MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Paganismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paganismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de dezembro de 2017

PAPAI NOEL EXISTE? Mito do Papai Noel Versus a Realidade de Jesus Cristo


Quando comparamos atentamente o mito do Papai Noel com a história bíblica real de Jesus Cristo, vemos a realidade chocante: que Satanás suplantou Jesus Cristo na vida de muitas pessoas.

Antes que você reaja sem pensar, separe alguns minutos para ler esta comparação entre os ensinos bíblicos de Jesus Cristo e os ensinos místicos do Papai Noel. Muitos pastores lamentam o fato de que o Papai Noel substituiu Jesus Cristo no coração e na mente de muitas crianças e adultos no nosso país atualmente. Quando você ler esta comparação, compreenderá que essa substituição no coração e na mente das pessoas não é acidental. Verá que Satanás, o mestre das marionetes, está puxando as cordinhas do mundo, levando os adultos e as crianças para longe de Jesus Cristo e em direção ao Papai Noel, que é o epítome do amor ao mundo e a tudo o que nele há.
Lembre-se que uma das profecias de Jesus Cristo sobre o fim dos tempos é que o coração das pessoas estará extremamente frio com relação a ele.

“E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” [Mateus 24:12].
Certamente, as crianças aprendem a ir à fonte errada para receber presentes, são encorajadas a se comportar bem durante o ano pelas razões erradas, e aprendem a amar os bens materiais, em vez de amar a Deus sobre todas as coisas. Isso nos faz lembrar de outra profecia bíblica:

“Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus.” [2 Timóteo 3:1-4].



Essa profecia não descreve exatamente como está nossa sociedade nos dias atuais? As crianças estão aprendendo desde cedo a amar os bens materiais, a tentar obter o maior número possível de brinquedos, e a amar a si mesmas, tudo como conseqüência de acreditar nesse mito pagão do Papai Noel.
Pedimos que você receba essas informações com amor, como elas foram dadas. Você certamente não deve ensinar aos seus filhos o mito do Papai Noel. Ensine que Jesus Cristo é a razão do Natal. Não há nada de errado em dar e receber presentes, mas faça as crianças compreenderem que é muito melhor dar do que receber. Além disso, mostre-lhes que Jesus Cristo nos deu o maior presente de todos, o dom da vida eterna!
Quando você compreender o modo deliberado como o mito do Papai Noel foi criado, como uma falsa imitação de Jesus Cristo, poderá ver que as crianças podem ser facilmente desviadas espiritualmente crendo e participando nessa história. Mantenha o foco em Cristo para seus filhos.
Essas informações são apenas mais um exemplo que mostra como estamos vivendo nos últimos dias de grande engano e frieza nos corações. Juntamente com os muitos outros sinais do fim dos tempos, esse amor ao Papai Noel pagão é apenas mais um claro sinal do fim.

Jesus Cristo: Nosso Senhor e Salvador de Acordo com a Bíblia

1. Tem os cabelos brancos como a lã [Apocalipse 1:14]
2. Tem barba [Isaías 50:6] 
3. Veste um manto vermelho [Apocalipse 19:13] 
4. A hora da sua vinda é surpresa [Lucas 12:40; Marcos 13:33] 
5. Vem do norte, onde vive [Ezequiel 1:4; Salmos 48:2]
6. Trabalhou como carpinteiro [Marcos 6:3] 
7. Vem como o ladrão de noite [Mateus 24:43-44] 
8. Onipotente — o Todo-poderoso [Apocalipse 19:6] 
9. Onisciente — conhece todas as coisas [Hebreus 4:13; 1 João 3:20] 
10. Onipresente [Salmos 139:7-10; Efésios 4:6; João 3:13 ] 
11. Vive para todo o sempre [Apocalipse 1:8; 21:6] 
12. Vive naqueles que o receberam [1 Coríntios 3:16; 2 Coríntios 6:16-17] 
13. Distribui dons [Efésios 4:8] 
14. É a verdade absoluta [João 14:6] 
15. Senta-se em um trono [Apocalipse 5:1; Hebreus 1:8] 
16. Somos exortados a nos achegar ao seu trono de graça e a expor nossas necessidades a ele [Hebreus 4:16] 
17. Um de seus mandamentos é que os filhos honrem aos pais 
18. Convida as crianças a irem a ele [Marcos 10:14] 
19. Julga [Romanos 14:10; Mateus 25:31-46] 
20. Pai da Eternidade [Isaías 9:6] 
21. Menino Jesus [Mateus 1:23; Lucas 2:11-12] 
22. Digno de receber orações e adoração [Apocalipse 5:12-14; Hebreus 1:6] 
23. Senhor dos Exércitos [Malaquias 3:5; Isaías 8:13; Salmos 24:10] 
24. Deus diz, “Eh! Eh!… [Zacarias 2:6] 
25. Príncipe da Paz, a Imagem de Deus [Isaías 9:6; Hebreus 1:3]; 

Papai Noel: A Falsificação de Acordo com o Mito Humano

1. Tem os cabelos brancos como a lã
2. Tem barba
3. Veste-se de vermelho
4. A hora da sua vinda é surpresa
5. Vem do Polo Norte, onde vive
6. Fabrica brinquedos de madeira
7. Vem como o ladrão de noite; entra na casa como um ladrão
8. Onipotente — pode entregar todos os brinquedos no mundo inteiro em uma só noite
9. Onisciente — sabe se a criança foi boa ou má o ano todo
10. Onipresente — vê quando a criança está acordada ou dormindo. Precisa estar em toda a parte ao mesmo tempo para entregar todos os presentes em todo o mundo na mesma noite.
11. Vive para sempre
12. Vive no coração das crianças
13. Distribui presentes
14. Fábula absoluta [1 Timóteo 1:4; 4:7; 2 Timóteo 4:4]
15. Senta-se em um trono
16. As crianças são convidadas a se aproximarem do seu trono e a pedir tudo o que quiserem
17. Diz às crianças para obedecerem aos pais
18. Convida as crianças a irem a ele.
19. Julga se a criança foi boa ou má
20. Papai Noel (Pai do Natal)
21. Kris Kringle [significa Menino Cristo]
22. As crianças adoram e rezam a São Nicolau
23. Senhor de um exército de elfos [na tradição druídica, os elfos eram demônios ou espíritos das árvores]
24. O Papai Noel diz “Ho, ho, ho…”
25. Símbolo da Paz Mundial, a imagem do período do Natal.

Publicado em 14/12/2011 por Blog Sétimo Dia

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Frutos do Halloween


Os frutos da mentalidade “trick-or-treat” (“Travessura ou Guloseima” ou “Maldição ou Oferenda”) tem sido induzir a uma atitude egoísta. A ameaça de uma travessura, a menos que uma oferenda seja recebida remonta a um suborno, a respeito do qual a escritura diz:

“… o suborno corrompe o coração” (Eclesiastes 7:7)

As crianças aprendem que participar de suborno, em certas circunstâncias, é considerado legal e sancionado pelos pais, escolas e igreja populares. A luxúria é oferecida e encorajada a medida que as crianças saem para obter tanto despojo quanto puderem. Inveja e orgulho são colocados a medida que as crianças comparam sua pilhagem, depois de uma noite de suborno. Mas há outra deturpação: a criança que participa do “trick-or-treat” atualmente faz o papel do espírito, fantasma ou duende, do morto que deverá voltar para importunar os vivos se não lhe derem o que ele quer. A oferenda feita a estes mortos, diz a Bíblia, estão sendo feitas, na realidade, à demônios (I Co. 10:20). Você quer que seus filhos sejam representações de demônios? Você quer fazer ofertas a demônios quando esses representantes do demônio vierem a sua porta?

Que outras características a observância desta festa ensina aos jovens?
Uma das mais notáveis características que temos visto é a ganância, a atitude “Eu quero”, que está diretamente em oposição aos princípios Bíblicos (Pv. 15:27). “Fazei pois morrer a vossa natureza terrena [os céus que agora existem e a terra tem sido entesourados para o fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios - II Pe. 3:7] prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria”. (Cl. 3:5) “Sabei pois isto: nenhum…avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus.” Ef. 5:5.

Mas, ainda pior, o costume “trick-or-treat”, atualmente promove violência através da ameaça de uma travessura, se a desejada oferenda não for obtida. Tanto é verdade que uma quantidade muito pequena de crianças, hoje em dia, vão em frente com sua ameaça de “travessura” quando não recebem nada, contudo é impresso em suas mentes que eles estão se impondo a famílias e indivíduos que sentem-se “obrigados” pelo costume a dar a exigência deles, uma “oferenda”. E, por outro lado, muitas crianças que saem para arrecadar doces e guloseimas, pregam peças prejudiciais na época do halloween (Pv. 10:23). Enquanto a maioria destas “peças” são pequenos aborrecimentos, outras freqüentemente consistem em uma ameaça para os alvos individuais destas “travessuras”.
Além disso, o halloween tem mascarado festinhas que dão crescimento a muitos atos de obscenidade, com palavras vulgares e até embriagues e prostituição. O espírito mundano, trabalhando com nossa carne e com as tentações apresentadas pelo mundo o por Satanás, presidem tais eventos, até se estes eventos forem realizados exclusivamente por aqueles que se dizem “cristãos”. Um crente instruído deve procurar conhecer melhor ao invés de favorecer o demônio neste costume. O uso de máscaras em tempos antigos foi também para assustar ou tapear os espíritos dos mortos, para que eles não pudessem prejudicar quem as usava. Assim, muitos orientais usavam uma grotesca máscara no dia de Ano Novo para repelir espíritos demoníacos. Tal indulgência à idolatria não está, certamente, em harmonia com a Palavra de Deus.
Esta claro que os frutos produzidos pelo festival do halloween não são as obras do Espírito de Deus, mas as da carne e do demônio (Gl. 5:19-23). O demônio e este mundo estão trabalhando duro para encontrar uma forma de doutrinar as pessoas a crerem que o certo é errado e o errado é certo.

