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domingo, 23 de julho de 2017
Eclesiastes - capítulo 7
Cada dia que passa é um dia mais perto da morte. Ninguém sabe a fórmula para resolver isso, só Deus. Aproxime-se mais dEle! Seu livro visa instruir-nos quanto à vida neste mundo onde tudo está em decadência.
• A vida precisa ser bem vivida para valer a pena. Do contrário, passaremos vegetando neste mundo até morrer completamente.
“As pessoas são tão previsíveis. Querem tudo o que não têm. Enjoam de tudo o que conseguem. E só valorizam depois que perde” (Jó Soares). Por isso, alguém disse acertadamente: “Quando a última coisa que você tiver for Deus, você vai descobrir que Ele era a única ‘coisa’ que você precisa ter”.
Graig G. Bartholomew destaca três pontos do capítulo em questão:
• Saber o que é bom para o indivíduo (vs. 1-13);
• Moderação em sabedoria e necessidade (vs. 14-22);
• Qohelet [Eclesiastes] medita sobre sua viagem e o inacessível da sabedoria (vs. 23-29).
Conselhos de alguém verdadeiramente sábio ajudam-nos saber o que é bom. Boa reputação é melhor que dinheiro. O dia da morte é melhor que o dia do nascimento. Ir a funerais é melhor que ir a festas; pois, no funeral aprende-se preciosas lições, na festa não. Por isso, também é melhor chorar do que rir. Opressão e suborno enlouquecem até o sábio. É melhor terminar algo do que apenas começar. Ser paciente é melhor que afobar-se. Raiva é ato de loucura. Chorar pelo passado também. Qualquer riqueza usada com sabedoria é bênção, significa proteção. Tentar ajudar a Deus é pura loucura. Deus tem muito a ensinar-nos em dias ruins e dias agradáveis. Aprenderemos? (vs. 1-14).
A vida é injusta. Precisamos vivê-la em constante equilíbrio: “Muita sabedoria e excessiva bondade só trarão dificuldade. Mas, tome cuidado, tanto a insensatez quanto a maldade só trazem infelicidade […]. Quem teme a Deus evita extremos, porque vê os dois lados da moeda”. A sabedoria é melhor que a força. Todos somos pecadores carentes de um Salvador. Somos tão carentes que precisamos de conselhos até sobre bisbilhotices e fofocas (vs. 15-22).
A sabedoria sem Deus é insuficiente para satisfazer-nos. O desejo intenso por ser feliz leva a relações sexuais que fazem mais danos que benefícios. Necessitamos obter discernimento espiritual e rendermo-nos a Deus o quanto antes (vs. 23-29).
Reavivemo-nos!
Heber Toth Armí
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