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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - O Espírito dos Fariseus

Honroso é para o homem o desviar-se de contendas. Provérbios 20:3


Ellen White “discerniu, desde o início do encontro [em Mineápolis], um espírito que a perturbou”, uma atitude que ela nunca vira antes entre os colegas de liderança e pastores. Ela se sentiu incomodada porque era algo “tão diferente do espírito de Jesus, tão contrário ao espírito que deve ser exercido uns para com os outros” (Man. 24, 1888), que ela viria a chamar essa hostilidade de “espírito de Mineápolis” ou “espírito dos fariseus”. A compreensão da atitude exibida em Mineápolis é essencial para compreendermos a dinâmica das reuniões de 1888 e o futuro da história adventista.
Uma descrição completa do espírito de Mineápolis, conforme o retrato feito por Ellen White, teria as características mencionadas a seguir. Primeiro, demonstrava sarcasmo e zombaria em relação aos defensores da reforma da denominação. Alguns, por exemplo, se referiam a Waggoner como o “capacho da irmã White”. Segundo, levava à crítica. Terceiro, muitos manifestavam suspeitas maldosas, ódio e inveja. Quarto, despertava “sentimentos” e atitudes “mordazes”. Quinto, aqueles que o possuíam estavam “embriagados com o espírito de resistência” à voz do Espírito. Sexto, induzia os participantes a falar de maneira calculada para inflamar uns contra os outros a respeito daqueles que defendiam posições doutrinárias contrárias. Sétimo, fomentava contendas e debates doutrinários, em vez de o espírito de Jesus. Oitavo, gerava uma atitude de “jogar com palavras” e “preocupar-se com minúcias” nas discussões doutrinárias. Em suma, o espírito manifesto era “descortês, deselegante e nada cristão”.
Um dos aspectos que mais se destaca no espírito de Mineápolis é que ele resultou do desejo de proteger os antigos “marcos” doutrinários adventistas. Ellen White lastimou o fato de que “uma diferença na aplicação de algumas passagens bíblicas faça os homens esquecerem seus princípios religiosos” (Man. 30, 1889). Ela declarou: “Deus me livre das ideias de vocês […] se recebê-las me tornar tão não cristã em espírito, palavras e obras” (Man. 55, 1890).
A tragédia de Mineápolis foi que, na tentativa de preservar a pureza doutrinária e as interpretações tradicionais das Escrituras, a liderança de Battle Creek perdeu todo seu cristianismo.
Senhor, salva-nos do espírito dos fariseus. Enche-nos do espírito de Jesus em tudo aquilo que tivermos para fazer hoje.

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