O último e o mais importante fator para a rápida disseminação do milerismo foi seu senso de missão profética e a urgência resultante dessa compreensão.
O milerismo era um movimento motivado por uma missão. O peso da responsabilidade pessoal de advertir o mundo a respeito do fim iminente impeliu Guilherme Miller, Joshua V. Himes e seus colegas mileritas a dedicarem tudo o que tinham para anunciar o julgamento vindouro do mundo. Himes expressou muito bem essa ideia no editorial do primeiro número de Midnight Cry [Clamor da Meia-Noite]: “Nossa obra é de indizível magnitude. Trata-se de uma missão e iniciativa diferente, em alguns aspectos, de tudo que já despertou as energias humanas. […] É um alarme, um clamor bradado por pessoas de todos os grupos protestantes, que agem como atalaias posicionados nos muros do mundo moral, as quais creem que a crise mundial chegou e que, sob a influência dessa fé, se unem na proclamação a todo o planeta: ‘Eis o noivo! Saí ao seu encontro!'”
Devemos enfatizar que a sensação avassaladora de urgência se baseava em uma interpretação das profecias de Daniel e do Apocalipse. Os mileritas acreditavam de todo o coração que tinham uma mensagem que as pessoas precisavam ouvir. Tal crença e a dedicação total que a acompanhava impulsionaram os mileritas a uma missão incansável.
Essa mesma visão, baseada nas mesmas profecias, também deu origem à principal missão dos adventistas do sétimo dia. Desde o início, os adventistas guardadores do sábado não se viam como apenas mais uma denominação. Ao contrário, eles compreendiam que seu movimento e sua mensagem eram um cumprimento da profecia. Consideravam-se um povo profético com a mensagem divina dos últimos dias para anunciar a todo o mundo antes da colheita da Terra (Ap 14:14-20).
É a perda dessa perspectiva que tanto tem ameaçado a relevância e o sentido real do adventismo dos dias atuais. A falta dessa visão retarda o crescimento da igreja e pode transformar o adventismo de um movimento a um monumento desse movimento e talvez até mesmo em um museu do monumento do movimento.
Pai celeste, ajuda-nos a manter viva nossa missão profética e a urgência da pregação do evangelho.– Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo. Apocalipse 14:6
O último e o mais importante fator para a rápida disseminação do milerismo foi seu senso de missão profética e a urgência resultante dessa compreensão.
O milerismo era um movimento motivado por uma missão. O peso da responsabilidade pessoal de advertir o mundo a respeito do fim iminente impeliu Guilherme Miller, Joshua V. Himes e seus colegas mileritas a dedicarem tudo o que tinham para anunciar o julgamento vindouro do mundo. Himes expressou muito bem essa ideia no editorial do primeiro número de Midnight Cry [Clamor da Meia-Noite]: “Nossa obra é de indizível magnitude. Trata-se de uma missão e iniciativa diferente, em alguns aspectos, de tudo que já despertou as energias humanas. […] É um alarme, um clamor bradado por pessoas de todos os grupos protestantes, que agem como atalaias posicionados nos muros do mundo moral, as quais creem que a crise mundial chegou e que, sob a influência dessa fé, se unem na proclamação a todo o planeta: ‘Eis o noivo! Saí ao seu encontro!'”
Devemos enfatizar que a sensação avassaladora de urgência se baseava em uma interpretação das profecias de Daniel e do Apocalipse. Os mileritas acreditavam de todo o coração que tinham uma mensagem que as pessoas precisavam ouvir. Tal crença e a dedicação total que a acompanhava impulsionaram os mileritas a uma missão incansável.
Essa mesma visão, baseada nas mesmas profecias, também deu origem à principal missão dos adventistas do sétimo dia. Desde o início, os adventistas guardadores do sábado não se viam como apenas mais uma denominação. Ao contrário, eles compreendiam que seu movimento e sua mensagem eram um cumprimento da profecia. Consideravam-se um povo profético com a mensagem divina dos últimos dias para anunciar a todo o mundo antes da colheita da Terra (Ap 14:14-20).
É a perda dessa perspectiva que tanto tem ameaçado a relevância e o sentido real do adventismo dos dias atuais. A falta dessa visão retarda o crescimento da igreja e pode transformar o adventismo de um movimento a um monumento desse movimento e talvez até mesmo em um museu do monumento do movimento.
Pai celeste, ajuda-nos a manter viva nossa missão profética e a urgência da pregação do evangelho.
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