Nisto, chegou uma mulher que fazia doze anos que estava com uma hemorragia. Ela havia gastado com os médicos tudo o que tinha, mas ninguém havia conseguido curá-la. Lucas 8:43, NTLH
Durante a maior parte do século 19, se você adoecesse, com certeza não sentiria vontade de ir a um hospital. A permanência ali costumava ser uma sentença de morte em uma era anterior ao conhecimento dos germes. As epidemias eram visitas regulares naquelas instituições anti-higiênicas, originalmente fundadas para atender os pobres. Na década de 1840, o hospital era o último recurso. As pessoas que tinham condições contavam com atendimento domiciliar.
Infelizmente, a prática médica domiciliar não era muito sofisticada. As doenças eram tratadas como um desequilíbrio nos “humores” corporais. A cura consistia em reequilibrá-los. O primeiro passo nesse processo envolvia extrair parte do “excesso” de sangue, em geral, de 500 ml a um litro. A “purificação” do corpo costumava vir após a sangria. Em geral, os médicos realizavam isso por meio da administração de drogas poderosas, muitas vezes compostas, em parte, por mercúrio e estricnina, substâncias que hoje sabemos serem extremamente venenosas.
No entanto, numa época em que se acreditava que febre, diarreia e vômito eram sintomas de recuperação, tais drogas provocavam o efeito desejado de esvaziar o corpo rápida e violentamente do excesso de fluidos.
As cirurgias não envolviam anestesia. É só nos lembrarmos de Uriah Smith sofrendo a amputação de uma perna na mesa da cozinha, sem nenhum anestésico, apenas segurando a mão da mãe. Mesmo após a cirurgia, a perspectiva de recuperação era pouca, ao se considerar a falta de condições sanitárias.
Quanto estudo era necessário para alguém se tornar um médico? Não era preciso muito. Quatro a oito meses, em instituições que conferiam diplomas em série garantiam a formatura em medicina, mesmo se a pessoa não tivesse concluído o ensino médio. Não surpreende que Oliver Wendell Homes tenha declarado: “Se todos os materiais médicos usados hoje fossem parar no fundo do mar, seria ótimo para a humanidade e péssimo para os peixes.” Edson, filho de Ellen White, tinha um desses diplomas em medicina. Num gracejo sobre sua experiência, disse que o médico “é o vilão, […] e a velha fábrica de médicos em série deveria ser jogada no [rio] Delaware”.
O erro mata. A verdade liberta.
MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
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CARINHO E
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Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
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