“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios escolhidos.” (Mateus 24:24)
“Porque tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.” (II Corintios 11:13-14)
“E foi expulso o … diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo…” (Apocalipse 12:9)
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridão, luz e da luz, escuridão; põe o amargo por doce e o doce por amargo.” (Isaias 5:20)
Uma forma que os demônios usam para atrair é através de diversão e prazeres. “A estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado…” (Pv. 14:8,9; 15:21; Is. 56:12) O demônio se faz agradável, “um anjo de luz” (II Co. 11:14) e ao mesmo tempo faz do Verdadeiro Deus, Javé (Yahweh) e seu Filho, Jesus, parecerem desmancha-prazeres, opostos a diversão (Gn. 3:4,5) o que, obviamente, não é verdade (Jo. 8:44; Pv.10:22). “Ó provai e vede que o Senhor é bom.” (Sl. 34:8) “Feliz daquele que guarda as suas prescrições e o busca de todo o coração.” (Sl. 119:2)
O inimigo de Deus usará pressão, escolas, nossa família e até igrejas populares a fim de manter o povo de Deus percorrendo seus enganosos caminhos. “O tolo posto em grandes alturas…” (Ec. 10:6) O verdadeiro povo de Deus deve se opor a Satanás, não importa quão inocentemente ele se apresentar. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus, mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.” (Tg. 4:7; Ef. 4:27; I Pe. 5:8,9).
E se você for um jovem adorador do Deus Vivo, e só agora percebeu que o halloween é uma das obras do demônio? Você estaria disposto a se posicionar contra a pressão dos seus colegas de classe e outros que possam ficar falando para você que é isso é puro divertimento, que não há mal algum nisso, etc.?
jack the lanternVocê se desviaria da idolatria da gula e exaltação de Satanás e dos demônios representados nas máscaras, da “Lanterna de Jack”, etc.? (I Jo. 5:21; II Co. 6:16.). Quando a noite de halloween chegar, o que você vai fazer? Você vai se sentar sozinho em casa naquela noite, pensando que você poderia estar com os outros que estão lá fora coletando guloseimas ou participando de uma festa, fantasiado e mascarado? Todavia, você dever controlar seu pensamento. Afugente este tipo de pensamento, fazendo planos para a noite de halloween, assim você estará ocupado fazendo alguma coisa, preferivelmente algo na obra do Senhor (I Co. 3:13).

Seus pensamentos podem deixá-lo feliz ou triste. Você pode pensar que está “perdendo” alguma coisa, ou você pode colocar os princípios bíblicos para trabalharem na sua vida. Isto irá fazê-lo muito mais feliz do que as banalidades do mundo.

“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, se alguma virtude há e se algum louvor existe, nisto pensai.” Isto pode ser difícil, porque é natural querer continuar se comportando e fazendo o que os outros estão fazendo. Mas, não é mais importante pertencer a Deus e a Jesus do que aos amigos do mundo.
“Não tenhas inveja dos homens malignos, nem queiras estar com eles, porque o seu coração maquina violência e os seus lábios falam para o mal.” (Provérbios 24:1-2)
O conselho das Escrituras é ainda mais aplicável hoje do que nos dias dos apóstolos: “Andai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs, nem chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles.” Ef. 5:2-7.

Por que não tentar ajudar seus amigos a ver a importância de obedecer a Deus, assim como receber a sua graça quando ele executar o julgamento no dia da sua ira? (Sf. 2:3; Sl. 73:24-28) Partilhe os conhecimentos que agora você tem. Sabemos que isso trará bênção para você e para os outros.

O Doce Engano de Uma Travessura


Enquanto estava trabalhando com o livro Os Ungidos, a versão de Profetas e Reis, de Ellen White, com linguagem preparada para adolescentes, encontrei um texto que chamou muito a minha atenção. Ao se referir à triste condição do antigo povo de Israel, que havia se afastado tanto de Deus a ponto de seus líderes buscarem conselho e até mesmo cura entre os representantes do príncipe das trevas, a autora diz o seguinte: “Hoje em dia, as pessoas talvez não se ajoelhem diante de deuses pagãos; porém, milhares estão adorando no altar de Satanás assim como o rei de Israel. […] A fé na segura palavra da profecia está em decadência e, em seu lugar, superstições e magia cativam a mente de muitos. Os mistérios do culto pagão são substituídos pelo ocultismo e fenômenos dos médiuns espíritas. As revelações desses médiuns são recebidas com interesse por milhares que se recusam a aceitar a luz por meio da Palavra de Deus. Há muitos que nem podem se imaginar consultando médiuns espíritas, mas são atraídos por formas mais agradáveis do espiritismo” (Itálico acrescentado, página 93).

Sempre me surpreende a atualidade das palavras dessa mulher que gostava de ser chamada mensageira do Senhor. Você também não teve a impressão de que o texto se refere exatamente ao que tem acontecido hoje?

Permita-me citar apenas um exemplo, aproveitando que estamos no mês em que uma festa aparentemente inocente tem se tornado cada vez mais popular, sendo comemorada até mesmo no meio cristão. Estou me referindo ao Halloween, ou Dia das Bruxas, como ficou conhecido no Brasil.

Diferente do que alguns pensam, o Halloween não nasceu nos Estados Unidos. Ele teve origem com os celtas, um povo bastante antigo que habitou a Europa na Idade Média, e estava relacionado a um festival pagão chamado Samhain, ou a Festa dos Mortos. Os descendentes dos celtas que moravam na Irlanda no século 19 acabaram levando esse costume para a América do Norte quando a colheita de batatas falhou e eles precisaram se mudar para um lugar em que pudessem se manter.

De acordo com informações da bruxaria moderna (Wicca), os celtas acreditavam que quando uma pessoa morria, ela ia morar com o povo das fadas. Para muitos deles, as fadas eram consideradas hostis e perigosas, porque teriam ficado ressentidas quando os homens tomaram seu lugar sobre a Terra. Depois da chegada dos cristãos, os celtas passaram a acreditar que “as fadas eram os anjos que não haviam se aliado nem com Deus nem com Lúcifer em sua disputa, e assim foram condenados a andar na Terra, até o dia do julgamento” (Citado no blog Gato Místico, sobre as origens do Halloween).

Como o Samhaim equivalia ao ano novo para os celtas, esse era o tempo em que, para eles, o véu entre os mundos se tornava mais fino, e os vivos podiam se comunicar com os mortos.

Era comum as famílias deixarem do lado de fora das casas uma oferenda de alimentos, como uma forma de ficar em paz com os mortos. Acreditava-se que, além das fadas, muitos seres humanos saíam às ruas, passando-se por fadas para enganar as pessoas. Aqueles que não deixavam suas oferendas, eram amaldiçoados. Com a mistura dos rituais pagãos e católicos, foi acrescentado o costume de levar nabos esculpidos, com velas dentro para simbolizar uma alma presa no purgatório. Com o tempo, os nabos foram substituídos pelas lanternas de abóbora, que eram mais fáceis de encontrar e de esculpir.

Bem, é daí que se originaram as comemorações atuais envolvendo o Dia das Bruxas. As fantasias de fantasmas, vampiros, lobisomens, bruxas e zumbis são usadas como uma tentativa de confundir os espíritos dos mortos. E a frase típica “doces ou travessuras”, dita pelas crianças ao baterem à porta dos vizinhos, faz referência à oferenda pedida em troca de uma oração pelos mortos.

A palavra Halloween vem da expressão All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos) e está ligada ao dia 31 de outubro porque essa era a data que antecedia o Dia de Todos os Santos, comemorado pela Igreja Católica em 1º de novembro. Até hoje se comemora, na sequência, o Dia de Finados, em 2 de novembro.

Tendo conhecimento da origem dessa festa, podemos considerá-la apenas uma simples brincadeira inocente? Não seria essa comemoração também uma das “formas mais agradáveis do espiritismo”, logo que sua base está na crença na imortalidade da alma?

Não podemos nos deixar iludir se nosso interesse é estar em harmonia com a referência bíblica. “O culto aos mortos é, na verdade, o culto aos demônios” (Ellen White, Patriarcas e Profetas, página 686). E a Bíblia faz sérias advertências quanto aos enganos que Satanás usaria para desviar os filhos de Deus (1 Coríntios 10:20; Efésios 6:12; 1 Tessolonicenses 2:10; 1 Timóteo 4:1; 2 Pedro 2:1-4).

Fica aqui uma sugestão: aproveite a ocasião para ensinar, especialmente às crianças, por que os cristãos não devem participar de tal comemoração e as incentive para que sejam um raio de luz em meio às trevas (Isaías 60:1).

Neila Oliveira - Notícias Adventistas

Bruxas ou Bíblias?


Doces ou travessuras? É a pergunta tradicional feita há muitos anos por crianças em várias partes do mundo, inclusive em alguns lugares do Brasil, no tal Halloween ou Dia das Bruxas, que é lembrado no 31 de outubro. Não se sabe bem a origem da data, mas tem a ver com cultos pagãos da antiga Europa e com tradições que conduzem ao Dia dos Mortos. Pessoas, sobretudo os pequenos, saem de casa fantasiadas de bruxas ou bruxos, ou mesmo de monstros, em uma estranha honra ou reconhecimento a algo que talvez nem entendam exatamente do que se trata. Estive nos Estados Unidos, certa vez, poucos dias antes do fatídico dia de a maioria das pessoas assumirem um lado tétrico e de nítida apologia à morte e fiquei  surpreso. Uma semana antes, casas eram “decoradas” com alguma coisa que parecia ser teia de aranha, além de réplicas de lápides de cemitério com a inscrição RIP (que significa rest in peace, ou descanse em paz, em alusão clara ao falecimento).  Sem falar na quantidade absurda de abóboras sem recheio que “enfeitam”a frente de muitas residências.

Enquanto isso, do outro lado da rua, em uma igreja cristã, a amnésia histórica tomou conta dos cristãos que, um dia, de alguma forma, estiveram ligados a um episódio emblemático ocorrido também num 31 de outubro (de 1517), no distante castelo de Wittenberg, na Alemanha. Ali, um monge questionador e sincero temente a Deus, chamado Martinho Lutero, afixou na porta do castelo o que se convencionou chamar de as 95 teses sobre justificação pela fé. Talvez não saibamos de memória o conteúdo do que Lutero escreveu, mas sabemos que ele questionava atitudes, conceitos e ensinamentos contrários à Bíblia. E mais ainda: ele exaltava a Bíblia como regra de fé para os que se dizem seguidores de Cristo.

