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segunda-feira, 6 de março de 2017
Deuteronômio - capítulo 28
Nossas decisões determinam quem somos e como viveremos. Nossas escolhas atraem bênçãos ou maldições; infelizmente, muitos escolhem mal por ignorância em relação ao resultado final de suas decisões.
• Claro que este sistema de bênçãos e maldições deste capítulo deveria reger Israel como nação. Não se aplica a nós hoje tão diretamente; não vivemos um sistema político teocrático. Era o formato de aliança instituída por Deus à nação de Israel; contudo, vale a pena estudá-lo.
J. A. Thompson analisa: Este capítulo “assume seu lugar, bem apropriadamente, como a declaração das sanções da aliança, seguida às estipulações de suserania do Oriente Próximo vindo em seguida às estipulações da aliança. Neste capítulo as bênçãos são pronunciadas nos versículos 1 a 14 e as maldições nos versículos 15-68”.
• Como é incomparavelmente mais fácil o pecador descambar para o lado mau! Deus sabe ser necessário apresentar a carranca do mal para que não enveredemos em sua direção. Por isso há mais maldições do que bênçãos.
William MacDonald sintetiza bênçãos versus maldições assim: “As bênçãos prometidas abrangem a preeminência entre as nações, prosperidade material, fecundidade, colheitas abundantes, vitória nas batalhas e sucesso no comércio exterior”. Já, “as maldições incluíam escassez, esterilidade, ferrugem, seca, derrota nas batalhas, loucura, medo, adversidade, calamidade e vulnerabilidade”.
• Uma das verdades mais fortes deste texto, independente das aplicações específicas para nós no período da nova aliança, onde o foco de Deus é a igreja em todas as nações e não mais uma nação exclusiva como era Israel, é o livre-arbítrio. A predestinação ensinada por muitas denominações não cabem neste capítulo.
Warren W. Wierbe atesta que, “pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos a capacidade de pensar, coração para sentir e vontade própria para decidir, e Deus pede que tomemos as decisões certas. Não somos robôs; podemos ouvir a Palavra de Deus, descobrir a vontade e decidir se vamos obedecer ou não. Afinal, temos a verdade de Deus revelada em sua palavra e temos essa palavra a nossa disposição”.
Temos liberdade de escolha, mas não para administrar resultados.
Podemos ESCOLHER…
• Obedecer a Deus ou desobedecê-lO!
• Servir a Deus ou ao diabo!
• O caminho do Céu ou do Inferno…
Antes, porém, considere os resultados: Vitória ou derrota, salvação ou perdição! Sejamos sábios!
Heber Toth Armí
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