Todos os dias estudavam as Escrituras Sagradas para saber se o que Paulo dizia era mesmo verdade. Atos 17:11, NTLH
O estudo diligente da Bíblia era crucial para os primeiros adventistas guardadores do sábado. Foi isso que aconteceu, conforme vimos ontem, na questão do início e fim do sétimo dia.
Tiago White relatou que o estudo da Bíblia, realizado por Andrews em 1855, resolveu a questão na mente da maioria dos presentes, inclusive para ele, de que o horário do pôr do sol era o correto.
Entretanto, nem todos concordaram com as conclusões de Andrews. Conforme disse White, “Bates e alguns outros” naquele momento não entraram em harmonia com o corpo de crentes. O capitão havia ensinado a posição das 18h por uma década e trabalhou com afinco para defender seu ponto de vista.
Nisso encontramos um problema. Alguns dos líderes do movimento se apegaram à antiga posição mesmo depois de o estudo da Bíblia mostrar com clareza, texto após texto, que a “tarde” das Escrituras começava ao pôr do sol; logo, o sábado também, por definição bíblica, deveria iniciar nesse momento. Afinal, Deus ensinara de maneira inquestionável: “de uma tarde a outra tarde, celebrareis o vosso sábado” (Lv 23:32).
A despeito do estudo sobre o assunto na Bíblia, “Bates e alguns outros” ainda tentaram justificar a antiga abordagem por meio da aplicação “lógica” da razão humana, baseada em textos aleatórios tirados daqui e dali.
Tiago White não identificou quem eram os “outros” que se posicionaram contra a igreja na questão do horário de começar o sábado. No entanto, Uriah Smith nos conta quem foi pelo menos uma dessas pessoas: Ellen White.
A tensão em relação ao assunto, com dois dos três fundadores em desarmonia com a maioria, deve ter sido algo grave e evidente para todos.
Tiago relembrou posteriormente que, dois dias depois de Andrews apresentar seu estudo, eles “fizeram uma reunião especial de oração”, durante a qual “a Sra. White teve uma visão que incluiu a informação de que a hora do pôr do sol estava correta, de acordo com a pesquisa de Andrews. Isso resolveu a questão com o irmão Bates e com os outros. Desde então, a harmonia prevaleceu entre nós a esse respeito”.
Quer gostemos, quer não, às vezes podemos discordar de nossos irmãos. Mesmo assim, temos motivos para agradecer ao ver que Deus está disposto a guiar Seu povo rumo à unidade.
MUDAMOS O MUNDO COM UMA
ATITUDE
REAL DE
CARINHO E
AMOR
Acreditamos no Pai, Filho e Espírito Santo. Acreditamos na Palavra de Deus como regra de fé.
Acreditamos na salvação unicamente pela fé. Acreditamos que devemos guardar os mandamentos.
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