Mas a pergunta hoje é outra. Aliás, há outras indagações. O que está sendo mais bem promovido: o Halloween ou a Reforma Protestante? O que é mais lembrado pela sociedade, especialmente a que se autodeclara cristã e conhecedora da Bíblia Sagrada?

O tempo vai passando, mas o Halloween é visto na TV, nas lojas de brinquedos, nos adereços dos supermercados, dos shoppings, nas escolas e ouso até acreditar que em algumas igrejas. A atmosfera do Dia das Bruxas é sentida em vários ambientes e trata de impregnar a todos quantos for possível. Virou moda. É produto tipo exportação para crianças e adolescentes que sabem o que devem fazer nesse dia se quiserem estar em harmonia com a data, mas não sabem, talvez, quem foi Lutero, desconhecem o que diz na Bíblia e são hesitantes ao falar do próprio Jesus Cristo.

Não adianta culpar a Europa antiga e nem a atual por seu desprezo à origem protestante. A responsabilidade é minha e é sua também, que está lendo esse texto. O cristianismo bíblico precisa estar na mente da sociedade, especialmente de crianças, adolescentes e jovens. A Bíblia, contudo, será lembrada com amor, carinho e interesse se for realidade para esse grupo. Eles precisam ver exemplos de adultos, pais, professores, líderes, que realmente consideram o livro sagrado do cristianismo como algo sagrado mesmo. Sagrado, não porque seja intocável, mas porque é a Palavra de Deus válida para hoje e para sempre. Palavra que levou um homem solitário como Lutero a escrever cartas ao líder máximo de sua igreja, à época, pedindo que se observassem os ensinos ali contidos. Que o levou a defender a fé inabalável em Jesus Cristo como suficiente para salvação sem necessidade de indulgências, obras de sacrifício físico, misticismos inventados por inescrupulosos aproveitadores do fervor sincero.

E então? A maior propaganda da Bíblia parece ser uma vida em harmonia com ela. Halloween é forte, principalmente porque o espírito de reformadores, como Lutero, hoje é fraco. Na falta de seguidores fieis e equilibrados da Bíblia, o povo prefere bruxas, doces e travessuras no 31 de outubro. Mas dá tempo de mudar ainda. Basta os cristãos voltarem a ser cristãos.

Felipe Lemos - Notícias Adventistas

Halloween: a festa de culto ao demônio


Halloween : a festa de culto ao demônio
Publicado em 31/10/2011 por Blog Sétimo Dia
31 de Outubro

Os maiores índices de vendas de doces e balas nos EUA e Europa ocorre na época do halloween.
Esta festa teve início no culto ao Diabo realizado por sacerdotes Druídas. Eles faziam sacrifícios humanos com crianças. O dia 1º de novembro foi instituído pelo Papa como Dia de Todos os Santos, em memória às crianças sacrificadas no dia 31 de outubro.
Crê-se que tais sacrifícios são feitos ainda hoje, prova disso é a preocupação das autoridades dos EUA com o alto índice de crianças desaparecidas nesta época.
Há uma prática no halloween americano chamada Fogueira de Ossos… ela fica acesa toda a noite queimando ossos até tornarem-se cinza. A crença druída, rezava que, na noite de 31 de outubro os mortos da família se levantavam e visitavam a casa dos parentes. Se ao chegarem não houvessem guloseimas e manjares preparados para eles, Satanás visitaria aquela casa.
Hoje vemos as crianças de casa em casa pedindo doces, fazendo papel de criatura das trevas. E cada vez que falam “Treats or Tricks?” – “Oferenda ou Travessura?” – estão proferindo “Ou você me dá um doce, ou te amaldiçôo”. As crianças são usadas como veículos de maldição!
As cerimônias, festas, druídas eram realizadas na floresta, em meio a árvores onde eram oferecidos sacrifícios de animais negros, sacrifícios de crianças e eles passavam a noite em orgias sexuais.



Tudo tem uma simbologia:

Cores

- Laranja: cor da velas usadas nas cerimônias com defuntos
- Negro: manto que cobria os mortos

Símbolos

- Abóbora: na Europa era usado um nabo, com um rosto esculpido e uma vela dentro para iluminar o caminho quando andavam pela floresta durante a noite e simbolizava o espírito morto do qual recebiam poder – Joquio. Ao vir para América, o nabo foi substituído pela abóbora e o espírito passou a ser chamado Jack!

- Gato Preto: reencarnação de seres humanos.

O halloween é uma festa Satânica. Para os Satanistas há apenas 3 datas importantes no ano:

1º - o aniversário deles próprios;
2º - 30 de Abril – antiga data do Dia de Finados (hoje 02/11)
3º - 31 de Outubro – halloween

“A feiticeira não deixarás viver. (…) Quem sacrificar aos deuses e não somente ao Senhor será destruído.” (Exôdo 22:18-20)
“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos, pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor…” (Deuteronômio 18:10-12)
“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte (morte eterna).” (Apocalipse 21:8)
Todo ano, em outubro, milhões de pais cristãos professos aprovam enviar seus pequenos para as ruas vestidos de duendes, bruxas e fantasmas em um ritual de “Travessuras ou Guloseimas”. Será que este costume é apenas uma noite de inofensivo divertimento e tolice? Ou é um sinistro comando de Satanás para ensinar às mentes dos jovens seus caminhos diabólicos? O que está exatamente, envolvido neste festival onde o jovem e o velho se parecem, vestidos com trajes ridículos? Sobretudo, como deve, um verdadeiro adorador, encarar este costume? Que orientações podemos encontrar na Bíblia para nos ajudar a saber o que o próprio Deus sente sobre isto?
Muito do que acontece no halloween é, muito evidentemente, nada inofensivo. Quando os jovens profanam edifícios, quebram janelas, furam pneus, etc. a maioria deve concordar que é algo muito prejudicial e degradante. Mas que dizer sobre o costume popular do “Travessura ou Guloseimas”? É algo inocente como tantos pais pensam? Para compreender a resposta a esta pergunta, nós devemos primeiramente compreender de onde este festival veio e porque era celebrada originalmente.
A celebração do halloween já era observada por idólatras muito tempo antes da vinda de Cristo. Os sacerdotes druidas da Inglaterra, os romanos, os gregos e outros mantinham um festival de halloween. Não se realizava até muitos séculos após a morte de Jesus e de seus apóstolos, até que a cristandade popular começou a observar tal noite.
No livro “halloween através dos séculos” (Ralph Linton, pg.4), nós encontramos: “O mais antigo halloween foi celebrado pelos druidas em honra a Samhain, “senhor dos mortos”, cuja festa caía em 1º de novembro.”
Na Enciclopédia Britânica (11º ed., Vol. XII, pg. 857-858) lemos: “Era crença druida que na noite deste festival Saman, “senhor da morte”, chamava para junto de si os espíritos malignos que tinham sido condenados a habitar os corpos dos animais nos últimos 12 meses.”
O primeiro dia de novembro foi considerado por muitos povos antigos do norte, como sendo o começo de um ano novo. Neste tempo, quando as folhas estavam caindo e quase todo a folhagem estava desaparecendo, acreditava-se que as almas dos mortos retornavam aos seus lares. Se estes espíritos não encontrassem o alimento e abrigo apropriados ou fossem ofendidos com o que encontravam, a maldição do demônio viria sobre as cidades, vilas, etc.. Sacrifícios eram oferecidos aos mortos nestas ocasiões em várias regiões. Este dia foi chamado de “Noite de todas as almas”. Naqueles dias, o 1º de novembro iniciava-se no pôr-do-sol, correspondendo assim ao cair da noite do nosso atual 31 de outubro.



O DIA DE TODAS AS ALMAS

O costume de comemorar o “Dia de Todas as Almas” pode ser encontrado por todo o mundo. O “Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lenda para Temerosos e Gaiatos” nos diz: “Essencialmente, “Todas as Almas” é a adaptação de um costume de abrangência quase mundial de se reservar uma parte do ano (geralmente a última parte) para os mortos. Os babilônicos observavam uma festa mensal de Todas as Almas em que sacrifícios eram feitos por sacerdotes.” No folclore, por James Napier (p. 11) nós lemos: “Havia uma opinião geral entre todas as nações de que, na morte, as almas de homens bons eram possuídas por espíritos bons e carregadas ao paraíso; mas as almas de homens maus eram deixadas para vaguear no espaço entre a terra e a lua, ou entregues ao mundo espiritual. Estes espíritos vagantes tinham o hábito de assombrar os vivos… Mas havia meios pelos quais estes fantasmas poderiam ser exorcizados.” Esta satisfação poderia ser proporcionada através de presentes e alimento que poderiam ser preparados e oferecidos para eles. O abrigo também deveria ser providenciado para estas almas. De acordo com estas superstições, se você satisfizesse estes espíritos, eles não o incomodariam; entretanto, se não fossem satisfeitos, as maldições do demônio recairiam sobre você.
“Os Astecas do México acreditavam que as almas dos mortos voltavam no décimo segundo mês do ano, que corresponde a nosso novembro. Neste Dia de Todas as Almas as casas eram enfeitadas por fora para dar boas-vindas aos espíritos. Vasilhas de comida e bebida eram preparados numa mesa no cômodo principal, e a família saia com tochas para encontrar-se com os espíritos e convidá-los a entrar. Então, retornando à casa eles se ajoelhavam ao redor da mesa e curvados com seus olhos em terra, rezavam para as almas aceitarem suas ofertas” (Adonis, Frazer, p. 244).
Assim, por todo antigo mundo pagão, nós encontramos um padrão similar para apaziguar ou fazer ofertas e presentes aos mortos. Naturalmente, há diferenças nos métodos, mas a mesmo propósito prevalece em todos.

