MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Cantares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cantares. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Cantares - capítulo 8


Na visão do céu o casamento é uma instituição tão séria que ao Deus entregar a Moisés os Dez Mandamentos escritos por Seu próprio dedo, um deles dizia: “Não adulterarás”.
Sim, é tão sério tal assunto do ponto de vista divino, que um dos 66 livros da Bíblia foi completamente dedicado a ele em forma de música poética.

Os últimos cinco poemas dos 23 do livro estão no último capítulo, segundo Tremper Longman:

· Poema 19: Anelo amoroso (vs. 1-4);
· Poema 20: Como um selo (vs. 5-7);
· Poema 21: Proteger à irmã (vs. 8-10);
· Poema 22: A quem pertence a vinha? (vs. 11-12);
· Poema 23: Seja como uma gazela (vs. 13-14).

Esta é uma das 1005 músicas do sábio Salomão. Ela é complexa, profunda, de alta qualidade literária. Dos últimos 14 versículos do livro, destaco:

· O amor é tão bom e prazeroso que dá vontade ter conhecido o cônjuge já na infância e ter vivido muitos momentos extasiantes.
· Relembrar momentos de namoro, início do romantismo, a história do casal, a espera do casamento para a intimidade sexual, é útil para nutrir o casamento.
· A declaração pública do compromisso faz parte do amor verdadeiro e intenso, o qual deve ser cultivado para que seja duradouro.
· Os versos 6-7 “é a representação de 1Co 13.1-8 no AT. Quatro qualidades do amor aparecem: 1) O amor faz parte do casamento, como a morte faz parte da vida; 2) o amor é intenso como a chama mais brilhante quanto a glória do Senhor; 3) o amor é insuperável e indestrutível, mesmo quando inundado por dificuldades; e 4) o amor é tão precioso que não pode ser comprado, apenas doado” (John MacArthur).
· A família dos noivos é essencial para a formação do caráter do relacionamento conjugal. “Até os irmãos desempenhavam uma parte importante no namoro e casamento da irmã (Gên. 24:29, 50, 55 e 60) e na proteção da castidade (Gên. 34:6-17; II Sam. 13:20 e 32)” (Marvin Pope).
· A pureza no namoro deve ser preservada no casamento (Hebreus 12:4) para que o casal viva em paz, tranquilidade e contentamento.
· O amor deve ser para além da vida toda… “Eterno”…
· O verdadeiro amor vem de Deus…

“Senhor, faça reavivar a chama do amor em meu coração!” 

Heber Toth Armí

Cantares - capítulo 7


O Deus que celebrou o casamento do primeiro casal incentivando-o e abençoando-o para que fosse feliz, quer que sejamos felizes e abençoados com o estudo deste livro romântico, erótico e sensual.
Mais do que nunca, nós do século XXI precisamos de instruções tão elevadas como essas, pois nossa sociedade está em baixa em questões de relacionamentos conjugais.
Mesmo após a entrada do pecado que a tudo degenera, estraga e oblitera, Deus sonha que o casamento seja uma bênção, com o mesmo propósito que Ele projetou.
O poema dezessete, iniciado em 6:13 culmina em 7:10. Desta forma, temos o poema dezoito nos versículos 11 a 13, intitulado por Tremper Longman de “Te darei meus amores”.

O marido contempla a esposa, elogia seus pés, seu andar, suas pernas, seu corpo escultural, sua pele macia e sedosa, seus seios avantajados, seu pescoço, seus olhos cheios de mistérios, suas curvas, seu cabelo, seu encanto, sua beleza. Depois ele expressa:

Como você é linda! […]
Eu a desejo mais que tudo!
Seu encanto é como o de uma palmeira,
E seus seios são como doces cachos de tâmaras.
Eu digo: “vou subir àquela palmeira!
Vou acariciar seu tão aprazíveis frutos!”
Oh, Sim! Seus seios
São como cachos de doces frutos para mim… (vs. 1-8).

