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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Apelos a Ellen White – 1

Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; a Palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. 1Pedro 1:24, 25



Os líderes da Associação Geral haviam falhado na tentativa de resolver, por meio da autoridade humana, as questões teológicas que a igreja enfrentava. Entretanto, eles achavam que um “testemunho” de Ellen White sobre as questões controversas seria ainda melhor. Afinal, seus escritos não provinham de Deus?
Butler, em particular, estava bastante empolgado com a possibilidade desse tipo de decisão. Entre junho de 1886 e outubro de 1888, ele escreveu uma série de cartas que revelam uma pressão cada vez maior para que Ellen White interpretasse definitivamente a questão da lei em Gálatas. Caso houvesse conseguido, poderia escrever um livro chamado Como Pressionar um Profeta.
Usando a psicologia positiva, começou a pedir uma resposta de forma branda. Em 20 de junho de 1886, escreveu reclamando que os ensinos de Jones e Waggoner não estavam em harmonia com o ensino tradicional adventista.
Então Butler passou a apelar, discretamente incitando-a a dar a resposta adequada: “Anos atrás, ouvi que você recebeu luz sobre a lei adicionada, no sentido de estar ligada ao sistema típico, não à lei moral. Acho que, de alguma forma, essa questão deve ser esclarecida. Seria uma grande decepção para muitos de nossos irmãos da liderança serem obrigados a ver o ensino generalizado da ideia de que a lei adicionada […] corresponde à própria lei moral.”
Em 23 de agosto, o presidente da Associação Geral foi um pouco mais aberto quanto ao assunto. Depois de observar que a questão estava criando controvérsia, foi bem específico ao dizer que, nos anos 1850, a liderança adventista havia adotado a interpretação da lei cerimonial. Ele sugeriu que escreveria um tratado sobre o assunto. Por fim, deu a entender que sabia muito pouco sobre qual era a opinião dela, dando à Sra. White a oportunidade de colocar um selo de aprovação sobre a perspectiva “verdadeira” que ele acabara de lhe descrever.
No entanto, Butler enfrentava um grande problema. Como forçar, manobrar, convencer ou exigir que um profeta faça algo? Boa pergunta. Veremos um pouco mais sobre essa resposta amanhã. Enquanto isso, precisamos começar a refletir seriamente sobre a relação entre o dom de profecia moderno e a Bíblia.

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