MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR
Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.
Pesquisar este blog
quarta-feira, 19 de abril de 2017
1 Reis - capítulo 20
“Foi-se o rei de Israel para sua casa, desgostoso e indignado, e chegou a Samaria” (v. 43).
O exército da Síria tornou-se um dos maiores e mais fortes da época. A Síria exerceu um importante papel na história do povo de Deus. Tanto que o SENHOR manda Elias ungir o Seu escolhido para governar aquele povo (1 Reis 19:15). Algo inusitado, já que os profetas de Deus eram enviados por Ele para ungirem os reis de Israel, e não das nações pagãs. Só que Ben-Hadade havia se tornado um rei obstinado e cruel, desafiando o ASSIM DIZ O SENHOR, com o “Assim diz Ben-Hadade” (v. 3 e 5).
E a ameaça lançada pelo rei sírio, tornou-se uma oportunidade de Acabe reconhecer que só o SENHOR é Deus (v. 13).
A vitória foi garantida pelo próprio SENHOR, mas Acabe queria saber qual seria a estratégia de guerra. Então Deus disse que ele iria primeiro, então, seria seguido dos “moços dos chefes das províncias” (v. 14).
E o que ele fez? Mandou primeiro os moços (v. 17) e, quando estes tiveram êxito, só então, saiu Acabe para perseguir os que fugiam (v. 20 e 21).
E mais uma vez, Deus manda o profeta falar a Acabe, dizendo: “Vai, sê forte, considera e vê o que hás de fazer” (v. 22).
“Considera e vê” é igual a ponderação. O rei de Israel deveria ponderar acerca do que fazer de acordo com o ASSIM DIZ O SENHOR e não em suas próprias estratagemas. Contudo, a oportunidade de reconhecer o supremo poder de Deus foi desperdiçada e trocada por uma aliança com a Síria. Acabe rejeitou a eterna aliança do SENHOR em troca de uma aliança temporária e falível.
Não tem sido o que muitos têm feito? Têm trocado com facilidade as promessas eternas por prazeres momentâneos. A troca do eterno pelo finito se tornou normal e benquista pela maioria. A maior estratégia do inimigo nestes últimos dias têm sido a sutileza.
Ora, que mal havia fazer um pacto do “bem” com o rei sírio? Afinal, este acordo selava a paz.
Mas até que ponto podemos defender esta paz? Esta é realmente a paz de Deus, ou uma curta e falsa paz mascarada de boas intenções, mas que, na verdade, não passa de uma estratégia inimiga?
Por não ter obedecido à voz do SENHOR, um dos discípulos dos profetas foi morto por um leão, como aconteceu com aquele homem de Deus que estudamos no capítulo 13.
A vida de Acabe também teria um trágico fim, pois havia desobedecido as ordens do SENHOR. E a sua reação confirma a sua condenação: ficou desgostoso e indignado. Ou seja, não houve arrependimento algum. Pelo contrário, endureceu o coração e voltou para os braços de sua esposa detestável.
Está escrito que Satanás “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1 Pedro 5:8). Quando nos desviamos da vontade de Deus, abrimos espaço para Satanás entrar e acabar com a nossa vida. Pode ser que ele não lance as garras da morte de imediato, mas, com disfarce de santidade, assim como fizeram os servos do rei da Síria (v. 31), o inimigo tem arrastado multidões ao engano e à morte eterna.
Precisamos conhecer quais são os nossos deveres diante do Rei do Universo (Eclesiastes 12:13) e observá-los para a conservação de nossa própria vida. O que acontece com aquele que transgride uma lei de trânsito? Deve arcar com as penalidades.
E com quem transgride a lei penal? Também deve responder por seus atos por meio de sanções penais.
Porque temos tanta dificuldade de entender que a transgressão da lei do SENHOR também é passível de consequências?
A transgressão da lei de Deus é pecado (1 João 3:4) e “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).
Amados, Deus não nos colocou neste mundo para sermos condenados à morte. Mas Ele ofereceu o Seu Unigênito para que, pela Sua justiça perfeita, pudéssemos receber o perdão de nossas injustiças. O ASSIM DIZ O SENHOR não é uma imposição, é salvação para todo aquele que crê.
Sigamos, pois, o conselho que Acabe rejeitou. Que sejamos fortes no SENHOR, e ponderemos acerca do que fazer. Porque as nossas escolhas definem se estamos marchando com o exército que segue para o fim, ou com aquele que marcha para o começo da eternidade.
Rosana Barros
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comente! Sua opinião é muito importante para nós!