MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

Pesquisar este blog

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Maturidade – 1

Avancemos para a maturidade. Hebreus 6:1, NVI


Não são só as pessoas crescem e se desenvolvem, mas as igrejas também. Passamos um ano estudando o nascimento do adventismo, sua infância em busca das doutrinas bíblicas que passaram a definir o movimento como um povo e também sua adolescência, exercitando os músculos ao começar a se espalhar pelo mundo.
Nas décadas de 1950 e 1960, a denominação atingiu o nível de maturidade para o qual todas as décadas anteriores vinham apontando. Um sinal disso foi um processo mais genuíno de internacionalização do que no passado. Em parte, isso significa que “missionários estrangeiros” dos Estados Unidos, da Europa, Grã-Bretanha, Nova Zelândia e África do Sul pararam de controlar a obra nos cam­pos mais novos de entrada do adventismo. Em vez disso, a igreja capacitou líderes locais em todas as áreas de seu abrangente programa missionário.
Hoje, a administração dos setores geográficos do adventismo, até o nível das Divisões da Associação Geral, é formada por pessoas nascidas na região em que lideram. Isso quer dizer que asiáticos dirigem a igreja na Ásia, africanos na África e latino-americanos na América Central e do Sul. O líder de cada uma das Divisões também é vice-presidente da Associação Geral.
Além disso, indivíduos de partes do mundo que, até poucos anos atrás, ainda eram dependentes da liderança norte-americana, agora ocupam algumas das posições mais importantes da administração central da Associação Geral.
Esse tipo de internacionalização está bem longe da mentalidade “missionária” existente nos anos 1950 e 1960. Na verdade, o próprio conceito de missioná­rio mudou. Ao passo que alguns anos atrás ser missionário significava um europeu ou norte-americano ir para uma região não cristã ou não protestante, que podia apresentar condições bem primitivas, hoje o termo sugere trabalhar em um lugar diferente de sua terra natal. E o serviço missionário passou a ser uma via de mão dupla, não só com “missionários” que vão dos Estados Unidos para a África, mas também com outros que saem da África para servir nos Estados Unidos. “De toda parte para toda parte” é o lema que reflete os moldes atuais das missões adventistas com mais adequação do que o termo “missionário”. A igreja ao redor do mundo está crescendo.
Nesse momento de maturidade, devemos orar para que ela não se esqueça do destino para onde está indo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente! Sua opinião é muito importante para nós!