MUDAMOS O MUNDO COM UMA
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CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

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sábado, 24 de junho de 2017

Por que me casar?



Homens e mulheres foram criados à imagem de Deus e concebidos para viver envolvidos em relacionamentos. O casamento é o ideal de Deus para uma vida de harmonia, e para que as crianças cresçam envoltas em segurança e amor.
O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. Mútuo amor, honra, respeito e responsabilidade constituem a estrutura dessa relação, a qual deve refletir o amor, a santidade, a intimidade e a constância da relação entre Cristo e Sua Igreja. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Conquanto algumas relações de família fiquem aquém do ideal, os consortes que se dedicam inteiramente um ao outro, em Cristo, podem alcançar amorosa unidade por meio da orientação do Espírito e a instrução da igreja. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem um ao outro a alcançar completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amar o Senhor e a obedecer-Lhe. Por seu exemplo e suas palavras, devem ensinar-lhes que Cristo é um disciplinador amoroso, sempre terno e solícito, desejando que eles se tornem membros do Seu corpo, a família de Deus. Crescente intimidade familiar é uma das características da mensagem final do evangelho.
O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus Cristo para ser ao mesmo tempo monogâmico e heterossexual, uma união vitalícia de amor e companheirismo entre um homem e uma mulher. Na culminação da Sua actividade criadora, Deus formou os seres humanos, macho e fêmea, à Sua própria imagem, e instituiu o casamento, uma união baseada, física, emocional e espiritualmente, na aliança entre os dois sexos, a que a Escritura se refere falando de "uma só carne." Decorrendo da diversidade dos dois géneros humanos, a unidade do casamento reflecte de um modo singular a unidade na diversidade da Divindade. A união heterossexual no casamento é, em toda a Escritura, exaltada como um símbolo do laço entre a Divindade e a humanidade. É um testemunho humano do abnegado amor de Deus e da Sua aliança com o Seu povo. A harmoniosa relação entre um homem e uma mulher no casamento provê um microcosmo de unidade social que é respeitado como um ingrediente nuclear das sociedades estáveis. Além disso, o Criador destinou a sexualidade no casamento não apenas a servir um propósito de unidade mas também a assegurar a propagação e a perpetuação da família humana. No propósito divino, a procriação resulta do mesmo processo com o qual está entrelaçada e pelo qual o marido e a mulher podem encontrar alegria, prazer e complemento físico. É a um marido e a uma esposa, cujo amor lhes deu a possibilidade de se conhecerem mutuamente num profundo laço sexual, que uma criança pode ser confiada. O seu filho é uma encarnação viva da unidade que existe entre eles. A criança em crescimento floresce num ambiente de amor e união conjugal em que ela própria foi concebida, e tem o benefício de uma relação com cada um dos seus progenitores.
A união monogâmica no casamento de um homem e uma mulher é confirmada como o fundamento divinamente ordenado da família e da vida social, e o único locus de expressão genital ou sexual íntima correlacionada.

(Gên. 2:18-25; Mat. 19:3-9; João 2:1-11; II Cor. 6:14; Efés. 5:21-33; Mat. 5:31, 32; Mar. 10:11 e 12; Lucas 16:18; I Cor. 7:10 e 11; Êxo. 20:12; Efés. 6:1-4; Deut. 6:5-9; Prov. 22:6; Mal. 4:5 e 6.)

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Família: o amor de Deus ilustrado


No Jardim do Éden, Deus estabeleceu a primeira família. Depois de criar Adão, Ele disse: "Não é bom que o homem esteja só: farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda" (Gênesis 2:18). A partir de uma costela de Adão, Deus formou Eva. Então Ele lhes disse: "Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra!" (Gênesis 1:28). Crianças iriam reforçar a sua união e garantir o futuro da raça humana.
Ao longo da história, famílias formaram a célula básica da sociedade. Ellen White escreveu: "O vínculo da família é o mais íntimo, o mais terno e sagrado de todos na Terra." (O Lar Adventista, p 18). Mas ao longo da história, Satanás atacou famílias através de poligamia, adultério, rivalidade entre irmãos, homossexualidade e pornografia. Com isso, desestruturaram-se tanto as famílias quanto os indivíduos envolvidos nelas. 
Felizmente, a obra de Deus se concentra em preservar e restaurar famílias. A Bíblia fornece inúmeros exemplos do poder restaurador de Deus, como a mulher apanhada em adultério (João 8:1-11) e o filho pródigo (Lucas 15:11-32). Além disso, Deus usa as relações familiares como símbolos de Seu relacionamento conosco. Jesus se referiu várias vezes a Deus como "Pai Nosso" e a si mesmo como "o Esposo."
Ele queria comunicar que Deus, como um bom pai, sente-se sempre ligado a nós e deseja nos abençoar e salvar. Jesus nos trata com perdão e devoção, como um marido amoroso. O livro de Oséias termina com as palavras do Senhor ao Seu povo: "Eu me casarei com você para sempre; eu me casarei com você com justiça e retidão, com amor e compaixão." (Oséias 2:19).

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