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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Rhincodon typus - Tubarão-Baleia


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Chondrichthyes
Ordem: Orectolobiformes
Família: Rhincodontidae
Género: Rhincodon
Espécie: R. typus

O tubarão-baleia (Rhincodon typus) é a única espécie da família Rhincodontidae, vive em oceanos quentes e de clima tropical, além de ser a maior das espécies de tubarão, é o maior peixe não-extinto conhecido. O maior espécime conhecido e confirmado tinha um comprimento de 12,65 m e um peso de cerca de 21,5 toneladas, embora haja registos, não confirmados de exemplares maiores, como um, encontrado em Taiwan, supostamente com cerca de 20 m de comprimento e com um peso de 34 toneladas.
O animal é completamente inofensivo ao homem e alimenta-se de plâncton por filtração.


  • Peso: 21,5 toneladas
  • Comprimento: 12,65 m

Esta espécie foi identificada pela primeira vez em 1828, na costa da África do Sul, mas a família Rhincodontidae foi criada apenas em 1984. O nome "tubarão-baleia" surgiu graças ao tamanho desse peixe.
Quando se explica que a maioria dos tubarões não são perigosos para os humanos, esta espécie é geralmente usada como o exemplo principal. Mergulhadores podem nadar ao redor do gigantesco peixe e até mesmo toca-lo sem problema algum.
Os tubarões são frequentemente vistos na Tailândia, nas Maldivas, no Mar Vermelho, na Austrália ocidental (Arrecife de Ningaloo), na Reserva Marinha de Gladden Spit, em Belize e nas ilhas Galápagos. São regularmente vistos entre dezembro e maio nas Filipinas (Donsol). Mergulhadores afortunados também se encontraram com tubarões-baleia nas Seychelles e em Porto Rico. Entre dezembro e setembro, eles costumam nadar ao longo da baía de La Paz na Baixa Califórnia mexicana.
Como ocorre com a maioria dos tubarões, os hábitos reprodutivos dos tubarões-baleia são obscuros. Baseando-se no estudo de um único ovo encontrado na costa do México em 1956, acreditava-se que eles fossem ovíparos, mas a captura de uma fêmea grávida em julho de 1996, contendo 300 filhotes de tubarão-baleia indica que eles são vivíparos com desenvolvimento ovovivíparo. Os ovos permanecem no corpo e as fêmeas dão luz a filhotes com quarenta a 60 cm. Acredita-se que eles alcancem maturidade sexual por volta dos 30 anos e sua longevidade é estimada como sendo entre 60 e 130 anos.
Segundo a WWF, o menor exemplar vivo da espécie foi encontrado com apenas 38 centímetros. Sua pequena cauda ficou presa em cordas de amarras de navios em 10 de março de 2009 na Baía de Sorsogon, Filipinas.

Texto: Wikipédia
Imagens: Google


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