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sábado, 15 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Lei Dominical Nacional

Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. Apocalipse 13:12



O divisor de águas da questão dominical ocorreu em 21 de maio de 1888, quando o senador de New Hampshire, Henry Blair, propôs um projeto de lei para o Senado norte-americano, no sentido de promover a observância o domingo “como dia de culto religioso”.
O projeto de lei dominical de Blair para todo o país foi o primeiro do tipo a ser aprovado pelo Congresso desde o início do movimento adventista nos anos 1840. Quatro dias depois, ele submeteu a proposta de uma emenda à constituição dos Estados Unidos para cristianizar o sistema nacional de educação pública.
Os adventistas do sétimo dia não ignoraram a importância profética dos projetos de lei de Blair. A empolgação escatológica em relação ao movimento pró-lei dominical foi um dos fatores que contribuiu para o aumento das tensões no período anterior à Assembleia da Associação Geral de 1888.
A crise escatológica criou uma atmosfera emocional diretamente ligada a duas outras questões que viriam à tona nas reuniões de Mineápolis. A primeira dizia respeito à interpretação das profecias, sobretudo as do livro de Daniel. A segunda colocaria em foco a função da lei de Deus no plano da salvação, com os adventistas debatendo sobre seu papel no livro de Gálatas.
É impossível compreender a exaltação emocional dos participantes das reuniões de 1888, sem levar em conta que os adventistas sentiam já estar enfrentando o fim dos tempos, por causa da crise dominical.
Stephen Haskell escreveu pouco antes do início da sessão que a liberdade dos guardadores do sábado logo seria retirada e que em breve eles poderiam ser encontrados dando testemunho nos tribunais e nas prisões.
Com isso em mente, não é difícil perceber por que alguns líderes adventistas reagiram de maneira agressiva e emocional quando Jones e Waggoner começaram a questionar a validade de alguns aspectos da interpretação profética e da teologia da lei predominantes na igreja até então. Segundo seu modo de ver, tais questões ameaçavam o cerne da identidade adventista em um momento de grande crise.
A linha entre uma reação equilibrada e exagerada costuma ser bem tênue. Que o Senhor nos ajude a não só discernir a diferença, como também colocar em prática a maneira mais saudável tanto em nossa vida dentro da igreja quanto na esfera particular.

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