A esposa, encharcada de amor, responde apaixonadamente ao marido, falando do sabor de seus lábios, dos seus beijos, de seus desejos e após apreciarem bons momentos em meio à lugares românticos, celebrando a vida e o amor, lhe diz:

Em meio a tantos aromas e cores
Que celebram a vida que exala do amor,
Eu lhe segredo: tenho comigo o mais precioso fruto
Que guardei só para você, amor da minha vida! (vs. 9-12).

Segundo Eugene H. Peterson, devemos entender duas coisas do livro em análise para interpretá-lo corretamente. “Primeira: o livro contém requintados poemas de amor. Segunda: os poemas são de conteúdo explicitamente sexual”.

Do capítulo supracitado, destacamos:

1. Beleza se põe na mesa – deve ser apreciada e valorizada pelo cônjuge.
2. Romantismo e prazeres sexuais no casamento são bíblicos.
3. Toda pessoa que verdadeiramente ama é romântica.
4. Quem ama se entrega plenamente.
5. Prazer sexual coloca brilho e colorido vivo na vida.

Portanto, deixe-se moldar pelos propósitos divinos! 

Heber Toth Armí

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Cantares - capítulo 6


Um tema tão sagrado como o sexo tem sido considerado de forma tão degradante, sendo inclusive tema de exploração obscena em revistas, livros, sites, filmes, artes, mídias sociais… Os propósitos divinos são deturpados, assim assuntos positivos tornam-se repulsivos, nojentos.
O poema catorze, iniciado no capítulo anterior, termina no versículo 3 do capítulo em pauta. Onde Tremper Longman destaca mais três poemas, à partir do versículo 4:

• Poema quinze: Imponente como um exército em ordem de batalha (vs. 4-10);
• Poema dezesseis: Uma surpresa no jardim das nogueiras (vs. 11-12);
• Poema dezessete: Descrição da Sulamita que dança (6:13-7:10).

O amor está no ar. O romantismo norteia o rumo da vida, motiva as ações e age para a felicidade do cônjuge. A descrição que a noiva fez de seu noivo, agora marido, entusiasma as suas amigas. Mas, por que contar onde ele foi? O homem que ela descreveu é seu marido, ele pertence a ela, e ela lhe pertence (vs. 1-3).
Essa deve ser a essência de um bom casamento: Um pertencer ao outro (I Coríntios 7:1-5).
O amor fecha os olhos aos defeitos e concentra-se nas qualidades. De forma superlativa, com fortíssima ênfase, Salomão elogia generosamente a sua noiva/esposa (vs. 4-10).

1. Comparando-a à cidade dos prazeres e a dos sonhos;
2. Dizendo-lhe que é irresistível;
3. Declarando-lhe que sua beleza é demais para ele;
4. Afirmando que ela é perfeita;
5. Discursando com maestria oriental da formosura…
• …Do seu cabelo atraente;
• …De seu sorriso encantador;
• …De seu rosto suave e esplendoroso;
6. Fala da exclusividade dela;
7. Informa sobre a admiração dos simples e dos importantes quando a viam.

A Sulamita, ao ouvir estas doces e românticas palavras dos lábios de seu amado, foi tomada de sonhos de amor, seu coração foi arrebatado… (vs. 11-12). Esse amor é um incentivo aos amigos – e a nós (v. 13).

“O Senhor quer que o casamento de um homem e uma mulher seja uma fonte de bênçãos espirituais, emocionais e físicas para os dois, e também para os seus parentes, amigos e vizinhos, e para a sociedade em que vivem. O egoísmo e a imoralidade destroem essas bênçãos. Mas a graça de Cristo faz com que se intensifiquem e fortaleçam” (Ronald M. Flowers).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí

Cantares - capítulo 5


Madre Tereza de Calcutá, que sacrificou-se por amor aos outros, declarou: “Um coração feliz é o resultado inevitável de um coração ardente de amor”. É desse amor que toda pessoa precisa, principalmente nos limites do casamento.

Vivemos numa sociedade onde…

• …os atributos divinos são atacados, e princípios sagrados deturpados – o amor tem sido falsificado, desvirtuado e desvalorizado. 
• …o sexo tem sido visto como algo sujo/nojento no passado e no presente.
• …os relacionamentos carecem de entrega total e de compromisso real, perseverante e permanente.