O PONTO DE VISTA DE DEUS

Neste momento, nós podemos notar que o Deus verdadeiro, Javé (Yahweh), tinha dito ao seu povo para não imitar aos povos pagãos:

“Não aprendais o caminho dos gentios.” (Jeremias 10:2)
Deus tinha lhes dito outra vez:

“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles.” (Levítico 19:31)
Os escritos Hebreus nos dizem muito objetivamente:

“os mortos não sabem coisa nenhuma” (Eclesiastes 9:5)
Não podem voltar e assombrar a vida.

“A alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4)
Depois que Cristo veio, seus discípulos, também foram advertidos quanto a imitarem as religiões pagãs.

“Antes, digo que o que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (I Coríntios 10:20-21)
Os primeiros discípulos se recusaram a participar dos rituais pagãos realizados para os mortos. Mas algo aconteceu depois que os apóstolos morreram. Enquanto os primeiros discípulos foram mortos ou morreram, os discípulos gentios caíram afastados da verdadeira adoração. Estes apóstatas começaram a fazer exatamente o oposto do que as escrituras diziam. Adotaram os caminhos dos pagãos. O predito afastamento da verdadeira adoração corrompeu a igreja primitiva. – Mat. 7:22,23; II Pe. 2:1; Atos 20:29,30.

A FALSA ADORAÇÃO INFILTROU-SE NA CRISTANDADE POPULAR

Aproximadamente 100 “CE.”, o imperador Hadrian construiu um templo para honrar o deus pagão, Cybele e outros deuses e divindades romanos. Este templo foi chamado o Pantheon. O Romanos usavam este templo também para honrar seus mortos. Mais tarde, a igreja romana que professava Cristo, tomou conta deste templo. Destruíram suas abominações? Não. Ao invés disto, eles adotaram os caminhos dos romanos pagãos, apenas agora eles usam o templo para rezar para a Vigem Maria e outros santos proclamados. Treze de maio foi escolhido como um dia especial de oração para as almas dos santos, que se acreditava estarem sofrendo no “Purgatório”. Este dia foi chamado “Dia de Todos os Santos” (All Saints Day).
Em 834 “CE”, a data para esta celebração foi mudada para 1º de novembro. O nome do celebração também foi mudada. É chamada agora de “Todos os Santos” (All Hallow), significando “Todo Santo” (All Holy). “Een” foi adicionado mais tarde como uma contração de “evening” (noite), assim produzindo o termo familiar “halloween”, significando “A Noite Santa”.
Não foi nenhum acidente a igreja romana ter escolhido a data de 1º de novembro. Como já mencionamos, era nesta data que os druidas da Inglaterra, os nórdicos da Escandinávia, e os alemães pagãos mantiveram seu festival “A NOITE DE TODAS AS ALMAS”. A maioria deste povo está agora sob o controle romano. Haviam se tornado “cristãos” no nome, mas aderiram aos costumes pagãos. A fim de acomodar esta situação, a igreja romana decidiu apenas adotar os caminhos pagãos e chamá-los de “cristãos”. Às várias divindades para as quais os pagãos rezavam foram dados nomes de santos da igreja. Pensou-se que fazendo isto os costumes pagãos dos povos poderiam ser pronunciados limpos. Entretanto, os povos no geral eram ainda pagãos no coração. Os sentimentos da adoração pagã remanesceram. Foi apenas chamado de “cristão”.
Esta influência pagã tem diminuído em nossos dias? Note isto: “Em muitos países Católicos a crença de que os mortos retornam neste dia é tão forte que é deixado alimento nas mesas (Tirol, Itália) e as pessoas (França, Itália, Alemanha) ainda decoram os túmulos dos mortos” (“Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lenda para Temerosos e Gaiatos” Vol. I, pag. 38). A influência destas crenças pode ser vista em praticamente todas as nações por toda a Terra, hoje em dia, quer sejam cristãos professos ou religiões pagãs.
Atualmente muitas pessoas têm também suas festividades nas quais dão presentes e fazem oferendas aos mortos. No Novo Ano Chinês, você deverá encontrar muitos Budistas Chineses oferecendo presentes e alimento, roupas e dinheiro, queimando-os aos mortos. Supostamente, estes presentes iriam ajudar os mortos na sua jornada. “No Oriente Médio os festivais da morte incluem reuniões familiares e refeições cerimoniais nos túmulos dos ancestrais.
Mexicanos guardam o dia 2 de novembro como o “Dia del Muertos” (Dia dos Mortos) com celebrações em cemitérios, feitas de forma colorida, através do oferecimento de flores, comidas em potes de barro, brinquedos e presentes, além de queimarem velas e incensos – Nova Enciclopédia dos Temerosos e Gaiatos, Edição 1986 , Vol. 10, pag. 146.

E QUANTO AOS DIAS DE HOJE?
Pode uma pessoa que quer agradar a Deus prestar seu tempo e apoio a tal celebração? Pode esta pessoa permitir que suas crianças participe nas atividades populares associadas a este festival pagão? Onde está a ênfase deste dia? Está em desenvolver o fruto do Espírito ou intenta em desenvolver um espírito de “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias”, etc.? (Gl. 5:19-23). Esta festa promove o amor do Deus Yahweh e de seu Filho, Jesus, ou demônios, bruxos e uma multidão de outras atividades que são diretamente condenadas pela Bíblia?
Outra coisa a ser notada é que festa similar era mantida na Babilônia. Isso indica que o halloween é um produto da “Grande Babilônia” citada em Apocalipse 18:2-4: “Caiu, caiu a Grande Babilônia e se tornou morada de demônios covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de toda espécie de ave imunda e detestável. Todas as nações tem bebido do vinho e do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram todos os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram às custas da sua luxúria. Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.”

FRUTOS DO HALLOWEEN

Os frutos da mentalidade “trick-or-treat” (“Travessura ou Guloseima” ou “Maldição ou Oferenda”) tem sido induzir a uma atitude egoísta. A ameaça de uma travessura, a menos que uma oferenda seja recebida remonta a um suborno, a respeito do qual a escritura diz:

“… o suborno corrompe o coração” (Eclesiastes 7:7)
As crianças aprendem que participar de suborno, em certas circunstâncias, é considerado legal e sancionado pelos pais, escolas e igreja populares. A luxúria é oferecida e encorajada a medida que as crianças saem para obter tanto despojo quanto puderem. Inveja e orgulho são colocados a medida que as crianças comparam sua pilhagem, depois de uma noite de suborno. Mas há outra deturpação: a criança que participa do “trick-or-treat” atualmente faz o papel do espírito, fantasma ou duende, do morto que deverá voltar para importunar os vivos se não lhe derem o que ele quer. A oferenda feita a estes mortos, diz a Bíblia, estão sendo feitas, na realidade, à demônios (I Co. 10:20). Você quer que seus filhos sejam representações de demônios? Você quer fazer ofertas a demônios quando esses representantes do demônio vierem a sua porta?

Que outras características a observância desta festa ensina aos jovens?
Uma das mais notáveis características que temos visto é a ganância, a atitude “Eu quero”, que está diretamente em oposição aos princípios Bíblicos (Pv. 15:27). “Fazei pois morrer a vossa natureza terrena [os céus que agora existem e a terra tem sido entesourados para o fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios - II Pe. 3:7] prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria”. (Cl. 3:5) “Sabei pois isto: nenhum…avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus.” Ef. 5:5.

Mas, ainda pior, o costume “trick-or-treat”, atualmente promove violência através da ameaça de uma travessura, se a desejada oferenda não for obtida. Tanto é verdade que uma quantidade muito pequena de crianças, hoje em dia, vão em frente com sua ameaça de “travessura” quando não recebem nada, contudo é impresso em suas mentes que eles estão se impondo a famílias e indivíduos que sentem-se “obrigados” pelo costume a dar a exigência deles, uma “oferenda”. E, por outro lado, muitas crianças que saem para arrecadar doces e guloseimas, pregam peças prejudiciais na época do halloween (Pv. 10:23). Enquanto a maioria destas “peças” são pequenos aborrecimentos, outras freqüentemente consistem em uma ameaça para os alvos individuais destas “travessuras”.
Além disso, o halloween tem mascarado festinhas que dão crescimento a muitos atos de obscenidade, com palavras vulgares e até embriagues e prostituição. O espírito mundano, trabalhando com nossa carne e com as tentações apresentadas pelo mundo o por Satanás, presidem tais eventos, até se estes eventos forem realizados exclusivamente por aqueles que se dizem “cristãos”. Um crente instruído deve procurar conhecer melhor ao invés de favorecer o demônio neste costume. O uso de máscaras em tempos antigos foi também para assustar ou tapear os espíritos dos mortos, para que eles não pudessem prejudicar quem as usava. Assim, muitos orientais usavam uma grotesca máscara no dia de Ano Novo para repelir espíritos demoníacos. Tal indulgência à idolatria não está, certamente, em harmonia com a Palavra de Deus.
Esta claro que os frutos produzidos pelo festival do halloween não são as obras do Espírito de Deus, mas as da carne e do demônio (Gl. 5:19-23). O demônio e este mundo estão trabalhando duro para encontrar uma forma de doutrinar as pessoas a crerem que o certo é errado e o errado é certo.

