Proclamareis liberdade na terra a todos os moradores. Levítico 25:10
Alguém queria organizar a igreja? Com certeza, Tiago White e José Bates, não, no fim dos anos 1840. Ambos haviam pertencido à Conexão Cristã, grupo religioso no qual liberdade significava não ter restrições por parte de estruturas eclesiásticas, nem de qualquer organização superior à congregação local.
Um de seus pastores mais importantes escreveu, no início da década de 1830, que a Conexão Cristã havia surgido simultaneamente em diversas partes dos Estados Unidos no início do século 19, “não com o objetivo de estabelecer doutrinas distintivas e peculiares, mas para garantir a indivíduos e igrejas mais liberdade e independência em relação a questões de fé e prática, bem como para retirar a autoridade de credos humanos e as algemas de modos e formas prescritos, a fim de fazer da Bíblia o único guia, atribuindo a cada indivíduo o direito de ser um expositor da Palavra e de julgar por si mesmo quais são suas doutrinas e exigências e, no viver diário, seguir mais de perto a simplicidade dos apóstolos e cristãos primitivos”.
Um historiador do movimento resumiu em 1873 a ardente independência dos conexionistas: “Quando perguntamos a que grupo eles pertenciam, a resposta era: ‘A nenhum’. ‘A que denominação vocês pertencem?’ ‘A nenhuma.’ ‘Que nome partidário vocês assumirão?’ ‘Nenhum.’ ‘Então o que vocês farão?’ ‘Continuaremos como começamos: seremos cristãos. Cristo é nosso líder; a Bíblia, nosso único credo, e serviremos a Deus livres da rede do sectarismo.’”
Podemos dizer que os membros da Conexão Cristã eram antiorganizacionais. Eles aceitavam a necessidade de estrutura no nível local, mas consideravam cada igreja ou congregação um corpo independente. O que unia as várias vertentes de conexionistas era, em grande medida, seus periódicos. E o nome de sua primeira publicação não poderia ser outro, senão Herald of Gospel Liberty [Arauto da Liberdade do Evangelho]. A segunda estratégia para manter uma vaga união era realizar reuniões desses cristãos com ideias parecidas.
Foi esse tipo de organização – periódicos e conferências – que Bates e White levaram para os primeiros guardadores do sábado. Eles não viam a necessidade de mais estruturas.
É importante destacar que a liberdade é algo bom. Conforme veremos, porém, isso não é tudo o que a Bíblia ensina sobre o assunto. Os primeiros adventistas descobriram que Deus guia todas as iniciativas à medida que as necessidades surgem.
MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR
Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
Acreditamos que devemos cuidar da saúde. Acreditamos que devemos cuidar da natureza.
Acreditamos que Jesus voltará.
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