Todavia, em meio a este lixo de amor falso na sociedade degradante, o livro em apreço nos convida a viver o amor verdadeiro. Mas, Como identificá-lo?

Atenção:

O capítulo em questão tem o poema catorze que inicia com o versículo 2 e termina no próximo capítulo. Então, este poema engloba mais de um capítulo em sua dimensão. Nele encontramos:

1. A doçura da lua-de-mel, prazeres sexuais (v. 1);
2. As preliminares de uma extasiante relação sexual (v. 2);
3. As intenções, esforços e dedicação tanto do marido quanto da esposa no processo de intimidade física e emocional (vs. 3-8);
4. Muitas pessoas não entendem o amor intenso, divino e santo (v. 9);
5. O amor atrai, aproxima, encanta, motiva, ilumina, eleva, revigora, entusiasma, satisfaz e sobrepuja a tudo (vs. 10-16).

O amor verdadeiro se sacrifica, se entrega e se compromete. Nada atrapalha nem ofusca o desenvolvimento desse dom celestial.
A lua-de-mel pode tornar-se em lua-de-fel caso os princípios que regem o casamento não forem os princípios do céu, mas os do inferno.
Sexo antes ou fora do casamento não atrai bênçãos de Deus, jamais terá Sua aprovação; contudo, dentro do casamento, é o plano para o homem e a mulher. Deus preparou Seus filhos para isso!
Como pecadores, somos o maior problema de nosso casamento; entretanto, ao enfrentarmos problemas, pensamos que o problema é nosso cônjuge. Devemos sacrificar nosso eu e vontades, para então Deus implantar Sua vontade e amor em nós. Assim um lar infernal pode-se transformar num pedacinho do céu.

• “O valor do amor está vinculado à soma dos sacrifícios que estás disposto a fazer por ele”, diz Ellen G. White.

Diante disto, o amor do namoro ganha forma no casamento – marca do verdadeiro amor! 

Heber Toth Armí

domingo, 30 de julho de 2017

Cantares - capítulo 4


O livro em análise é desprezado por uns, mas apreciado por outros: “Enquanto alguns judeus e cristãos puritanamente evitaram o livro, por considerá-lo ‘sensual’, alguns dos santos mais consagrados da história se deleitaram em suas páginas”. Outros tendem a alegorizá-lo visando amenizar sua mensagem erótica.
Porém, continuando o estudo no livro mais romântico do mundo, o capítulo em pauta oferece-nos mais três poemas, conforme destaca Tremper Longman:

• Poema onze: Da cabeça aos peitos; descrição sensual da mulher por parte do homem (vs. 1-7);
• Poema doze: O convite (vs. 8-9);
• Poema treze: Comer no jardim de amor (4:10-5:1).

A mensagem do livro é clara, nossos preconceitos tendem anuviar seu significado – nossa visão distorcida da sexualidade atrapalha nossa interpretação desse livro!
Observe este diagnóstico: “Até 3:11, não há indício de uma cerimônia de casamento ou de uma vida conjugal; assim, o cenário dos acontecimentos sustenta a ideia de que os fatos ocorridos em 1.2-3:5 referem-se aos dias pré-nupciais, enquanto os fatos de 4.1ss referem-se à cerimônia de casamento e à vida de amor dos noivos que se seguiu. Há várias razões que sustentam essa explicação:

1) ‘Desposório [casamento]’ não é mencionado antes de 3.11;
2) ‘Noiva’ não aparece até 4.8, e depois é mencionada por seis vezes, de 4.8 até 5.1; e
3) Antes de 4.1, a amada tem uma preocupação com a abstinência sexual (cf. 2.7; 3.5), o que não acontece depois, com os santos laços do matrimônio” (John MacArthur).

Fomos feitos pelo Deus do amor, para viver em amor. Isso dá sentido à vida. Desde o nascimento, passando pelo desenvolvimento, entrando no casamento, até o fim da vida, dependemos de um ambiente de amor, intimidade e respeito.

