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quarta-feira, 17 de maio de 2017

2 Crônicas - capítulo 21


A história de Jeorão neste capítulo se parece com uma das antigas tragédias gregas. Porém mesmo nessas histórias gregas a melancolia e desgraça não eram tão trágicas como lemos neste capítulo sobre Jeorão. Isto porque as tragédias gregas eram ficção, mas esta é uma história real, envolvendo carne e sangue, não somente papel e tinta.

Embora possamos considerar várias aspectos desta triste história, o que mais me chama a atenção é como o dano causado pelo pecado não se restringe apenas ao pecador. Esta história seria trágica o suficiente se considerássemos apenas o fim patético de Jeorão, uma morte dolorosa em que “seus intestinos sairam.” (v. 19 NVI). Porém o impacto do pecado quase nunca começa e termina somente com o pecador. Se o pecado, mesmo do mais humilde pode espalhar-se e magoar os outros (geralmente aqueles mais próximos de nós, e muitas vezes aqueles a quem mais amamos), pense em quão mais prejudicial é o pecado de pessoas em posições de poder e daqueles que tem uma influência abrangente.

Como podemos ver neste capítulo, a violência de Jeorão, ao matar todos os seus irmãos, e sua apostasia e idolatria, seguindo o exemplo de Acabe, em Israel, não trouxe dor só sobre si, mas sobre a sua família mais próxima e também sobre a nação de Judá. Como exemplo, citemos o assassinato de seis irmãos de sangue. Isto parece injusto. Mas ninguém nunca disse que o pecado era justo ou racional ou compreensível.

A história de Jeorão é um alerta para não seguirmos os caminhos de impiedade que ele seguiu. Supliquemos a Deus que faça de nós uma bênção em nossa família e em nosso círculo de influência e nos mantenha “irrepreensiveis” para o dia da Sua vinda (Judas 24). Que tenhamos a graça de ajudar o mundo a ver quão justo e amoroso é o nosso Deus. Já imaginou privilégio maior?

Justin McNeilus

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