“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios escolhidos.” (Mateus 24:24)
“Porque tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.” (II Corintios 11:13-14)
“E foi expulso o … diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo…” (Apocalipse 12:9)
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridão, luz e da luz, escuridão; põe o amargo por doce e o doce por amargo.” (Isaias 5:20)
Uma forma que os demônios usam para atrair é através de diversão e prazeres. “A estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado…” (Pv. 14:8,9; 15:21; Is. 56:12) O demônio se faz agradável, “um anjo de luz” (II Co. 11:14) e ao mesmo tempo faz do Verdadeiro Deus, Javé (Yahweh) e seu Filho, Jesus, parecerem desmancha-prazeres, opostos a diversão (Gn. 3:4,5) o que, obviamente, não é verdade (Jo. 8:44; Pv.10:22). “Ó provai e vede que o Senhor é bom.” (Sl. 34:8) “Feliz daquele que guarda as suas prescrições e o busca de todo o coração.” (Sl. 119:2)
O inimigo de Deus usará pressão, escolas, nossa família e até igrejas populares a fim de manter o povo de Deus percorrendo seus enganosos caminhos. “O tolo posto em grandes alturas…” (Ec. 10:6) O verdadeiro povo de Deus deve se opor a Satanás, não importa quão inocentemente ele se apresentar. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus, mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.” (Tg. 4:7; Ef. 4:27; I Pe. 5:8,9).
E se você for um jovem adorador do Deus Vivo, e só agora percebeu que o halloween é uma das obras do demônio? Você estaria disposto a se posicionar contra a pressão dos seus colegas de classe e outros que possam ficar falando para você que é isso é puro divertimento, que não há mal algum nisso, etc.?
jack the lanternVocê se desviaria da idolatria da gula e exaltação de Satanás e dos demônios representados nas máscaras, da “Lanterna de Jack”, etc.? (I Jo. 5:21; II Co. 6:16.). Quando a noite de halloween chegar, o que você vai fazer? Você vai se sentar sozinho em casa naquela noite, pensando que você poderia estar com os outros que estão lá fora coletando guloseimas ou participando de uma festa, fantasiado e mascarado? Todavia, você dever controlar seu pensamento. Afugente este tipo de pensamento, fazendo planos para a noite de halloween, assim você estará ocupado fazendo alguma coisa, preferivelmente algo na obra do Senhor (I Co. 3:13).

Seus pensamentos podem deixá-lo feliz ou triste. Você pode pensar que está “perdendo” alguma coisa, ou você pode colocar os princípios bíblicos para trabalharem na sua vida. Isto irá fazê-lo muito mais feliz do que as banalidades do mundo.

“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, se alguma virtude há e se algum louvor existe, nisto pensai.” Isto pode ser difícil, porque é natural querer continuar se comportando e fazendo o que os outros estão fazendo. Mas, não é mais importante pertencer a Deus e a Jesus do que aos amigos do mundo.
“Não tenhas inveja dos homens malignos, nem queiras estar com eles, porque o seu coração maquina violência e os seus lábios falam para o mal.” (Provérbios 24:1-2)
O conselho das Escrituras é ainda mais aplicável hoje do que nos dias dos apóstolos: “Andai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs, nem chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles.” Ef. 5:2-7.

Por que não tentar ajudar seus amigos a ver a importância de obedecer a Deus, assim como receber a sua graça quando ele executar o julgamento no dia da sua ira? (Sf. 2:3; Sl. 73:24-28) Partilhe os conhecimentos que agora você tem. Sabemos que isso trará bênção para você e para os outros.

DEZ RAZÕES PELAS QUAIS OS CRISTÃO NÃO DEVEM CELEBRAR O HALLOWEEN
Muitos em nossa sociedade secular acreditam que o halloween é nada mais que um festival inofensivo que permite que as crianças coletem doces. Mas será mesmo? A origem desta mentira está profundamente enraizada no oculto e os cristãos devem se manter longe. Aqui há dez motivos para isso:

- Trinta e um de outubro é, há muito tempo, conhecido como “O Festival da Morte”. As tribos celtas e seus pastores, os Druidas celebravam este dia como o criador da transformação da vida em morte.
Hoje o halloween é, comumente celebrado por adeptos da bruxaria que usam a noite para seus rituais.

- Os bruxos celebram o halloween como “A Festa de Samhain”, a primeira festa do calendário bruxo. Sendo um festival da morte, halloween é uma época que os feiticeiros tentam se comunicar com os mortos através de diversas profecias.

- Cristãos não devem se envolver com práticas ocultistas ou adivinhas (divinatórias). Atente para o mandamento do Senhor contra adivinhações em Deuteronômio 18.

- Ocultistas crêem que halloween é um período de transição entre a vida e a morte. Alguns ocultistas praticam adivinhação e acreditam que você pode aprender os segredos da vida e da sabedoria, deitando-se sobre um túmulo e ouvindo as mensagens do defunto.

- Ocultistas também ensinam que espíritos e fantasmas deixam a sepultura durante a noite e se escondem calorosamente em seus antigos lares. Aldeões, temendo a possibilidade de serem visitados pelas almas dos antigos moradores, fantasiavam-se para amedrontarem os espíritos em seu caminho. Eles também deixavam comida e outras oferendas na estrada. Esta é a real razão pela qual as crianças se vestem com fantasias e vão de porta-em-porta procurando por guloseimas.

- Ocultistas também tentavam espantar os espíritos esculpindo um rosto assustador numa abóbora-moranga. Esta visão horrorosa moveria o espírito para outro lar ou vila e livraria aquela casa da destruição. Algumas vezes os aldeões acediam uma vela e colocavam junto à abóbora, usando-a como lanterna (daí o nome “Lanterna de Jack”). Esta é a origem de se esculpir abóboras no halloween.

- Em algumas convenções de bruxaria, o ritual de encerramento incluía espedaçar (catting) uma maçã ou comprometer-se com ritos de fertilidade. Na Bíblia (Gn. 3) espedaçar um pedaço de fruta trouxe pecado e morte para o mundo. Na bruxaria, espedaçar uma maçã é o símbolo de trazer vida. A prática de pendurar (balançar) uma maçã traz duas tradições pagãs: adivinhação e ritual de fertilidade.

- As escolas estão tirando todo significado religioso do Natal (freqüentemente chamado recesso de inverno) e da Páscoa, chamada feriado de primavera. Não é irônico que a maioria das escolas públicas ainda celebram o halloween, apesar de tão ocultas origens?

- Participar do halloween dá sanção a um feriado que promove bruxaria, adivinhação, casas mal-assombradas, e outras práticas ocultas.

- Cristãos devem se esquivar do halloween e desenvolver alternativas criativas. As igrejas poderiam por exemplo, celebrar o Dia da Reforma Protestante (também no dia 31 de outubro). Não devemos, como cristãos, apoiar nem promover o halloween.

sábado, 29 de julho de 2017

Série 7 Maiores Religiões - Ivan Saraiva

 
CONFUCIONISMO                                          SIKHISMO

 
CRISTIANISMO                                          HINDUÍSMO
 
BUDISMO                                                   ISLAMISMO
JUDAÍSMO

Série 7 Perguntas que precisa responder - Ivan Saraiva

 
ATEUS                                                         EVANGÉLICOS

 
ESPÍRITAS                                       CATÓLICOS

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Mitos sobre a Criação


A Bíblia pinta o quadro da criação e da queda de forma simples e direta. E se os primeiros capítulos de Gênesis fossem aceitos como relato histórico fidedigno, muitas dúvidas a respeito dos efeitos da maldade sobre o mundo e mesmo sobre o caráter de Deus seriam desfeitas. Afinal, como explicar a existência da morte, das doenças, das tragédias, da violência e de todas as mazelas que parecem fazer parte inerente da história da humanidade? Como aceitar que um Deus de amor crie flores e espinhos? Como aceitar que, para sobreviver, animais tenham que se alimentar uns dos outros? Teriam a cadeia alimentar e a morte sido criadas como elementos constitutivos normais da criação de Deus? Difícil aceitar essas contradições e fácil entender por que muitos acabam enveredando pelos caminhos do ceticismo e do ateísmo.

Mas por que será que essa resistência quanto à historicidade do livro bíblico de Gênesis tem se intensificado cada vez mais? É comum ver livros, artigos, filmes e estudiosos de diversas áreas – inclusive teólogos – apresentando o relato da Criação como uma alegoria ou “conto da carochinha”. Na verdade, Satanás vem preparando o terreno para isso faz muito tempo. E começou com os chamados mitos de criação.

Quando se analisam os relatos de culturas antigas a respeito da criação do mundo, logo de início se pode perceber a diferença entre eles e o texto bíblico sobre as origens. Veja alguns desses relatos mitológicos:

Após Anu ter criado os céus,
E os céus terem criado a terra,
E a terra ter criado os rios,
E os rios terem criado os canais,
E os canais terem criado o pântano,
E o pântano ter criado o verme,
O verme procurou Shamash chorando,
Suas lágrimas se derramando diante de Ea:
“O que me darás como comida,
O que me darás para beber?”
“Eu te darei o figo seco
E o damasco.”
“O que representam eles para mim? O figo seco
E o damasco!
Eleve-me, e entre os dentes
E as gengivas deixe-me morar!...”
Por teres dito isto, ó verme,
Possa Ea destruir-te com a força da
Sua mão!

Esse texto faz parte de um encantamento contra o verme que os assírios de 1000 a.C. imaginavam que provocava a dor de dente. Ele começa com a origem do Universo e termina com a “cura” da dor de dente.

Agora leia estes outros:

Os primeiros homens criados e formados foram chamados de Feiticeiros do Riso Fatal, Feiticeiros da Noite, Os Desleixados e Feiticeiros Negros... Foram dotados de inteligência e sabiam tudo o que havia no mundo. Quando olhavam, viam instantaneamente tudo ao redor, e eles contemplaram a volta do arco dos céus e da face arredondada da terra... [Então o criador disse]: ‘Eles sabem tudo... o que deveremos fazer com eles agora? Deixe que a visão deles alcance somente uma pequena parte da face da terra! [...] Não são eles, pela própria natureza, simples criaturas resultantes de nosso trabalho? Deverão ser deuses também? (Popol Vuh dos Maias Quiché).

“O que são vocês? De onde vieram? Nunca vi algo como você.” O criador Raven olhou para o homem e ficou... surpreso em descobrir que aquele novo ser estranho era muito parecido com ele (Mito esquimó da criação).

Na Arean estava sozinho no espaço como uma nuvem que flutua no nada. Não dormia porque não havia sono, não estava faminto porque não havia fome. Assim permaneceu por muito tempo, até que veio um pensamento à sua mente. Disse a si mesmo: “Eu farei uma coisa” (Mito do Maiana, Ilhas Gilbert).

No início esse [Universo] não existia. De repente, ele passou a existir, transformando-se em um ovo. Depois de um ano incubando, o ovo chocou. Uma metade da casca era de prata, a outra, de ouro. A metade de prata transformou-se na terra; a metade de ouro, no firmamento. A membrana da clara transformou-se nas montanhas; a membrana mais fina, em torno da gema, em nuvens e neblina. As veias viraram rios; o fluido que pulsava nas veias, oceano. E então nasceu Aditya, o Sol. Gritos de saudação foram ouvidos, partindo de tudo que vivia e de todos os objetos do desejo. E desde então, a cada nascer do Sol, juntamente com o ressurgimento de tudo que vive e de todos os objetos do desejo, gritos de saudação são novamente ouvidos (Chandogya Upanisad, III, 19 [hinduísmo]).

