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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - A Polêmica da Lei em Gálatas – 1

A Lei foi o nosso tutor até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé. Agora […] já não estamos mais sob o controle do tutor. Gálatas 3:24, 25, NVI


É mais fácil entender por que essa passagem poderia causar uma verdadeira explosão no meio adventista do que os dez chifres de Daniel 7. Ainda mais, se entendermos que o texto sugere que a lei se tornou desnecessária depois da vinda de Cristo, em vez de compreender que a lei sempre aponta para nossos pecados e, além deles, para o Salvador.
Sem dúvida, Butler e seus amigos temiam a primeira opção. Seria um problema sério se a lei em questão fosse os Dez Mandamentos. Eles contornaram o problema, interpretando que a lei referida em Gálatas é a cerimonial. Logo, compreendiam que a lei cerimonial apontava para Cristo; mas, depois que Ele veio, não necessitamos mais dela.
Então, surgiu Waggoner, em 1884, com o ponto de vista de que a lei mencionada em Gálatas corresponde aos Dez Mandamentos. Os favoráveis a Butler consideraram tal interpretação uma ameaça ao coração da teologia adventista: a continuação da santidade do sábado, com base na lei moral. Por isso, a liderança da igreja via Jones e Waggoner como ameaças a um dos pilares do adventismo.
A igreja defendera a interpretação da lei cerimonial por mais de 30 anos. De acordo com a perspectiva de Butler e Smith, no meio da crise de uma lei dominical, Waggoner vinha com um ensino que minava o próprio fundamento do motivo para guardar o sábado, levando “grande auxílio e conforto” aos inimigos dos adventistas, contrários à lei.
Butler concebia o novo ensino como a “porta de entrada” para um “dilúvio” de mudanças doutrinárias e proféticas que poderiam “acabar entrando” na Igreja Adventista.
Smith partilhava da mesma opinião de Butler. Para ele, “depois da morte do irmão White, a maior calamidade que sobreveio à nossa causa foi quando o Dr. Waggoner publicou seus artigos sobre o livro de Gálatas em Signs of the Times”. Caso a denominação mudasse o posicionamento sobre Gálatas, declarou ele sem rodeios: “Podem parar de contar comigo”, pois “não estou preparado para renunciar ao adventismo do sétimo dia”.
Às vezes, o medo impulsiona mais nossa teologia do que uma leitura cuidadosa da Bíblia. Quando isso acontece, reagimos exageradamente e perdemos a habilidade de ler com clareza.
Pai, ajuda-nos a ler Tua Palavra com ambos os olhos abertos e com as emoções em seu devido lugar.

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