MUDAMOS O MUNDO COM UMA
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CARINHO E
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Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
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Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

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sábado, 29 de julho de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Gigantes existiram?


“Naqueles dias havia nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos” (Gênesis 6:4). Algumas traduções trazem o termo “nefilins” como “gigantes”. Por enquanto, não há evidência fóssil desses gigantes. Não há descoberta ou qualquer achado que possamos ligar a esse texto. Existe muita especulação que até rendeu uma série no History Channel com o nome “Em Busca de Gigantes”. Essa especulação inspira nossa imaginação, mas não podemos dizer que esses fósseis existem nem que foram encontrados. Antes do dilúvio, a Terra era bem diferente. Pelo registro fóssil, vemos que existiu uma megafauna e uma megaflora. Sabemos que as condições climáticas, relevo, alimentação e outros fatores eram totalmente diferentes. Levando em consideração todas as informações de que dispomos do período antediluviano, sabemos que os seres humanos eram diferentes. Viviam mais e, com certeza, eram maiores. Porém, não temos em mãos esse registro fóssil humano. 

O termo “nefilim” vem do hebraico נְפִלנ ְפִיל, que significa “desertores”, “caídos”, “derrubados”, porém, esse termo é uma variação de נָפַל, uma forma causativa do verbo “nafál” ou “nefal” (cair, queda, derrubar, cortar). Ou seja, refere-se à ideia de dividido, falho, queda, perdido, mentiroso, desertor. Literalmente, os que fazem os outros cair ou mentir.

Essa passagem bíblica traz muita controvérsia. Se lermos os primeiros versículos, encontraremos alguns versos que podem complicar nossa interpretação.

“Quando os homens começaram a se multiplicar na terra e lhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram bonitas e escolheram para si aquelas que lhes agradaram. Então disse o Senhor: ‘Por causa da perversidade do homem, Meu Espírito não contenderá com ele para sempre; e ele só viverá cento e vinte anos.’ Naqueles dias havia nefilins na terra, e também posteriormente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos. O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal” (Gênesis 6:1-5).

Alguns erradamente alegam que os “filhos de Deus” eram anjos caídos (demônios), os quais teriam se relacionado com fêmeas humanas e/ou habitado os corpos de machos humanos para então se relacionar com as fêmeas humanas. Essa união teria dado origem a filhos, os nefilins, os quais eram “os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama” (Gênesis 6:4).

Os “filhos de Deus” não poderiam ser anjos, porque anjos são seres espirituais (Hebreus 1:14) e não têm relações sexuais (Mateus 22:30; Marcos 12:25; Lucas 20:34-36). Se estudarmos o contexto (os capítulos próximos) de Gênesis 6, veremos que os “filhos de Deus” eram os descendentes de Sete, fiéis a Deus (Gênesis 5), e as “filhas dos homens” eram descendentes de Caim, rebeldes contra Deus (Gênesis 4:1-24). Depois que houve essa união entre os dois grupos, que foi reprovada por Deus, apenas Noé e sua família permaneceram leais a Deus (Gênesis 6:8-10).

Se os homens antediluvianos eram maiores, esses neflins possivelmente fossem maiores ainda, aguçando mais nossa imaginação. De acordo com as lendas hebraicas (O livro de Enoque e outros livros não bíblicos), eles eram uma raça de gigantes e “super-heróis” que fizeram atos de maldade.

Tudo o que a Bíblia diz diretamente sobre eles é que eram “os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama” (Gênesis 6:4). Os nefilins não eram alienígenas, mas, sim, seres físicos e reais, produzidos da união entre os filhos de Deus e as filhas do homens (Gênesis 6:1-4). Devemos ter cuidado em não utilizar textos duvidosos, não canônicos para sustentar nossas explicações. Também devemos ter cuidado em não criar problemas teológicos com o restante das Escrituras em nossas interpretações.

