Obedeçam aos seus líderes e submetam-se à autoridade deles. Ele cuidam de vocês como quem deve prestar contas. Hebreus 13:17, NVI
Qual seria a autoridade apropriada para os líderes? Ontem ouvimos Ellen White reclamar sobre o estilo de administração da Associação Geral de uma determinada época, que representava somente a autoridade do presidente. Cinco anos depois, ela comentou: “O caráter santo da causa de Deus não é mais reconhecido no centro da obra. A voz de Battle Creek, que tem sido considerada a autoridade para aconselhar como o trabalho deve ser conduzido, não é mais a voz do Senhor” (Ct 4, 1896). Uma análise criteriosa de tais declarações indica que se referiam a momentos em que a Associação Geral não agia como um corpo representativo, quando sua autoridade para tomar decisões se centralizava em uma só pessoa ou em poucos indivíduos, ou ainda quando deixava de seguir princípios confiáveis.
Tal conclusão se alinha com as afirmações de Ellen White ao longo do tempo. Ela foi específica quanto a isso em um manuscrito lido perante os delegados da Assembleia da Associação Geral realizada em 1909, na qual reagiu às atividades separatistas de A. T. Jones, que trabalhava para minar a autoridade da Associação Geral, na tentativa de voltar ao modelo congregacional de administração da igreja.
Ela disse aos delegados: “Por vezes, quando um pequeno grupo de homens, aos quais se acha confiada a direção-geral da obra, tem procurado, em nome da Associação Geral, executar planos imprudentes e restringir a obra de Deus, tenho dito que não poderia por mais tempo considerar a voz da Associação Geral, representada por esses poucos homens, como a voz de Deus. Mas isso não equivale a dizer que as decisões de uma Associação Geral composta de uma assembleia de homens representativos e devidamente designados, de todas as partes do campo, não deva ser respeitada. Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Assembleia Geral, devam ter autoridade. O erro que alguns estão em perigo de cometer, é dar à opinião e ao juízo de um homem, ou de um pequeno grupo de homens, a plena medida de autoridade e influência de que Deus revestiu Sua igreja, no juízo e voz da Associação Geral reunida para fazer planos para a prosperidade e avançamento de Sua obra” (T9, p. 260, 261).
No conselho de muitos, há sabedoria. Devemos acrescentar que o equilíbrio do conselho de pessoas com perspectivas diversas e de diferentes regiões geográficas também leva a escolhas bem pensadas. As decisões de uma igreja mundial são dotadas de proteções implícitas que não estão disponíveis a indivíduos e congregações.
MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR
Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
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