O livro em questão é…

• …um manual de orientação sexual dado pelo Criador do sexo, do orgasmo, do clitóris, em fim, do prazer.
• …um guia para viver a plenitude do amor conjugal de forma intensa resultando em plena felicidade.
• …como bússola que aponta a direção rumo ao plano de Deus para o relacionamento mais íntimo entre duas pessoas.

Desviar-se do plano bíblico significa seguir a própria rota pensando ser possível encontrar um destino melhor que o proposto por Deus. Infeliz ilusão!
Não há nada melhor que seguir instruções reveladas pelo nosso Criador! Reavivemo-nos! 

Heber Toth Armí

Cantares - capítulo 3


Estamos no terceiro capítulo deste livro romântico; no qual, conforme Tremper Longman, constam nele mais dois poemas:

• Poema nove: Procurar e (não) encontrar (vs. 1-5);
• Poema dez: Procissão de boda real (vs. 6-11).

O amor romântico é extasiante (Provérbios 5:15-19). As habilidades de dar e sentir amor foram inseridas em nosso coração pelo Criador. E, num mundo onde tudo ficou depravado devido ao pecado, Deus desperta amor verdadeiro, sincero, puro e nobre em nosso coração.

No livro em apreço, temos o seguinte esboço, conforme Warren W. Wiersbe:

1. Expectativa: O namoro (1:1-3:5);
2. Consumação: As núpcias (3:6-5:1);
3. Celebração: O matrimônio (5:2-8:14).

No capítulo em questão, avança-se da fase do namoro para as núpcias. No namoro bíblico não há intimidade sexual; na cama só dorme um, porém, sonha-se com casamento. Contudo, Deus precisa conduzir tudo (vs. 1-5).
“A palavra ‘amor’ é usada no plural em 1:2 e 4; 4:10 e 7:12, e pode ser traduzida por ‘amar’ ou ‘fazer amor’, referindo-se às ações do rei e não apenas aos seus sentimentos para com a amada. Porém, a Sulamita e o rei só consumaram seu amor depois do casamento (4:12-5:1). O sexo antes do casamento não era considerado aceitável em Israel. Se a noiva era acusada de pecado pré-conjugal, ela e seus pais deviam apresentar provas públicas da sua virgindade (Dt 22:13-21)” – explica Wiersbe.
A banalização do amor levou à banalização da sexualidade; consequentemente, ser virgem já não é valorizado como Deus planejou. A partir daí, as núpcias não têm tanto valor, a mesma ênfase e o mesmo êxtase, muito menos o mesmo significado nobre, espiritual e divino que deveria ter (vs. 6-11).
Segundo Richard S. Hess, estamos lidando com amor e matrimônio no centro do livro de Cântico dos cânticos. Esse centro inicia em 3:6 e conclui em 5:1.

Reflita: NAMORO…

• …período que antecede ao casamento.
• …é importante, não deve ser banalizado pelo “ficar”; deve ter intencionalidade de formar um lar.
• …não é casamento, nem “test drive” sexual; seu objetivo é o conhecimento do sexo oposto a fim de avaliar a possibilidade de casar.
• …com sexo é o caminho que Deus não traçou. Como querer que o casamento dê certo se o começo foi errado?

Concordas com estas revelações? Compartilhe! 

Heber Toth Armí

sábado, 29 de julho de 2017

Cantares - capítulo 2


Este capítulo de belas canções dá sequência aos seis poemas de amor do primeiro capítulo, conforme sintetiza Tremper Longman:

• Poema sete: Flores e árvores (vs. 1-7);
• Poema oito: Poesias de primavera (vs. 8-17).

O amor romântico deve ser visto nos atos e palavras. É mais que emoções, é um princípio ativo que promove o bem da pessoa amada. Deus preza tanto por esse tipo de amor no casamento a tal ponto de relevar ao apóstolo Pedro que, maridos grosseiros, estúpidos, autoritários, frios, indiferentes, insensíveis, brutos e rudes em palavras e atitudes terão suas orações rejeitadas (I Pedro 3:7).

Deus preza pelo romantismo no casamento, a tal ponto de incluir na Bíblia um livro inteiro sobre ele. O romantismo começou no jardim do Éden, onde Deus realizou o primeiro casamento após formar homem e mulher. Ali Adão compôs o primeiro poema da Bíblia, da História e do mundo:

“Esta, afinal, é osso dos meus ossos
E carne de minha carne;
Chamar-se-á varoa,
Porquanto do varão foi tomada” (Gênesis 2:23).