Existiram mais gigantes depois do dilúvio, como vemos em Gênesis 6:4, que diz: “Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois...” No entanto, é provável que tenha sido em uma escala muito menor do que antes do dilúvio. Quando os israelitas espionaram a terra de Canaã, eles disseram a Moisés: “Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.” No entanto, essa passagem não diz especificamente que eram os nefilins de quem estavam falando, apenas que os espiões achavam que tinham visto nefilins. É mais provável que os espiões tenham testemunhado pessoas muito altas em Canaã e, por engano, acharam que eles fossem nefilins (Josué 11:21, 22; Deuteronômio 3:11; 1 Samuel 17).

(Onze de Gênesis)

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Torossauro



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Subordem: Marginocephalia
  • Infraordem: Ceratopsia
  • Família: Ceratopsidae
  • Género: Torosaurus



O torossauro (Torosaurus latus, do latim "lagarto perfurado") foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede. Media em torno de 7 metros de comprimento, 2,5 metros de altura e pesava de 4 a 8 toneladas. O que confunde muitos os paleontólogos é que o Triceratops é ou não um torossauro adolescente, pois apresentavam uma cabeça com a mesma forma. E seu corpo eram semelhantes.
O torossauro viveu na América do Norte e foi descoberto em 1891 por John Bell Hatcher, sendo batizado pelo seu patrão, Othniel Charles Marsh.

Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 4 de abril de 2017

Pentacerátopo




  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Subordem: Marginocephalia
  • Infraordem: Ceratopsia
  • Família: Ceratopsidae
  • Género: Pentaceratops


O pentacerátopo (Pentaceratops sternbergi, do grego "cara com cinco chifres") foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede. Media em torno de 7 metros de comprimento e pesava de 2,5 a 5,8 toneladas.
O pentacerátopo viveu principalmente na América do Norte. Possuía cinco chifres na cabeça, um na ponta do nariz, outros dois na parte de cima do crânio e mais dois menores na parte de baixo.

Texto: wikipédia
Imagens: google

quinta-feira, 30 de março de 2017

Paquirinossauro



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Subordem: Marginocephalia
  • Infraordem: Ceratopsia
  • Família: Centrosauridae
  • Género: Pachyrhinosaurus


O paquirrinossauro (Pachyrhinosaurus canadensis) foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede. Media de 5,5 a 7 metros de comprimento, 3,5 metros de altura e pesava em torno de 3 toneladas.
O paquirrinossauro viveu na América do Norte e seus fósseis foram encontrados no Alasca e em Alberta, no Canadá. O paquirrinossauro era um centrossauríneo no mínimo incomum, já que não possuía chifres, mas sim uma grande saliência óssea na parte de cima do nariz, usada com os mesmos fins que os chifres nos demais dinossauros de sua família, ou seja, disputas pelas fêmeas e pelo controle do bando.
Deviam existir grandes manadas de paquirrinossauros vagando pela América do Norte. Acredita-se também que esses dinossauros migravam de acordo com as estações do ano.
Para decidir o novo líder da manada os paquirrinossauros faziam disputas de cabeçadas, geralmente o líder contra todos os jovens machos adultos.

Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 28 de março de 2017

Nasutoceratops



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Subordem: Ceratopsia
  • Família: Ceratopsidae
  • Género: Nasutoceratops
  • Espécie: N. titusi


Nasutoceratops titusi é uma espécie de dinossauro da família Ceratopsidae. Tinha dois chifres longos acima dos olhos e media cerca de cinco metros de comprimento. É a única espécie descrita para o gênero Nasutoceratops. Seus restos fósseis foram encontrados na formação Kaiparowits, Utah.

