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sábado, 8 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Novas Questões – 3

Como água fria para o sedento, tais são as boas-novas. Provérbios 25:25


Em 1886, as posições assumidas dentro do debate teológico adventista em andamento já estavam bem visíveis. De um lado, encontravam-se George Butler e Uriah Smith, presidente e secretário da Associação Geral respectivamente. Do outro, os dois recém-chegados editores do Oeste: Alonzo Jones e Ellet Waggoner.
Parece que a única protagonista nesse conflito procurou permanecer neutra, a fim de poder trabalhar com ambas as partes. Entretanto, no início de 1887, Ellen White começou a concluir que os dois mais jovens estavam sendo maltratados numa luta desigual, embora tivessem algo muito importante a ensinar para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por isso, em abril de 1887, ela se dedicou a garantir que Jones e Waggoner tivessem a oportunidade de falar na Assembleia da Associação Geral de 1888.
No fim, foi Ellen White quem expressou, da maneira mais clara, o real sentido da mensagem de Jones e Waggoner em 1888. Seu tema principal giraria em torno da reinterpretação de parte de Apocalipse 14:12: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”
Essa passagem é um texto central na história do adventismo. Ela contém a última mensagem que Deus daria ao mundo antes do segundo advento, que é retratada ocorrendo nos versículos 14 a 20.
O interessante é que ambos os lados no debate adventista acerca de 1888 enfocavam Apocalipse 14:12, mas enfatizavam partes diferentes do versículo. Os tradicionalistas exaltavam “os mandamentos de Deus”, ao passo que os reformadores davam ênfase à “fé em Jesus”. Das reuniões em Mineápolis surgiria uma nova interpretação de Apocalipse 14:12, a qual mudaria para sempre o formato da teologia adventista.
Ellen White sofreu por apoiar Jones e Waggoner. Em dezembro de 1888, ao relembrar a Assembleia da Associação Geral que acontecera pouco tempo antes, declarou: “Meu testemunho foi ignorado, e nunca em minha vida […] fui tratada como naquela conferência” (Ct 7, 1888).
Alguns de nós acham que nos “velhos e bons tempos” tudo ia bem na igreja. Isso não é verdade! O mesmo continua a acontecer hoje. Pessoas boas entram em conflito entre si, e precisam pedir perdão a Deus.

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