As crianças hebreias desfrutavam um tratamento especial quando comparadas às crianças das antigas nações vizinhas. Em muitas culturas eram difundidos sacrifícios de crianças para apaziguar os deuses. Do contrário, o valor das crianças frequentemente era medido por sua contribuição econômica à sociedade. Produtividade do trabalho, não valor intrínseco, definia seu relacionamento com o mundo adulto. É triste dizer, mas algumas dessas atitudes, especialmente quando se trata de valor econômico, são encontradas em nosso mundo atual.
Evidentemente, a apostasia de Israel afetou o valor dado pela população às crianças. O envolvimento de Manassés com a feitiçaria e as religiões de outras nações induziu o sacrifício de crianças. Sob liderança espiritual, os israelitas valorizavam muito seus descendentes.
Educação, direito de primogenitura e muitas outras práticas culturais demonstravam claramente o valor das crianças na antiga cultura hebraica. Não é de admirar que Cristo tenha expandido a posição já exaltada das crianças, em comparação com as culturas circundantes, para novas dimensões. Afinal, Cristo morreu por todos.
É difícil acreditar que hoje haja adultos capazes de maltratar de diversas formas as crianças.

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