Texto: wikipédia
Imagens: google

sábado, 25 de março de 2017

Carcharodon megalodon — Megalodonte



Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Subclasse: Elasmobranchii
Ordem: Lamniformes
Família: Lamnidae
Género: Carcharodon

Espécie: C. megalodon

Carcharodon megalodon (também denominado megalodonte ou tubarão branco-gigante) foi uma espécie de tubarão gigante que viveu no Oceano Pacífico.
Os dentes são em muitos aspectos similares aos do tubarão-branco atual (Carcharodon carcharias), mas com um tamanho que pode superar os 17 centímetros de comprimento, pelo que se pode considerar a existência de um estreito parentesco entre as espécies. No entanto, alguns investigadores opinam que as similitudes entre os dentes de ambos os animais são produto de um processo de evolução convergente. Por causa de seus grandes dentes que o nomearam Megalodonte que significa "dente enorme".
O tamanho desta criatura era entre 15 e 20 metros, com um peso que podia chegar as 50 toneladas. O Megalodonte era três vezes maior que o tubarão-branco atual. As primeiras reconstituições com comprimentos que podiam chegar aos 10 metros, consideram-se de maneira geral como pouco precisas.
Existe a teoria de que os megalodontes adultos se alimentavam de baleias e que se extinguiram quando os mares polares se tornaram demasiado frios para a sobrevivência dos tubarões, permitindo que as baleias pudessem estar a salvo deles durante o verão.

Texto: wikipédia
Imagens: google

quinta-feira, 23 de março de 2017

Einiosaurus


  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Família: Ceratopsidae
  • Subfamília: Centrosaurinae
  • Género: Einiosaurus

Einiosaurus(lagarto búfalo) foi um dinossauro da família Ceratopsidae que viveu no noroeste de Montana.
Era um dinossauro herbívoro quadrúpede com 6 metros de comprimento e possuía um chifre nasal curvado para baixo, somente nos adultos. Seus membros dianteiros eram menores que as traseiros. Se assemelhava muito com seu parente Triceratops.

Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 21 de março de 2017

Chasmossauro




  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Subfamília: Ceratopsinae
  • Género: Chasmosaurus

O chasmossauro (Chasmosaurus, do grego "lagarto com fenda") foi uma género de dinossauro ceratopsídeo de tamanho médio que viveu na América do Norte. Media de 5 a 6 metros de comprimento e pesava em torno de 3,6 toneladas. Como todo ceratopsiano, era herbívoro.

Texto: wikipédia
Imagens: google

sábado, 18 de março de 2017

Xonissauro




  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Subfilo: Vertebrata
  • Infrafilo: Gnathostomata
  • Superclasse: Tetrapoda
  • Classe: Sauropsida
  • Subclasse: Diapsida
  • Superordem: Ichthyopterygia
  • Ordem: Ichthyosauria
  • Família: Shastasauridae
  • Género: Shonisaurus

O xonissauro era um gênero de ictiossauro " peixe réptil " que viveu no Oeste dos EUA e era um réptil marinho que atingiu proporções gigantescas, podia medir pouco mais de 15 metros de comprimento e estima-se que podia chegar a pesar mais de 40 toneladas, sem duvida foi um dos maiores répteis marinhos que já existiram e só não é o maior ictiossauro conhecido porque recentemente foi encontrado um maior ainda com 23 metros de comprimento no Canadá. 

Texto: wikipédia
Imagens: google

quinta-feira, 16 de março de 2017

Arquelônio



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Ordem: Testudinata
  • Subordem: Cryptodira
  • Família: Protostegidae
  • Género: Archelon
  • Espécie: A. ischyrus

Arquelônio (Archelon ischyrus) é uma grande tartaruga marinha que foi encontrado nos Estados Unidos, ela tinha 3 a 4 metros de comprimento e pesava em torno de 1,5 a 2 toneladas. Ela habitou nos oceanos quentes e rasos da atual América do Norte. Tendo 4 metros de comprimento (duas vezes maior que a tartaruga marinha moderna), é o maior representante do grupo das tartarugas.
Tinha uma concha larga e plana, nadadeiras fortes, um rabo pequeno e em geral era muito parecido com as tartarugas marinhas de hoje. Era do tamanho de um carro e nadava com extrema agilidade nos mares cretáceos.

Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 14 de março de 2017

Centrossauro



Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Superordem: Dinosauria
Ordem: Ornithischia
Subordem: Marginocephalia
Infraordem: Ceratopsia
Família: Ceratopsidae

Género: Centrosaurus

O centrossauro ou eucentrossauro (Centrosaurus apertus, do latim "lagarto pontiagudo") foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede. Media em torno de 6 metros de comprimento e pesava cerca de 4 toneladas.
O centrossauro foi um dos maiores dinossauros com chifre da América do Norte.

Texto: wikipédia
Imagens: google

sábado, 11 de março de 2017

Liopleurodon


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Superordem: Sauropterygia
Ordem: Plesiosauria
Subordem: Pliosauroidea
Família: Pliosauridae
Género: Liopleurodon

Liopleurodon é um gênero de réptil marinho fóssil da família Pliosauridae. Foi um carnívoro relativamente grande e podia chegar a medir cerca de 7 metros de comprimento e com um peso estimado em 1,5 toneladas . A espécie-tipo deste gênero é Liopleurodon ferox, primeiro identificado por H.E Sauvage em 1873 e que viveu em mares europeus, principalmente nos mares da Inglaterra, e possuía rotas migratórias.
Quatro membros semelhantes a remos e muito fortes, sugerem que o Liopleurodon era um nadador veloz e bem ágil, o que o tornava um Médio predador marinho.


Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 7 de março de 2017

Anchicerátopo



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Subordem: Marginocephalia
  • Infraordem: Ceratopsia
  • Micro-ordem: Neoceratopsia
  • Família: Ceratopsidae
  • Género: Anchiceratops

O anchicerátopo (Anchiceratops ornatus, do latim "quase uma cara com chifre") foi uma espécie de dinossauro herbívoro e quadrúpede. Media cerca de 6 metros de comprimento e pesava cerca de 4 toneladas.
O anchicerátopo viveu na América do Norte e foi descoberto em Alberta, Canadá no ano de 1914. Assim como muitos integrantes de sua família, os anchicerátopos viviam em grandes rebanhos e dificilmente eram vítimas de predadores.

Texto: wikipédia
Imagens: google

sábado, 4 de março de 2017

Cronosaurus



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Sauropterygia
  • Ordem: Plesiosauria
  • Família: Pliosauridae
  • Género: Kronosaurus


O Kronossauro (Kronosaurus queenslandicus, que habitou os mares da Austrália, na região onde hoje é Queensland, e Kronosaurus boyacensis, que habitou onde hoje é a Colômbia),cujo nome significa Lagarto de Kronos, foi um grande pliossauro carnívoro que viveu nos oceanos.
Os Kronossauros não eram dinossauros, mas gigantescos répteis marinhos do grupo dos plesiossauros. Como os outros animais deste grupo, os kronossauros possuíam quatro potentes barbatanas.
Os paleontólogos acreditam que este animal era bem mais veloz que os plesiossauros de pescoço longo, pois seu corpo era mais hidrodinâmico. 
Os exemplares de maior porte atingiam 9 a 10 metros de comprimento, dos quais um quarto correspondia à cabeça.

Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Espinossauro



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Saurischia
  • Subordem: Theropoda
  • Infraordem: Tetanurae
  • Micro-ordem: Carnosauria
  • Família: Spinosauridae
  • Género: Spinosaurus
  • Espécie: S. aegyptiacus

