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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Sons de Batalha em 1886

Há na terra estrondo de batalha. Jeremias 50:22


Butler estava decidido, no fim de 1886, a resolver os conflitos sobre a lei em Gálatas e os dez chifres de Daniel 7. Primeiro, escreveu uma série de cartas para garantir que Ellen White ficaria do lado dele. Segundo, preparou um “breve comentário” sobre Gálatas, que, na verdade, consistia de um livro de 85 páginas intitulado The Law in the Book of Galatians [A Lei no Livro de Gálatas], cujo objetivo era se contrapor à posição de Waggoner.
Terceiro, tentou usar a Assembleia da Associação Geral de 1886 para colocar Jones, Waggoner e seus “falsos ensinos” no devido lugar, fazendo, assim, a denominação retornar para o rumo certo. O presidente da Associação Geral entregou a cada participante um exemplar de seu livro. E o mais importante: organizou uma comissão teológica para resolver, de uma vez por todas, as questões debatidas.
No entanto, as esperanças de Butler sobre elaborar uma declaração dogmática que definisse a verdade sobre os temas controversos, sem deixar espaço para dúvidas, foram frustradas. A comissão de nove membros ficou dividida, cinco contra quatro. Butler relatou: “Tivemos uma argumentação de várias horas, mas nenhum dos lados se convenceu.” A dúvida seguinte, notou ele, “foi se deveríamos levar o assunto para a Assembleia e ter um grande embate público a esse respeito.” Sendo um político astuto, percebeu que isso lhe causaria mais problemas.
Tanto Butler quanto Ellen White se recordariam da Assembleia da Associação Geral de 1886 como uma “reunião terrível”. Ele constatou que foi uma das mais infelizes de que participou, ao passo que ela destacou que “Jesus estava triste e ofendido na figura de seus santos”. Ela se incomodou sobretudo com a “rispidez”, o “desrespeito e a falta de amor e simpatia entre os irmãos” (Ct 21, 1888; Man. 21, 1888). A dinâmica das reuniões de Mineápolis já estava pronta.
A maior perda da Assembleia de 1886 foi de Dudley Canright, forte apoiador da posição de Butler sobre a lei. Ao que parece, ele percebeu que a posição tradicional do adventismo era problemática. Reconheceu que Butler e seus amigos “exaltavam a lei acima de Cristo”. Contudo, em vez de adotar o ponto de vista de Waggoner, de que os Dez Mandamentos conduziam os seres humanos a Cristo, Canright abandonou tanto o adventismo quanto a lei e se transformou em um dos antagonistas mais agressivos da denominação.
Não há assunto mais importante do que a exaltação de Jesus.
Guia-nos, Senhor, enquanto meditamos, por meio da história do adventismo, sobre o papel de Cristo em nossa vida.

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