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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Novas Questões – 2

Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. Mateus 16:16



Ontem mencionamos que os primeiros pregadores adventistas sentiam a necessidade de enfocar em assuntos que os distinguiam, como o sábado, em vez de se concentrar nas doutrinas que tinham em comum com os outros cristãos.
O método de entrar em uma comunidade desafiando um pastor proeminente a um debate público parecia dar certo. Afinal, antes do surgimento da televisão, o melhor programa em uma cidade pequena podia ser assistir a dois pregadores discutindo sobre o tempo que as pessoas passariam sofrendo no inferno. De todo modo, os evangelistas adventistas não pareciam ter dificuldades de atrair uma multidão para ouvir sua mensagem.
No entanto, o período de 40 anos dando destaque às verdades adventistas distintivas numa atmosfera de debate, em detrimento das doutrinas cristãs gerais, teve dois efeitos prejudiciais. Em primeiro lugar, favoreceu o desenvolvimento de alguns adventistas bem combativos, traço de personalidade que perturbou a denominação nos acontecimentos ligados às reuniões de 1888.
Além disso, as quatro décadas de ênfase excessiva nos ensinos distintivos, e negligência das doutrinas em comum levaram a uma separação entre os adventistas e os outros grupos cristãos. No meio da década de 1880, a questão havia assumido proporções problemáticas. A igreja fizera um excelente trabalho no que diz respeito à identidade adventista, mas perdera de vista as esferas mais amplas que tornavam o adventismo uma crença cristã.
O adventismo precisava de uma correção de rumo. Dois jovens adultos do oeste dos Estados Unidos – Alonzo T. Jones e Ellet J. Waggoner – deram início a essa correção. A princípio, Jones e Waggoner pareciam fazer um ajuste doutrinário, ao conferir um papel mais destacado a Cristo e à fé, na teologia adventista, e uma posição de menor proeminência à lei.
Entretanto, os líderes da denominação – George Butler e Uriah Smith – viram tal “correção” como um grande terremoto teológico. Consideravam os novos ensinos uma subversão do adventismo histórico, com sua ênfase na lei e nas obras.
Por isso, lutaram com toda a força, que não era pequena, uma vez que exerciam influência direta sobre os pastores de uma denominação que ainda contava com cerca de 25 mil membros em todo o mundo.
Senhor, ajuda-nos a aprender, por meio de nossa história, lições de equilíbrio teológico em nossa caminhada contigo.

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