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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - O Ano de 1888

Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Apocalipse 13:11


“Volvamos nossos olhos para o futuro”, escreveu Uriah Smith na introdução do editorial da Review em 1888. “Ano após ano, as perspectivas ficam cada vez mais claras, e as evidências, mais certas de que não seguimos fábulas ardilosamente inventadas ao divulgar o breve retorno do Senhor. As profecias estão convergindo para seu cumprimento. Os acontecimentos se movem com velocidade acelerada. A Palavra de Deus demonstra suas reivindicações de veracidade e conforta todos os humildes fiéis com o pensamento de que a esperança nela fundamentada jamais pode falhar.”
O presidente da Associação Geral, George Butler, partilhava de uma perspectiva semelhante à de Smith. Em janeiro, escreveu: “Temos muitos motivos para agradecer a Deus e nos encher de ânimo ao iniciarmos o ano de 1888”. Observando que os adventistas do sétimo dia “nunca assumiram uma postura na exegese bíblica que os tenha forçado a renunciar”, destacou: “A cada ano, temos mais e mais evidências de que estamos corretos em nossa interpretação dos grandes temas proféticos que nos distinguem como povo.”
Em janeiro de 1888, Alonzo Jones, coeditor de Signs of the Times, defendeu que os acontecimentos ligados à união entre religião e governo nos Estados Unidos estavam no “rumo direto do cumprimento de Apocalipse 13:11-17”, com seu ensino sobre a formação da imagem da besta. Nessa época, os adventistas do sétimo dia estavam empolgados com o segundo advento, pois os acontecimentos sugeriam que eles logo veriam a tão predita lei dominical se tornar realidade.
A interpretação adventista de Apocalipse 13 antevia uma prova final dos últimos dias entre aqueles que honravam o sábado verdadeiro e os que seguiam simbolicamente à besta. Como consequência, os adventistas do sétimo dia prediziam em público, desde o fim dos anos 1840, que acabariam sofrendo perseguição por causa de sua fidelidade ao sábado.
Dentro desse contexto histórico e teológico, não é difícil entender por que Apocalipse 14:12 (“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”) era seu texto-chave, impresso palavra por palavra no topo da Review durante quase um século. Levando em conta essa ênfase, é fácil entender por que eles eram tão sensíveis às leis ligadas ao domingo.
Senhor, somos gratos pelas profecias de Daniel e do Apocalipse. Ajuda-nos a estudá-las com maior afinco.

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