirituais durante a escravidão egípcia, a luz da verdade do sábado foi obscurecida na mente do povo de Deus.
Portanto, o Criador do Universo deu maná todos os dias, com exceção do sábado. Foram 40 anos de peregrinação, aprendizado e amadurecimento espiritual no deserto. Ali “se repetiu por mais de duas mil vezes o milagre do maná em relação com a observância do sábado” (Alberto R. Timm).
Além desta lição importante sobre a importância do sábado como um dia especial, outras lições sobressaem e merecem também nossa atenção:

1. Reclamações do povo refletem desconfiança em Deus; estrategicamente, Deus aplica métodos para desenvolver dependência dEle. Maná é um ato diário da graça divina, sábado um ato semanal desta graça. Nossa aceitação revela nosso compromisso com Deus (vs. 1-5);

2. Reclamação suscita ira em Deus porque revela ingratidão do povo; estrategicamente, Deus atende tais reclamações com chateação – Ele enviou comida agradável, mas não saudável (codornizes) a fim de disciplinar Seu povo (vs. 6-18);

3. O maná, um tipo de farinha que vinha com o sereno, tornava-se imprestável se guardado para outro dia; na sexta-feira caia em dobro para sobrar para o sábado, pois no sábado não caia maná. No sábado não estragava (vs. 19-35). “O milagre semanal que os acompanhava tinha como objetivo impressionar-lhes com a santidade do sábado, evitar que se esquecessem dele e proporcionar-lhes as condições adequadas para sua observância”, explica Timm;

4. Além disso, o maná derretia com o sol, portanto, quem quisesse comer durante o dia deveria levantar cedo para recolhê-lo. A lição: a dependência de Deus deve começar pela manhã todos os dias. O sábado era o auge da dependência. Era um total descanso/confiança na graça divina!

5. O maná devia ser preparado, mostrando que Deus não dá tudo pronto. A nossa dependência de Deus, nossa confiança, leva-nos à ação!


  • Tem gente que refere comer do “pão que o diabo amassou” do que depender do pão da padaria de Deus. Reavivemo-nos! 


Heber Toth ARmí

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