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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - A Polêmica da Lei em Gálatas – 2

Todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Gálatas 3:26


O fato de Ellen White ter recebido uma visão na qual identificara a lei em Gálatas na década de 1850 complicava ainda mais a controvérsia. Butler e Smith afirmavam que ela havia especificado se tratar da lei cerimonial. Ela respondeu que se lembrava da visão, mas não fizera um registro escrito a seu respeito e, por isso, não conseguia recordar o que havia dito. Também afirmou que o assunto deveria ser deixado de lado, pois não era importante. Para ela, tratava-se de um “mero arremedo” de problema. Sua preocupação não era a lei, mas, sim, “apresentar Jesus e Seu amor a meus irmãos, pois vi evidências marcantes de que muitos não têm o espírito de Cristo” (Man. 24, 1888).
Esse discurso enfureceu Butler e Smith, que passaram a acusar Ellen White de mudar de ideia. E subentendiam que nenhum profeta verdadeiro faria algo assim. Portanto, seu dom profético também foi questionado pela liderança da denominação em uma época já tensa.
Entretanto, essa não foi a primeira vez, na década de 1880, que Smith se incomodara com a profetisa adventista. Em 1882, ele se chateou com um testemunho que o culpou por sua forma de tratar Goodloe Harper Bell, no colégio de Battle Creek. Nessa ocasião, concluiu que nem tudo que Ellen White escrevia vinha de Deus. Seu conselho só seria inspirado se ela dissesse “Eu vi”. Por isso, a menos que mencionasse “Eu vi”, suas cartas, para ele, não passariam de bom conselho. Ou de mau conselho, conforme considerou no caso de Bell.
Na metade dos anos 1880, no calor da controvérsia em torno de Gálatas, Butler se uniu a Smith em sua visão preconceituosa sobre os maus conselhos de Ellen White.
Ela, é claro, tinha sua opinião: “Se as opiniões pré-concebidas ou as ideias particulares de alguns forem reprovadas pelos testemunhos, eles assumem a tarefa de deixar clara sua posição de discriminar os testemunhos, definindo qual seria o julgamento humano da irmã White e qual seria a palavra do Senhor. Tudo o que confirma suas ideias preferidas seria divino, ao passo que os testemunhos de correção de seus erros seriam humanos – as opiniões da irmã White. Dessa maneira, anulam o conselho de Deus pelas próprias tradições” (Man. 16, 1889).
Ó Deus, protege-nos de nós mesmos.

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