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terça-feira, 9 de junho de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Mas Havia um Reformador de Saúde

O Senhor afastará de ti toda enfermidade. Deuteronômio 7:15


Assim como em tantas outras áreas, José Bates foi pioneiro na reforma de saúde. Em 1821, o capitão abandonou as bebidas destiladas, por perceber que aguardava com mais expectativa sua dose diária do que o alimento. Logo depois, deixou o vinho em 1822, o tabaco em 1823, e todas as outras formas de álcool em 1824. Em 1831, parou de consumir chá e café. Ele escreveu: “Essas substâncias causavam um efeito tão forte em meu organismo inteiro que eu só conseguia descansar ou dormir depois da meia-noite.”
Em seguida, vieram os alimentos cárneos. Ele se recorda: “Em fevereiro de 1843, resolvi que não comeria mais carne. Alguns meses depois, parei de consumir manteiga, gordura, queijo, tortas e bolos recheados.”
Ele ficou atento às vantagens da alimentação vegetariana pela primeira vez em 1820, ao descobrir que dois trabalhadores irlandeses que se alimentavam a base de batata produziam mais do que sete a oito de seus homens consumidores de carne. Mais tarde, escritores como Sylvester Graham o levaram ainda mais longe.
A vida de Bates era uma propaganda dos benefícios da reforma de saúde. Em contraste com quase todos os outros líderes, sua saúde era excepcional. Desde que deixou o mar no fim dos anos 1820, só sabemos de duas ocasiões em que ele adoeceu, provavelmente, de malária.
Aos 79 anos de idade, testemunhou em uma convenção de saúde: “Minhas convicções anteriores eram que, caso me fosse permitido viver até esta idade, eu seria um inválido sofredor, por causa de minha exposição precoce à vida do mar. Contudo, graças a Deus, […] encontro-me completamente livre de incômodos e dores, com a alegre perspectiva de que, se continuar a reforma e abandonar todo erro, eu me apresentarei, com os seguidores remidos do Cordeiro, sem falta perante o trono de Deus.”
No entanto, antes do início da década de 1860, Bates era um reformador de saúde silencioso sobre o assunto. Quando lhe perguntavam por que não fazia uso de determinados alimentos, sua resposta costumeira era: “Já comi demais esse tipo de coisa.” Tiago White relata: “Ele não mencionava seus pontos de vista sobre a alimentação adequada em público naquela época, nem em particular, a menos que lhe perguntassem sobre o assunto.” Entretanto, isso mudou em 1863.
Devemos refletir sobre o elo entre vida saudável e saúde vigorosa. Tal relação não era acidental na vida de Bates e tampouco será na nossa. 

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