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domingo, 30 de agosto de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - Na Conferência Geral – 2

 Assim, a Lei foi o tutor até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé. Gálatas 3:24, NVI


O debate sobre os dez chifres de Daniel 7 em Mineápolis não lançou muita luz teológica sobre o assunto. Sua principal contribuição foi o aumento da tensão, quando Smith disse que a mera discussão do tema era “completamente desnecessária” e equivalia a “rasgar em pedaços uma antiga verdade”. Jones alegou que não deveria ser responsabilizado pela ignorância de Smith em relação a determinados temas, ao que Ellen White respondeu: “Não seja tão mordaz, irmão Jones, não seja tão mordaz.”
Em contrapartida, ocorreu avanço teológico genuíno na área da justificação pela fé. Um dos fatos interessantes das reuniões de 1888 foi que, embora os lados opostos tenham começado com ênfase na questão da lei em Gálatas, o principal resultado do debate foi uma nova ênfase na justificação pela fé. Para muitos, é um mistério como isso aconteceu.
Waggoner deve receber o crédito pelo novo rumo que a discussão tomou. Ele fez a escolha estratégica de não só debater a lei em Gálatas, mas também suscitar o tema mais amplo da salvação em termos de lei e evangelho, para depois abordar a epístola dentro desse contexto.
Portanto, mesmo tendo feito pelo menos nove discursos sobre a lei e o evangelho, os cinco ou seis primeiros enfocaram a justificação pela fé. Só depois é que ele tratou mais especificamente de Gálatas. Isso colocou a controvérsia sobre Gálatas em segundo plano, trazendo o tema da salvação para a frente do debate.
De acordo com a teologia de Waggoner, a lei encontrada nos Dez Mandamentos nos leva “para Cristo, a fim de sermos justificados pela fé”. Ellen White o apoiava nesse ponto. Ela disse aos delegados: “Veja a beleza da verdade na apresentação da justiça de Cristo em relação à lei, como nos expôs o doutor. […] [Ela] harmoniza perfeitamente com a luz que Deus aprouve me dar durante todos meus anos de experiência” (Man. 15, 1888).
Waggoner construiu uma ponte entre a lei e o evangelho, esclarecendo a função evangélica dos Dez Mandamentos. A lei continua a desempenhar a mesma função em nossa vida. Além de elevar o ideal de Deus, leva os indivíduos que dEle se afastaram a buscar perdão e justificação em Cristo.

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