O Espinossauro (Spinosaurus aegyptiacus cujo nome significa Lagarto Espinho) foi uma espécie de dinossauro carnívoro que andava como um quadrúpede e como um bípede, era retratado como um bípede antes por causa do filme Jurassic Park 3 de 2001, mas novas descobertas dizem que se locomovia mais em posição quadrúpede em terra firme. Ele principalmente na região que é hoje o norte da África. Foram também descobertos dentes e vértebras de espinossaurídeos no Brasil tais como o Oxalaia quilombensis e o Irritator challengeri, especialmente na região que atualmente corresponde ao estado do Ceará.
O Espinossauro foi o maior dinossauro terópode que já existiu, com adultos medindo em torno de 6 metros de altura, no máximo e 15 metros de comprimento e pesando possivelmente até 7 toneladas. Possuíam grandes prolongações espinhais nas vértebras de suas costas, as maiores podendo chegar a 2 metros o que lhe conferiu o nome de "lagarto espinho". Esses prolongamentos são recobertos por uma pele fina. Os cientistas cogitam como possíveis funções (independentes, mas não mutuamente exclusivas) dessa vela dorsal, a termorregulação (armazenando o calor do sol, dando-lhe a vantagem de ser mais ágil que os outros répteis), exibição (sexual ou para intimidação de rivais) ou apenas um efeito visual durante o nado. Seus braços e sua mandíbula eram extremamente longos que serviam para pegar grandes peixes. Ele foi o primeiro dinossauro semi-aquático a ser descoberto.

Texto: wikipédia
Imagens: google

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Raphus cucullatus — Dodô


  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Aves
  • Ordem: Columbiformes
  • Família: Columbidae
  • Subfamília: Raphinae
  • Género: Raphus
  • Espécie: R. cucullatus

O dodô (português brasileiro) ou dodó (português europeu), também chamado de dronte (nome científico: Raphus cucullatus), foi uma ave não‐voadora endêmica da ilha Maurício, uma das ilhas Mascarenhas na costa leste da África, perto de Madagascar. A ave mais próxima geneticamente foi a também extinta solitário-de-rodrigues, também da subfamília Raphidae da família dos pombos; sendo que a mais semelhante ainda viva é o pombo-de-nicobar. Durante algum tempo, pensou-se erroneamente que o dodô branco existisse na ilha de Reunião.
O dodô tinha cerca de um metro de altura e podia pesar entre 10 e 18 quilogramas na natureza. A aparência externa é evidenciada apenas por pinturas e textos escritos no século XVII, e, por causa dessa considerável variabilidade, levando-se em conta que poucas descrições são conhecidas, a aparência exata é um mistério. Semelhantemente, pouco se sabe com exatidão sobre o habitat e o comportamento. Tem sido descrito com plumagem cinza acastanhado, pata amarela, um tufo de penas na cauda, cabeça cinza sem penas, e o bico preto, amarelo e verde. A moela ajudava a ave a digerir os alimentos, incluindo frutas, e acredita-se que o principal habitat tenha sido as florestas costeiras nas áreas mais secas da ilha. Presume-se que o dodô tenha deixado de voar devido à facilidade de se obter alimento e a relativa inexistência de predadores em Maurício.
A primeira menção ao dodô da qual se conhece foi através de marinheiros holandeses em 1598. Nos anos seguintes, o pássaro foi predado por marinheiros famintos, seus animais domésticos e espécies invasoras foram introduzidas durante esse tempo. A última ocasião aceita em que o dodó foi visto data de 1662. A extinção não foi imediatamente noticiada e alguns a consideraram uma criatura mítica. No século XIX, pesquisas conduziram a uma pequena quantidade vestígios, quatro espécimes trazidos para a Europa no século XVII. Desde então, uma grande quantidade de material subfóssil foi coletada em Maurício, a maioria do pântano Mare aux Songes. A extinção do dodó em apenas cerca de um século após seu descobrimento chamou a atenção para o problema previamente desconhecido da humanidade envolvendo o desaparecimento por completo de diversas espécies.
Por fim, o dodó ficou amplamente conhecido por fazer parte de Alice no País das Maravilhas, sendo parte da cultura popular, frequentemente como um símbolo da extinção e obsolescência. É frequente o uso como mascote das Ilhas Maurícias.

