MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR

Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.

Pesquisar este blog

terça-feira, 14 de julho de 2015

Meditação Diária Para Não Esquecer - O Despertar Para as Missões Estrangeiras – 1

Todos os confins da Terra […] se voltarão para o Senhor. Salmos 22:27, NVI


O contato com os suíços mudou o adventismo para sempre. O povo que, no passado, fora contrário às missões estrangeiras, logo se colocou em um caminho que acabaria levando a mensagem até os confins da Terra.
Embora Erzberger não tenha conseguido chegar a tempo para a Assembleia da Associação Geral em 1869, as consequências de sua visita foram ricas em significado.
Naquela assembleia, aconteceu a criação da Sociedade Missionária Adventista do Sétimo Dia. O ato que a criou declara o seguinte: “O objetivo dessa sociedade será enviar as verdades da terceira mensagem angélica a terras estrangeiras e às partes distantes de nosso país, por intermédio de missionários, periódicos, livros, folhetos etc.” Ao introduzir a resolução, Tiago White observou que a igreja recebia “pedidos quase que diários para enviar publicações a outras terras”.
Alguns meses depois, Andrews reconheceu a providência de Deus na obra de Czechowski. Em 1871, a Assembleia da Associação Geral votou “fazer o que estiver a nosso alcance para ajudar a espalhar a verdade” para os países da Europa.
Ellen White fazia sua parte para incentivar as iniciativas missionárias da denominação. Em dezembro de 1871, ela teve uma visão na qual os adventistas do sétimo dia tinham “verdades de importância vital”, as quais “testariam o mundo”. Por isso, jovens adventistas deveriam aprender “outras línguas, para Deus poder usá-los como meios de comunicação de Sua verdade salvadora às pessoas de outras nações” (LS, p. 203, 204).
Além de enviar suas publicações para povos estrangeiros, “pregadores vivos” deveriam ser mandados também. Ela afirmou: “Temos a necessidade de missionários em outras nações para pregar a verdade.” A “mensagem de advertência” adventista deveria ser dada “a todas as nações”, para que a luz de sua verdade as testasse. “Não podemos perder nem um minuto sequer”, escreveu. “Se fomos descuidados neste ponto, então já passou da hora de redimirmos o tempo com toda avidez, para que o sangue das almas não seja encontrado em nossas vestes.” “Isso exigirá despesas consideráveis, mas os gastos não devem, de maneira nenhuma, impedir a realização dessa obra” (ibid., p. 205, 206).
O adventismo se transformava de novo. Dessa vez, a mudança envolvia a abertura dos olhos missionários. O Deus que sempre conduz Seu povo continuava a guiá-lo passo a passo.  

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente! Sua opinião é muito importante para nós!