Primeiro havia o grande ovo cósmico; dentro do ovo era o caos, e flutuando no caos estava P’an Ku, o Não Desenvolvido, o divino Embrião. E P’an Ku brotou do ovo, quatro vezes maior do que qualquer homem de hoje, com um martelo e um cinzel em suas mãos, com os quais moldou o mundo (Mito de P’an Ku, China [por volta do século 3]).

A criação do mundo não terminou até que P’an Ku morreu. Somente sua morte pôde aperfeiçoar o Universo: de seu crânio surgiu a abóbada do firmamento, e de sua pele a terra que cobre os campos; de seus ossos vieram as pedras, de seu sangue, os rios e os oceanos; de seu cabelo veio toda a vegetação. Sua respiração se transformou em vento, sua voz, em trovão; seu olho direito se transformou na Lua, seu olho esquerdo, no Sol. De sua saliva e suor veio a chuva. E dos vermes que cobriam seu corpo surgiu a humanidade (Mito de P’an Ku, China [por volta do século 3]).

Embora seja um erro usar valores e símbolos de nossa própria cultura na interpretação de mitos de outras culturas, há detalhes que se repetem nos diversos mitos e que é impossível passar por alto. Invariavelmente, os mitos fazem referência a deidades limitadas, que por vezes não sabem exatamente o que fazem, criam as coisas por acidente ou até morrem. Noutros casos, os deuses são violentos, vingativos e cheios de paixão (como os deuses do panteão grego, por exemplo). Há mitos que mencionam animais falando e coisas inanimadas dando origem espontaneamente à vida, isso quando a própria natureza, ou elementos dela, não são divinizados, conforme escreveu Marcelo Gleiser, em seu livro A Dança do Universo, página 20:

“Os pormenores desse processo de deificação da natureza variam de acordo com a localização, clima ou com o grau de isolamento de um determinado grupo. Em certas culturas, vários deuses controlavam (ou até personificavam) as diferentes manifestações naturais, enquanto em outras a própria natureza era divina, a ‘deusa-mãe’. Rituais e oferendas procuravam conquistar a simpatia divina, garantindo assim a sobrevivência do grupo.”

Sem querer fazer uma análise do ponto de vista da antropologia cultural (deixemos isso para os antropólogos), quero apenas ressaltar que, à medida que o tempo passava e as comunidades humanas se espalhavam a partir do ponto de origem, os relatos a respeito da criação iam tomando contornos próprios e incorporando elementos que, comparados ao relato bíblico, soam bastante estranhos. (Embora praticamente todos os mitos concordem num ponto: o Universo teve um início.)

Apesar das discrepâncias, há também coincidências que surpreendem. Em meu livro Por Que Creio (CPB), publiquei uma entrevista com o doutor em Teologia e Arqueologia Rodrigo Pereira da Silva. Nela, Rodrigo mostra algumas dessas “coincidências” impressionantes. Ele aponta documentos como o Enuma Elish, o Épico de Atrahasis e o Épico de Gilgamesh como tendo fortes paralelos com a descrição bíblica da criação do mundo, a queda do ser humano e a vinda de um dilúvio sobre a Terra. Especialmente com relação ao Enuma Elish e o Gênesis, há a seguinte relação de paralelos: (1) em ambos os livros a água está presente nos estágios iniciais da Criação; (2) no Enuma Elish, a luz emana dos deuses, enquanto no Gênesis é Yahweh quem a cria; (3) o firmamento é criado; (4) aparecem as terras secas; (5) as luminárias celestiais são estabelecidas; (6) o homem é criado no sexto dia, enquanto no Enuma Elish a Criação é descrita no tablete número 6; e (7) no Enuma Elish os deuses descansam após a Criação e a celebram, enquanto no Gênesis, Deus também “descansa” no sétimo dia e celebra a Criação.

“Por causa dessas similaridades, alguns historiadores têm sugerido que o relato bíblico não passa de um plágio de documentos mais antigos. Entretanto, as diferenças (que são muito mais significativas que as similaridades) fazem supor não uma cópia de material, mas antes uma referência múltipla aos mesmos eventos”, comenta Rodrigo.

K. A. Kitchen escreveu, em Ancient Orient and Old Testament: “A suposição comum de que este relato [bíblico] é simplesmente uma versão simplificada de lendas babilônicas é um sofisma em suas bases metodológicas. No antigo Oriente Próximo, a regra é que relatos e tradições podem surgir (por acréscimo ou embelezamento) na elaboração de lendas, mas não o contrário. No antigo Oriente, as lendas não eram simplificadas para se tornar pseudo-história, como tem sido sugerido para o Gênesis.”

Muitos pesquisadores, como Levi Strauss, que consideram o relato da criação mero mito, admitiram que grande surpresa e perplexidade surgem do fato de que esses temas básicos para os mitos da criação são mundialmente os mesmos em diferentes áreas do globo.

A. G. Rooth analisou cerca de 300 mitos de criação encontrados entre tribos indígenas norte-americanas e concluiu que, a despeito de certa variação de costumes e outros fatores culturais, os mais variados grupos concordam em alguns temas principais. Por que essas similaridades de ideias míticas e imagens abundam em culturas tão distantes umas das outras? Rodrigo responde: “A resposta, creio, não poderia ser outra senão a de que todas as tradições se encontram num mesmo evento real que, de fato, ocorreu em algum ponto da história antiga. Esse evento tem que ver com uma criação divina do planeta Terra e uma conseguinte queda moral da humanidade, que então se coloca à espera da redenção prometida.”

As similaridades dos mitos, portanto, apontam para o mesmo evento: a criação do mundo por uma Divindade. As diferenciações, “floreios” e distorções ficam por conta dos homens que se encarregaram de redigir suas versões da história da criação. E é aqui que começa o problema.

Acredito que tenha havido um dedo do inimigo de Deus aí. E como tudo o que ocorre neste mundo tem relação direta ou indireta com o grande conflito cósmico entre o bem e o mal, não seria demais supor que Satanás ajudou a difundir as mais absurdas ideias sobre a origem do Universo e da vida. Assim, numa era mais esclarecida, fundamentada no pensamento científico, nivelar os mitos de criação com o relato de Gênesis seria algo quase inevitável. E foi, de fato, o que ocorreu.

Mas qual é o interesse do inimigo nisso? Simples. O livro de Gênesis é a base de toda a cosmovisão do cristianismo, bem como do judaísmo e do islamismo, religiões que, juntas, abarcam grande parte da população mundial. Especialistas em Novo Testamento dizem que a doutrina de Cristo está edificada sobre a revelação do Antigo Testamento, que, por sua vez, repousa inteiramente sobre o relato de Gênesis. Se a história da queda não aconteceu de fato, Adão e Eva não cometeram pecado e não havia do que a humanidade ser salva. Assim, a crença na morte expiatória de Cristo perde completamente seu significado. Você compreende as implicações? Entende por que modelos científico-filosóficos como o evolucionismo ganharam tanto espaço, especialmente entre as culturas de formação judaico-cristã? Entende por que o ceticismo, o materialismo e o ateísmo avançaram tanto? Minimizando o relato da criação de Gênesis e igualando-o aos demais mitos das culturas ancestrais, Satanás conseguiu fazer com que as pessoas considerassem a Bíblia um alicerce frágil, incapaz de prover respostas para as grandes questões sobre a origem de tudo.

Satanás sabe que Deus é o Criador todo-poderoso que pode, pelo mesmo poder que trouxe tudo do nada à existência, recriar o ser humano pecador à Sua imagem. Sabe que homens e mulheres só podem ser plenamente realizados numa relação de amizade e comunhão com seu Criador; por isso faz de tudo para que as pessoas se afastem do único caminho que pode torna-las verdadeiramente felizes. 

Com os diferentes mitos de criação, o inimigo de Deus começou a preparar o palco chamado Terra para seus diabólicos atos seguintes, sempre com o mesmo objetivo: afastar homens e mulheres do Criador e de Sua revelação escrita, distorcendo-Lhe o caráter e arrebanhando mais e mais figurantes para sua peça macabra.

Não se esqueça: o anjo caído é um grande estrategista. Seus planos vêm sendo arquitetados há muito tempo, e logo chegarão a um desfecho. Precisamos estar apercebidos disso.

Declarações bíblicas sobre a criação

“Tu, Senhor, no princípio fundaste a Terra, e os Céus são obra de Tuas mãos” (Hebreus 1:10). Paulo, aqui, reafirma o que Moisés já havia escrito muito tempo antes: “No princípio criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1:1).

“Só Tu és Senhor, Tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e Tu os preservas a todos com vida” (Neemias 9:6). A Bíblia afirma que Deus não “apenas” criou o Universo, como também o mantém. Se a Terra permanece orbitando em torno do Sol, assim como os demais planetas; se a atmosfera terrestre, com seus gases na proporção exata para a manutenção da vida, se mantém em torno do planeta, sem se dissipar no vácuo sideral; se você está respirando e pensando neste exato momento; lembre-se: tudo isso ocorre porque Deus assim o quer.

“Faça perguntas às aves e aos animais, e eles o ensinarão. Peça aos bichos da terra e aos peixes do mar, e eles lhe darão lições. Todas essas criaturas sabem que foi a mão do Deus Eterno que as fez” (Jó 12:7-9 BLH). Numa linguagem poética, Moisés está aqui apontando uma ironia: o ser mais inteligente da Terra parece (ou quer) ignorar algo que até os animais, ditos irracionais, de alguma forma sabem – que Deus os trouxe à existência.