O comentário da Bíblia de Estudo Andrews analisa:

“Em Cântico dos Cânticos, voltamos ao jardim do Éden. O livro retrata o ideal edênico para o amor sexual humano mesmo após a queda, com os seguintes componentes teológicos:

1. A sexualidade foi criada por Deus;
2. A sexualidade se expressa em um relacionamento heterossexual e monogâmico;
3. Igualdade plena dos dois parceiros no relacionamento amoroso;
4. Sexualidade holística, na qual os cônjuges necessitam que o outro se entregue por inteiro e que o amor envolva todo o ser (não só o físico);
5. O amor sexual como um relacionamento exclusivo, permanente e íntimo;
6. Sexualidade com o fim principal de expressar o amor, não de procriar;
7. A sexualidade como um presente pleno, belo e alegre de Deus”.

O amor é expresso em atitudes, mas avança através das palavras. A poesia é a forma mais romântica de expressar o amor conjugal, pois usa todos os meios retóricos para tentar revelar a beleza desse nobre dom. Por isso as palavras…

• Rosa
• Lírio
• Pomba
• Gamo
• Gazela
• Etc.

Fica claro que as mais rebuscadas comparações são insuficientes para demonstrar o verdadeiro amor; contudo elas são tentativas positivas!
Então, com sinceridade, faça um poema para teu amor! 

Heber Toth Armí

Cantares - capítulo 1


“Muitos se surpreendem ao descobrir que o ponto de vista bíblico sobre sexo é extremamente positivo. Deus inventou o sexo, foi Ele que nos deu uma maneira maravilhosa de demonstrar amor a outra pessoa. Existe um livro inteiro do Antigo Testamento dedicado a exaltar a beleza do sexo e a mostrar o quanto Deus se agradou ao ver que o que Ele tinha feito era bom e agradável” – observa Amy Orr-Erwing.

No pensamento bíblico quando se quer dar um destaque sobre algo, se repete as palavras. Por exemplo (Salmo 136:2; Hebreus 9:3; Apocalipse 19:16),

• Santo dos santos = Santíssimo.
• Rei dos reis = acima de todos os reis e reinos.
• Senhor dos senhores = Senhor de todos os senhores.
• Deus dos deuses = O maior e mais importante dos deuses.

Assim, “Cântico dos cânticos” que compõe o Livro dos livros (a Bíblia) é o mais nobre, o mais importante, o melhor e o mais sublime de todos os cânticos. É com esse superlativo que reza a frase de abertura: “Cântico dos cânticos de Salomão”.

Segundo Tremper Longman o livro possui 23 poemas, só no primeiro capítulo encontramos os seis primeiros:

• Poema um: A busca da esposa (vs. 1-2);
• Poema dois: Morena, porém bonita (vs. 5-6);
• Poema três: Convite para um encontro amoroso (vs. 7-8);
• Poema quatro: Uma égua bonita (vs. 9-11);
• Poema cinco: Fragrâncias íntimas (vs. 12-14);
• Poema seis: Amor ao ar livre (vs. 15-17).

Deus é amor, Ele compartilha Seu amor com os seres humanos. O amor é um atributo divino comunicável. Consequentemente, o amor é lindo, e merece uma canção – a mais nobre das canções!

Neste maravilhoso livro bíblico, “Salomão narra 1) seus dias de namoro; 2) os primeiros dias de seu primeiro casamento, seguido pelo 3) amadurecimento de seu casamento real ao longo dos dias bons e maus da vida”. Além disso, John MacArthur destaca que, “o livro foi dado por Deus com a finalidade de demonstrar Sua intenção para o romance e o amor do casamento, a mais preciosa das relações humanas e ‘graça de vida’ (I Pe 3.7)”.

• O amor verdadeiro existe. Ele não acaba no casamento, ele se intensifica no casamento.
• O amor verdadeiro é real, busque-o na fonte certa, da forma correta!

Heber Toth Armí