Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Apocalipse 2:29
Alguns de nós parecemos ter verdadeira dificuldade de ouvir. Butler, o presidente da Associação Geral, parecia sofrer desse mal. Ellen White o aconselhou diversas vezes, bem como a Tiago, sobre os perigos de um estilo de liderança centralizado em um indivíduo.
Sua frustração com Butler chegou ao grau máximo, por volta da assembleia da Associação Geral de 1888. Logo depois das reuniões, ela escreveu: “O pastor Butler […] já está no cargo por três anos a mais do que deveria, e agora toda a humildade, e mansidão de espírito o deixaram. Ele acha que sua posição lhe concede tanto poder que sua voz é infalível” (Ct 82, 1888).
Após mais três anos, ela declarou: “Espero que nunca mais haja o menor incentivo, por parte de nosso povo, para depositar nossa confiança em seres humanos finitos e errantes como aconteceu com o pastor Butler, pois os ministros não são como Deus, e se confiou demais no pastor Butler no passado. […] É por serem incentivadas a esperar que um homem pense por elas e lhes sirva de consciência que as pessoas são agora tão ineficientes e incapazes de permanecer firmes no posto de seu dever como fiéis sentinelas de Deus” (Ct 14, 1891).
Era mais fácil para Butler aperfeiçoar suas ideias sobre a teoria de liderança da igreja baseada em “grandes homens” na esfera verbal do que colocá-las em prática. Levando em conta a natureza humana, trata-se de um problema perene com o qual aqueles que se encontram em posições de liderança continuam a lutar.
Esse triste fato da vida também levou Ellen White a fazer algumas declarações acerca da autoridade da Associação Geral nos anos 1890. Ela mencionou o assunto em várias ocasiões ao longo dessa década. Por exemplo, em 1891, escreveu: “Fui obrigada a assumir a posição de que não foi a voz de Deus que se ouviu na administração e nas decisões da Associação Geral. Foram elaborados métodos e planos que o Senhor não sancionou, mas o pastor Olsen [presidente da Associação Geral, de 1888 a 1897] fez parecer que as decisões da Associação Geral eram a voz de Deus. Muitas das posições assumidas, anunciadas como a voz da Associação Geral, têm sido a voz de um, dois ou três homens que a estavam desencaminhando” (Man. 33, 1891).
Não é fácil ouvir quando os ouvidos não estão funcionando. Temos a tendência de assumir uma postura crítica em relação aos administradores que Ellen White precisou confrontar; mas, nesse processo, é importante nos lembrarmos de nossa falta de ouvidos em tantas coisas que o Espírito tem tentado nos dizer.
MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
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Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
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