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sábado, 19 de agosto de 2017

Isaías - capítulo 31



Querer saber mais que Deus é o cúmulo da loucura. Acreditar e confiar em qualquer pessoa ou coisa em lugar de Deus é o cúmulo do orgulho e da arrogância.
O orgulho impede as pessoas enxergarem sua real condição e necessidade de um salvador divino. O profeta Isaías, neste capítulo…

1. Reitera a tragédia que sofreria aqueles que depositassem sua confiança no Egito e não na Palavra de Deus (vs. 1-3);
2. Demonstra que, apesar do fracasso e descaso de Deus que resultaria em tragédia nacional do povo escolhido, Deus promete resgatar Seu povo (vs. 4-9);
3. Apresenta um Deus apaixonado insistindo com pessoas negligentes, indiferentes e rebeldes a voltarem a comprometer-se com Ele (vs. 6-7);
4. Mostra a esperança de salvação/restauração que toda e qualquer deformação causada pela desgraça do pecado aconteceria mediante a graça e o poder manifestados pelo Messias, o Salvador (vs. 8-9).

No tempo do fim, nenhum poder humano restará. Como todo o poder no Céu quanto na Terra fora dada a Cristo por Ele ter vencido a Satanás, aos demônios, ao pecado e à morte, quando instituir Seu reino não permitirá que outros poderes concorram com Ele (Mateus 28:18).
Adão e Eva perderam seu posto de governantes deste mundo ao cederem espaço ao diabo (Gênesis 1:26-28; Salmo 8:5-8). Satanás lutava para preservar tudo em Suas mãos, mas Cristo veio e reconquistou tudo o que o mal tinha tomado (Lucas 4:6: Atos 2:14-36).
De acordo com o evangelista Lucas, o diabo tem a seu poder muitos governos que intentam impedir que o reino de Deus seja estabelecido; entretanto, todo esforço satânico e toda guerra diabólica serão extintos pelo poder do Messias.
Porém, como Deus quer salvar; Ele, certamente, usará todo recurso para atrair até inimigos do Seu povo. Caso eles rejeitem Sua estratégia, não há nada mais a ser feito. O orgulho é um obstáculo à fé tanto para os crentes como para os incrédulos. Confiar nas próprias opiniões parecem mais atraentes que confiar no Senhor.

O orgulho é o “Eu” em evidência. Todos tem orgulho, exceto aqueles que morreram para o eu para que Cristo viva no lugar desse eu, como demonstra Paulo em Gálatas 2:20.
Reavivemo-nos! Sejamos súditos do reino de Deus! “Senhor, guia-nos sempre. Amém!”

Heber Toth Armí

Nos dias de Isaías, os interesses do Egito na Palestina eram as rotas comerciais e a madeira. Já os Judeus encontravam no Egito cavalos velozes (v. 1b), carros de batalha (v. 1c) e fortes soldados mercenários (v. 1d). Ao invés de buscarem ajuda no “Santo de Israel”, eles estavam confiando na ajuda humana contra a Assíria.
Isaías lembra que os egípcios são apenas seres humanos, mas Deus é divino; os cavalos são apenas carne, mas Deus é Espírito (v. 3a-b).
Em seguida, o Senhor usou, através de Isaías, a ilustração de um grande leão atacando uma ovelha. E pastores tentando em vão assustar este leão correndo em sua direção, gritando e fazendo barulho. Do mesmo modo, a batalha de Deus contra o mal não pode ser interrompida por ninguém (v. 4). Ao dizer que “o Senhor dos Exércitos protegerá Jerusalém”, Isaías  se refere tanto à Jerusalém literal, salva pelo anjo do Senhor do exército de Senaqueribe (Is. 37:36,37) quanto à Jerusalém celeste e a seus fiéis dentro dela. 
João descreve no Apocalipse a batalha final após o milênio (Apoc. 20:1-6), quando a Nova Jerusalém será cercada pelos exércitos ressuscitados de Satanás (Apoc. 20:7-10). João não apresentou um conceito novo, pois Isaías foi o primeiro a falar acerca do milênio em Isaías 24:22, quando os ímpios e seus líderes serão “castigados depois de muitos dias” (NVI). Deus consumirá os Seus adversários (Is. 26:11), mas não tem prazer nisso. Por isso, Ele suplica aos rebeldes: “voltem para aquEle contra quem vocês se revoltaram” (v. 6).
Naqueles dias, diz Isaías, cada ímpio “rejeitará os ídolos” (v,7 NVI) fabricado para o pecado e que agora lhe são inúteis para lhe suster a vida perante o fogo consumidor do Senhor. Os ímpios cairão não por uma espada humana, mas pela Palavra de Deus (v. 8), assim como o exército de Senaqueribe não escapou (Is. 37). Sua força, sua confiança, “sua fortaleza” caiu “por causa do pavor” (v. 9a NVI).
O assunto mais importante enfocado aqui por Isaías não é o Egito ou Judéia, mas Deus, que é sábio e trará desastre sobre aqueles que escolheram permanecer desconectados dEle.
Em quem iremos colocar nossa confiança? No “Santo de Israel” (v. 1 NVI) ou nos ídolos que criamos para nós mesmos, idolos tecnológicos ou ideológicos que nos levam a pecar? Nossa escolha hoje determinará se estaremos protegidos por Deus no dia do acerto de contas final ou se seremos consumidos pelo fogo do Senhor (v. 9).

Querido Deus,
Conceda Senhor que nossa confiança esteja sempre centrada em Ti e não em maquinações e poder humanos. Mantenha-nos bem junto a Ti, pedimos. Amém.

Koot van Wyk

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