Texto: wikipédia
Imagens: google

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Plesiopleurodon



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Ordem: Plesiosauria
  • Família: Polycotylidae
  • Género: Plesiopleurodon

O Plesiopleurodon é um gênero extinto de pliossauro que viveu nos mares da América do Norte. Foi nomeado por Carpenter, baseado em um crânio completo com mandíbula, vértebras do pescoço e um coracóide direito. Ele foi retirado da Belle Fourche Shale (inferior Cenomaniano), no Cascavel Hills de Wyoming. Ao nomear o espécime, Carpenter (1996) observou que "De todos pliossauros conhecidos, o Plesiopleurodon é o que mais se assemelha ao Liopleurodon ferox do Oxfordian, da Europa, daí a referência genérica." A espécie é caracterizada por uma longa mandíbula estreita com 8 pares de dentes facetados, dentes que eram quase circulares e em secção transversal que eram roliços na superfície exterior (exceto perto da base), nervuras do pescoço, vértebras curtas na cabeça e um longo fino osso interpeitoral no coracóide.
Com seus 15 metros de comprimento, era capaz de comer tubarões e peixes de tamanho considerável, cefalópodes e até outros plesiossauros, e também acredita-se que esse gigante poderia saltar da água para abocanhar grandes Pterossauros que pescavam em alto-mar.

Texto: wikipédia
Imagens: google

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Anquilossauro



  • Reino: Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Reptilia
  • Superordem: Dinosauria
  • Ordem: Ornithischia
  • Subordem: Thyreophora
  • Infraordem: Ankylosauria
  • Família: Ankylosauridae
  • Género: Ankylosaurus


Anquilossauro foi um dinossauro herbívoro que viveu no que corresponde hoje à América do Norte. Este animal pesava entre 7 a 9 toneladas (mais que um elefante) e media cerca de 9 metros de comprimento e 2 metros de altura. O Anquilossauro tinha o corpo totalmente protegido por uma armadura, sendo que a única parte vulnerável de de seu corpo era a barriga. A ponta de sua cauda tinha uma espécie de clava óssea, cujos golpes atingiam 2 toneladas de força e poderiam facilmente quebrar a perna de grandes predadores. Essa carapaça nas costas é comum a todos os dinossauros da família ankylosauridae.
Embora fosse lento e de inteligência limitada, era um dinossauro muito difícil de ser abatido. Sua técnica de defesa consistia em ficar de costas para seu predador e ameaçá-lo com a clava em sua cauda. Como uma segunda defesa, protegia a cabeça e a barriga. Um único golpe de sua clava quebraria a perna de um Tiranossauro.

Texto: wikipédia
Imagens: google

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Moa



Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Dinornithiformes
Família: Dinornithidae

As moas são um grupo extinto de nove espécies (em seis gêneros) de aves não voadoras endêmicas da Nova Zelândia. As duas maiores espécies, Dinornis robustus e Dinornis novaezelandiae, atingiam 3,6 metros de altura com o pescoço estendido e pesavam cerca de 230 kg. Quando os polinésios se estabeleceram na Nova Zelândia, por volta do ano 1280, a população de moas era de cerca de 58.000 indivíduos.
As moas pertencem à ordem Dinornithiformes, tradicionalmente colocadas no grupo ratita. Entretanto, seu parentesco mais próximo, encontrado através de estudos genéticos, é com as aves Tinamiformes da América do Sul. Estas são aves capazes de voar e antes eram consideradas um grupo irmão dos ratitas. As nove espécies de moa não tinham asas e nem vestígios de asas, sendo esta última uma característica comum a todos os outros ratitas. Elas eram os herbívoros dominantes nas florestas da Nova Zelândia por milhares de anos e, até a chegada dos maoris, eram caçadas apenas pela Águia-de-Haast. A extinção das moas ocorreu por volta de 1300 EC-1440 EC, sendo a causa principal sua caça excessiva pelos maoris.

Texto: wikipédia
Imagens: google