“Pela fé entendemos que o Universo pela palavra de Deus foi criado; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é visível” (Hebreus 11:3). Deus não precisou de matéria preexistente para modelar o Universo físico. Sua palavra é poder. Ao dizer Ele: “Haja luz”, a luz passou a existir, e assim todos os componentes da criação. Albert Einstein já demonstrou convincentemente que energia e matéria são intercambiáveis (E=mc²). Matéria pode ser transformada em energia (basta pensar nas bombas nucleares). E com a adequada fonte de energia, matéria também pode ser obtida. Deus, portanto, proveu a energia necessária para dar origem ao vasto cosmos.

Michelson Borges

domingo, 9 de abril de 2017

Deuses Africanos e seu Sincretismo com Santos Católicos


O candomblé possui cerca de 16 Orixás, desde que considerados também os chamados Ibeji, conhecidos como os Orixás infantis. Cada um deles atua em sua própria simbologia, possuindo caraterísticas próprias, representações e ocupações; á eles também são atribuídos dias específicos da semana para os cultos nos terreiros. Ainda que seu número pareça fixo, até os dias atuais não foi possível enumerar todos os deuses e representações desta crença, podendo ser estipulado um número até mesmo superior a 400 entidades, se consideradas todas as tribos africanas praticantes.

Exu
O primeiro dos Orixás tem a segunda feira como seu dia de celebração e, apesar de ser visto por muitos de fora do candomblé como uma entidade maléfica, ele na verdade é um mensageiro do Orixás, executando o que lhe é comandado, independente das consequências. Santo Antônio é o santo católico sincretizado nos cultos afro-brasileiros Exú.

Obaluaiê
Outro Orixá celebrado durante as segundas-feiras com a saudação “Atotô!”, ele é a divindade da medicina, possui sincretismo às figuras de São Roque e São Lázaro e está sempre olhando pelos doentes.

Ogum
Destinado à terça feira, esse é o orixá guerreiro representado por São Jorge em sincretismo com a Igreja Católica. Com a saudação “Ogunhê!” junto ao ato de curvar-se, ele simboliza a luta pela vida e a força física e espiritual.

Oxumarê
Representado por São Bartolomeu no catolicismo, Oxumarê é o Orixá da riqueza e fortuna, sendo também conhecido como o ciclo da vida. Celebrado durante as terças-feiras, a saudação de sua chegada é “Arroboboi!”.

Iroko
Iroko é uma entidade pouco presente e tem sua manifestação restrita, sendo ela muito ligada a outro Orixá, Xangô. Representa o tempo e é ligado no catolicismo a São Pedro Nolasco, sendo celebrado na terça-feira sob a saudação “Iroko y Só! Eeró!”.

Iansã
Representa a força natural feminina dos ventos e das tempestades, comemorando seu dia às quartas-feiras. Seu sincretismo na igreja católica é a figura de Santa Bárbara e tem como saudação o grito de guerra “Epahey Oyá”.

Xangô
Esse orixá é uma figura muito popular mesmo entre os leigos do candomblé, representado na igreja católica pelo santo São Jerônimo, sob a personificação da justiça. Comemorado na quarta-feira, sua celebração tem um como grito de saudação “Kao Kabiesilê!”.

Obá
Essa é a representação de outra forma do poder dos ventos, através da senhora dos redemoinhos, sendo sua santa católica a famosa Joana d’Arc. Também celebrada em uma quarta-feira, a saudação de Obá é “Xiré Yá!”.

Oxóssi
Representado por São Sebastião na Igreja Católica, tem seu dia na quinta-feira e sua saudação é “Okê aro!”. Oxóssi é o grande senhor das matas, protetor dos animais e seres que lá habitam, atuando também como o Orixá da caça.

Logun Edé
Filho de Oxum e Oxóssi, este é o famoso Orixá caçador e, justamente por isso, seu representante na igreja católica é o poderoso Santo Expedito. Sua saudação é dita “Olorikim!” e tem sua comemoração feita na quinta-feira.

Ossaim
Representado por São Benedito na igreja católica, ele divide a quinta-feira com as celebrações de Oxóssi e Logun Edé, sendo muito respeitado como o Orixá das plantas e saudado com “Ewê ô!”.

Oxalá
O maior e mais conhecido de todos os orixás, tem seu nome usado em diversas expressões populares. Sua saudação é o “Êpa Babá!” e representa sua fama na igreja católica através do Senhor do Bonfim. Devido a sua grande importância, Oxalá tem o dia de sexta-feira reservado somente para si.

Oxum
Outro grande e conhecido Orixá, Oxum é o representante do amor, da maternidade e da fertilidade. Essa característica materna faz com que a divindade seja representada pela grande mão da igreja católica, Nossa Senhora Aparecida. Seu dia é o sábado e é saudada com o dizer “Ora yê yê ô!”.

Iemanjá<
A figura popular da grande deusa e senhora dos mares, Iemanjá é a mãe de todos e o espelho do mundo. Seu dia é celebrado aos sábados, junto a Oxum e através da Nossa Senhora da Conceição e dos Navegantes (ou também pela Virgem Maria, variando de acordo com a região de celebração). Sua saudação é “Odô iyá!”.

Nanã
Um dos mais antigos Orixás e representada por Sant’Ana, Nanã é a deusa associada aos idosos, à maternidade e aos castigos como forma de educar, tendo seu dia celebrado às terças-feiras. Sua saudação se pronuncia “Salubá!”

Ibeji (Erês)
Aos domingos também pode ser celebrado o dia de Ibeji que, na verdade, são orixás crianças representados por São Cosme e São Damião. Dizem que são amigos de todas as crianças e, normalmente suas celebrações estão acossadas a presença de muitos doces brinquedos. São saudados por “Omi beijada! Beijiróó!”.

Nota: Amigo leitor, com todo respeito, buscai a verdade na Palavra de Deus

"E Deus falou todas estas palavras: 

"Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão. 


"Não terás outros deuses além de mim. 


"Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. 


Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, 


mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e guardam os meus mandamentos. 


"Não tomarás em vão o nome do Senhor teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão".         Êxodo 20:1-7


http://www.wemystic.com.br

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

CARNAVAL: Uma Festa Pagã



Romanos 13:13-14: “Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”.

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do Carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "Carnaval". Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.
O Carnaval do Rio de Janeiro está atualmente no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade. Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-Feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "Carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "Carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.

Ao estudarmos a origem do Carnaval, vemos que ele foi uma festa instituída para que as pessoas pudessem se esbaldar com comidas e festa antes que chegasse o momento de consagração e jejum que precede a Páscoa, a Quaresma. Veja o que a The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 nos diz a respeito:

“O Carnaval é uma celebração que combina desfiles, enfeites, festas folclóricas e comelança que é comumente mantido nos países católicos durante a semana que precede a Quaresma.
Carnaval, provavelmente vem da palavra latina “carnelevarium” (Eliminação da carne), ticamente começa cedo no ano novo, geralmente no Epifânio, 6 de Janeiro, e termina em Fevereiro com a Mardi Gras na terça-feira da penitência (Shrove Tuesday).” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)

Em contra partida vemos que isso era apenas um pretexto para que os romanos e gregos continuassem com suas comemorações pagãs, apenas com outro nome, já que a Igreja Católica era quem ditava as ordens na época e não era nada ortodóxo se manter uma comemoração pagã em meio a um mundo que se dizia Cristão.

“Provavelmente originário dos “Ritos da Fertilidade da Primavera Pagã“, o primeiro carnaval que se tem origem foi na Festa de Osiris no Egito, o evento que marca o recuo das águas do Nilo.
Os Carnavais alcançaram o pico de distúrbio, desordem, excesso, orgia e desperdício, junto com a Bacchanalia Romana e a Saturnalia.
Durante a Idade Média a Igreja tentou controlar as comemorações. Papas algumas vezes serviam de patronos, então os piores excessos eram gradualmente eliminados e o carnaval era assimilado como o último festival antes da ascensão da Quaresma.
A tradição do Carnaval ainda é comemorada na Bélgica, Itália, França e Alemanha. No hemisfério Ocidental, o principal carnaval acontece no Rio de Janeiro, Brasil (desde 1840) e a Mardi Gras em New Orleans, E.U.A. (dede 1857).
Pré-Cristãos medievais e Carnavais modernos tem um papel temático importante. Eles celebram a morte do inverno e a celebração do renascimento da natureza, ultimamente reunímos o individual ao espiritual e aos códigos sociais da cultura. Ritos antigos de fertilidade, com eles sacrifícios aos deuses, exemplificam esse encontro, assim como fazem os jogos penitenciais Cristãos. Por outro lado, o carnaval permite paródias, e separação temporária de constrangimentos sociais e religiosos. Por exemplo, escravos são iguais aos seus mestres durante a Saturnália Romana; a festa medieval dos idiotas inclui uma missa blasfemiosa; e durante o carnaval fantasias sexuais e tabus sociais são, algumas vezes, temporariamente supensos.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade)
A Enciclopédia Grolier exemplifica muito bem o que é, na verdade, o carnaval. Uma festa pagã que os católicos tentaram mascarar para parecer com uma festa cristã, assim como fizeram com o Natal.
Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria. A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega Dionísio era o deus do vinho e das orgias. Veja o que The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997 diz a respeito da Bacchanalia, ou Bacanal, Baco e Dionísio e sobre o Festival Dionisiano:
“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração, o que ocasionou sua proibição em 186dC.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).
Essa descrição da Bacchanalia encaixa como uma luva em Carnaval
“Da Mitologia Romana, Baco era o Deus do vinho e da orgia. O filho de Semele e Júpiter, Baco era conhecido pelos gregos como Dionísio. Sua esposa era Ariadine.”
“Dionísio era o antigo deus grego da fertilidade, danças ritualísticas e misticismo. Ele também supostamente inventou o vinho e também foi considerado o patrono da poesia, música e do drama.
Na lenda Órfica Dionísio era o filho de Zeus e Persephone; em outras lendas, de Zeus e Semele. Entre os 12 deuses do Monte Olimpo ele era retratado como um bonito jovem muitas vezes conduzido numa carruagem puxada por leopardos. Vestido com roupas de festa e segurando na mão uma taça e um bastão. Ele era geralmente acompanhado pela sua querida e atendido por Pan, Satyrs e Maenades. Ariadine, era seu único amor.”
“O Festival Dionisiano era muitas vezes orgíaco, adoradores algumas vezes superavam com êxtase e entusiasmo ou fervor religioso. O tema central dessa adoração era chamado Sparagmos: deixar de lado a vida animal, a comida dessa carne, e a bebida desse sangue. Jogos também faziam parte desse festival.” (The Grolier Multimedia Encyclopedia, 1997. Traduzido por Irlan de Alvarenga Cidade).
O Festival Dionisiano então, não parecer ser a mesma coisa que a Bacchanalia e o Carnaval?
Nós, os Cristãos, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração pagã, que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos, na verdade um demônio.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Personagens Natalinos e Satanás Sob o Disfarce do Cristianismo


Atualmente, o Natal traz muitos personagens mágicos e encantadores que surgiram do paganismo e que tentam substituir a pessoa de Jesus. Vamos ver alguns desses personagens, mas primeiro entenda o que significa a palavra PERSONIFICAÇÃO:

*personificação
substantivo feminino
1.ato ou efeito de personificar.
2.indivíduo que representa, simboliza ou faz lembrar alguma coisa abstrata.
"o vaqueiro era a p. da vida no campo"


Muitas das entidades mitológicas assumiam a forma de outros seres ou coisas do mundo natural. Hoje a Bíblia nos ensina que demônios assumem a forma de pessoas mortas para enganar os familiares através do espiritismo.


