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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Conheça George Butler

Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os perversos são derribados pela calamidade. Provérbios 24:16


Algumas pessoas simplesmente são mais duronas do que outras. Esse era o caso de George Butler, presidente da Associação Geral em 1888. Em seus melhores momentos, ele conseguia ser bem honesto a respeito de si mesmo. Talvez a autoanálise mais precisa e perceptiva que ele fez foi ao escrever, em 1886: “[Tenho] naturalmente […] ferro demais em minha natureza” e muito pouco do amor de Jesus.
“A escola na qual fui treinado para resistir a todo tipo de influência favoreceu muito a permanência do ferro, tornando-me rígido.”
O último comentário pode nos ajudar a compreender a “dureza” de muitos dos líderes adventistas do século 19. Não era fácil liderar um movimento pequeno e desprezado, que não proporcionava nenhuma segurança terrena e não tinha quase nenhuma instituição para conferir prestígio numa época em que o desapontamento milerita ainda era uma vívida lembrança na sociedade. Somente indivíduos cheios de força de vontade teriam condições de ser bem-sucedidos quando Butler começou a assumir funções administrativas. Uma vontade férrea era imprescindível para a maioria dos adventistas pioneiros antes que o movimento se transformasse em uma religião mais “confortável” e respeitável.
Butler tinha o necessário para sobreviver em meio a uma fase como aquela, mas o preço a pagar foi o “ferro”. Por isso, descreveu-se em 1886 como alguém que pendia “um pouco para o lado brigão”. Sentindo que fora agressivo demais com Waggoner no início do conflito sobre Gálatas, escreveu para Ellen White que “queria ser como Jesus – sábio, paciente, terno, manso de coração [e] franco”, com “amor pela justiça e equidade a todos”. Lamentou o fato de “haver uma porção considerável da natureza humana ainda em mim” e de travar “grandes lutas com o velho homem”. Butler queria que sua velha natureza morresse “de uma vez por todas”.
Todavia, tal desejo demorou a se cumprir. Na experiência dele, assim como acontece com a maioria de nós, o processo de santificação era verdadeiramente uma obra para a vida inteira. Ao escrever para John H. Kellogg em 1905, o idoso Butler começou: “Eu mesmo sou bem teimoso, essa é a verdade. Você acertou em cheio quando disse: ‘É melhor argumentar com um poste do que com Butler depois que ele já tomou sua decisão.’”
Pai, temo que haja um pouco de Butler em mim. Ajuda-me hoje a morrer para o velho eu “de uma vez por todas”.

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