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quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Isaías - capítulo 13
Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.
Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).
O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.
A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):
1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).
Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!
Viva com esperança! Deus é Soberano!
Heber Toth Armí
Isaías recebeu do Senhor uma visão da queda de Babilônia que foi derrubada pelos medos e persas sob Ciro em 538 aC. Esta visão foi dada pelo Senhor, como podemos ver no versículo 19, que diz: ” Babilônia, a jóia dos reinos, … será destruída por Deus, à semelhança de Sodoma e Gomorra” (NVI). Imagens vívidas brilharam diante dos olhos de Isaías e ele percebeu que sua audiência poderia confundir esses eventos com a vinda do Senhor no fim dos tempos. Ele queria tornar distintos estes dois eventos mas ele discorre sobre ambos.
Sabemos do sonho de Nabucodonosor em Daniel 2, que o mundo e seus reinos chegarão ao seu fim quando a Pedra atingir os pés da imagem. Os anjos são os instrumentos de indignação de Deus para destruir a terra (Is 13:5). Isto não se aplica somente à Babilônia ou ao território entre os dois grandes rios [Mesopotâmia], mas, sim, a toda a terra. “Chorem, pois o dia do Senhor está perto; virá como destruição” (v. 6). “Castigarei o mundo por causa da sua maldade” (v. 11) – não apenas os babilônios, mas o mundo inteiro. “Por isso farei o céu tremer, e a terra se moverá do seu lugar … no dia do furor da sua ira.” (v. 13).
Então Isaías pinta em detalhes um quadro da queda de Babilônia (v. 17-22). O Senhor diz a Isaías, cerca de 163 anos antes, que Babilônia seria derrubada pelos medos e os persas. Deus colocou limites aos reinos da terra desde o império Assírio nos dias de Isaías até a Segunda Vinda. A queda de Babilônia seria tão completa que ninguém mais a habitaria, nem mesmo os animais e os pássaros. “O tempo dela está terminando, e os seus dias não serão prolongados. Seu tempo está prestes a vir e os seus dias não se prolongarão” (v. 22).
Querido Deus,
Concede-nos a perspectiva de Isaías para que estejamos sempre seguros da Tua vitória final. Amém.
Koot van Wyk
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