#Dia 25/12 Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.


#Papai Noel (português brasileiro) ou Pai Natal (português europeu) ("Noël" é natal em francês) é uma figura lendária que, em muitas culturas ocidentais, traz presentes aos lares de crianças bem-comportadas na noite da Véspera de Natal, o dia 24 de dezembro, ou no Dia de São Nicolau (6 de dezembro). A lenda pode ter se baseado em parte em contos hagiográficos sobre a figura histórica de São Nicolau. Uma história quase idêntica é atribuída no folclore grego e bizantino a Basílio de Cesareia. O Dia de São Basílio, 1 ou 1.º de janeiro, é considerado a época de troca de presentes na Grécia. O personagem foi inspirado em São Nicolau, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo inteiro. Papai Noel tem as mesmas características de Jesus Cristo. Enquanto São Nicolau era originalmente retratado com trajes de bispo, atualmente Papai Noel é geralmente retratado como um homem rechonchudo, alegre e de barba branca trajando um casaco vermelho com gola e punho de manga brancos, calças vermelhas de bainha branca, e cinto e botas de couro preto. Essa imagem se tornou popular nos EUA e Canadá no século XX devido à influência da Coca-Cola, que na época lançou um comercial do bom velhinho com as vestes vermelhas. Essa imagem tem se mantido e reforçado por meio da/dos mídia (português brasileiro) ou meios (português europeu) publicitária(os), como músicas, filmes e propagandas. Conforme a lenda, Papai Noel mora no Extremo Norte, numa terra de neve eterna. Na versão americana, ele mora em sua casa no Polo Norte, enquanto na versão britânica frequentemente se diz que ele reside nas montanhas de Korvatunturi na Lapônia, Finlândia. Papai Noel vive com sua esposa Mamãe Noel, incontáveis elfos mágicos e oito ou nove renas voadoras. Outra lenda popular diz que ele faz uma lista de crianças ao redor do mundo, classificando-as de acordo com seu comportamento, e que entrega presentes, como brinquedos ou doces, a todos os garotos e garotas bem-comportados no mundo, e às vezes carvão às crianças mal comportadas, na noite da véspera de Natal. Papai Noel consegue esse feito anual com o auxílio de elfos, que fazem os brinquedos na oficina, e das renas que puxam o trenó.
#Jack Frost é a personificação da geada e do frio, sendo uma figura lendária élfica pertencente ao folclore do norte da Europa, acredita-se que esse mito seja proveniente dos anglo-saxões e nórdicos. Sua missão é fazer a neve ou criar as condições típicas de inverno, colorir a folhagem no outono e deixar a geada branca nas janelas no inverno. Às vezes aparece em obras de ficção natalinas como um encarregado de criar as condições para que Papai Noel possa fazer sua entrega de presentes.
#A Befana é uma personagem do folclore italiano, semelhante a Nicolau de Mira ou Papai Noel. A personagem pode ter-se originado em Roma, e depois estender-se como tradição por toda a Itália peninsular e em Ticino, parte italiana da Suíça.
Segundo o folclore popular, a Befana visita todas as crianças da Itália na noite de 5 para 6 de janeiro, para encher de caramelos suas meias (se comportaram-se bem), ou com pedaços de carvão (se foram mal-comportadas). Sendo uma boa dona de casa, diz-se que varrerá o piso antes de sair. A tradição recomenda que as crianças da casa deixem uma garrafinha de vinho e uma porção de um prato típico ou local para a Befana. A Befana é representada como uma velhinha de xale negro, coberta de fuligem porque entra nas casas pela chaminé. Ela voa montada numa vassoura, sempre sorri, e carrega um cesto cheio de doces e presentes (ou carvão).
#O bicho-papão, coco (ô), papa-gente, papão, cuca, papa-figo, tutu, bitu, boitatá, manjaléu ou mumuca é um ser imaginário das mitologias infantis portuguesa e brasileira, estando também presente no resto da península Ibérica, como na Galiza, na Catalunha e nas Astúrias. O bicho-papão é a personificação do medo. É um ser mutante que pode assumir qualquer forma de bicho. É um ser ou animal frequentemente de aspecto monstruoso comedor de crianças, um papa-meninos. Está sempre à espreita e é atraído por crianças desobedientes.
#Knecht Ruprecht (traduzido em português como «servo Ruperto») é um dos companheiros de São Nicolau, segundo o folclore dos países de língua alemã. Sua primeira aparição literária foi no século 17, como uma figura da procissão de Nuremberga.
Os acompanhantes de São Nicolau são um grupo de figuras intimamente ligadas a ele, que o seguem nas tradições folclóricas da Europa germanófila, e também por territórios do antigo Sacro Império Romano. Tais personagens agem como antagonistas do benevolente santo, ameaçando espancar ou abduzir crianças desobedientes. Jacob Grimm (em escritos sobre a Mitologia Alemã) associou esses personagens com o caseiro espírito do pré-cristianismo Kobold, um elfo que podia ser tanto benevolente quanto malevolente, e cujo lado mau foi ainda mais enfatizado após sua adoção pelo cristianismo.
#Krampus é uma criatura mitológica que acompanha São Nicolau durante a época do Natal, segundo lendas de várias regiões do mundo. A palavra Krampus vem de Krampen, palavra para "garra" do alto alemão antigo. Nos Alpes, Krampus é representado por uma criatura semelhante a um demônio. Enquanto o Pai Natal dá presentes para as crianças boas, o Krampus avisa e pune as más crianças. Tradicionalmente, rapazes se vestem de Krampus nas duas primeiras semanas de dezembro, particularmente no anoitecer de 5 de dezembro, e vagam pelas ruas assustando crianças com correntes e sinos enferrujados. Em algumas áreas rurais, a tradição também inclui surras aplicadas pelo Krampus.
#Arvore: Civilizaçãos antigas que habitaram os continentes europeu e asiático no terceiro milénio antes de Cristo já consideravam as árvores como um símbolo divino. Eles cultivam-nas e realizavam festivais em seu favor. Essas crenças ligavam as árvores a entidades mitológicas. Sua projeção vertical desde as raízes fincadas no solo, marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra. Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos. Os germânicos colocavam presente para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin. No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado que os locais adoravam no alto de um monte. Como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal. A primeira árvore de Natal foi decorada em Riga, na Letónia, em 1510. Acredita-se também que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta. Há outras versões, porém, a moderna árvore de Natal teria realmente surgido na Alemanha entre os séculos XVI e XVIII. Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina. Atualmente essa tradição é comum a católicos, protestantes e ortodoxos.
#Bolas Originalmente as bolas da árvore de natal eram frutos de verdade. Os de casca amarela referem-se aos frutos de ouro do Paraíso, como desdobramentos do Sol. Segundo a mitologia grega as ninfas Hespérides, filhas de Atlas e Héspera, vivem num jardim de maçãs de ouro, cuja entrada é defendida por um dragão. A diversificação de formas que passaram a acompanhar as tradicionais bolas liga-se à "ilustração" do mundo. O posicionamento na árvore guardava uma relação de hierarquia: quando mais elevada estivesse, maior a espiritualidade que representava.

O livro Eventos Finais:

Aproximamo-nos do fim da história terrestre, e Satanás está trabalhando como nunca antes. Ele está procurando atuar como dirigente do mundo cristão. Com uma intensidade que é incrível, está agindo com os seus enganosos prodígios. Satanás é representado andando em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. Deseja envolver o mundo inteiro em sua confederação. Ocultando sua perversidade sob o disfarce do cristianismo, Ele assume os atributos de um cristão e alega ser o próprio Cristo. Manuscript Releases, vol. 8, pág. 346.
A Palavra de Deus declara que quando isso corresponder às intenções do inimigo, por meio de suas instrumentalidades ele manifestará tão grande poder, sob a aparência de cristianismo, que, "se possível fora, enganariam até os escolhidos". Mat. 24:24. Manuscrito 125, 1901.
Como os espíritos professarão fé na Escritura Sagrada, e demonstrarão respeito pelas instituições da igreja,
EF - Pag. 156
sua obra será aceita como manifestação do poder divino. O Grande Conflito, pág. 588.
"Os santos precisam alcançar completa compreensão da verdade presente, a qual serão obrigados a sustentar pelas Escrituras. Precisam compreender o estado dos mortos; pois os espíritos de demônios lhes aparecerão, pretendendo ser amigos e parentes amados, os quais lhes declararão que o sábado foi mudado, bem como outras doutrinas não escriturísticas." Primeiros Escritos, pág. 87.
"Não é difícil para os anjos maus representar tanto os santos como os pecadores que morreram, e tornar essas representações visíveis aos olhos humanos. Essas manifestações serão mais freqüentes e aparecerão desenvolvimentos de caráter mais sensacional à medida que nos aproximarmos do fim do tempo." Evangelismo, pág. 604.