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quarta-feira, 29 de abril de 2015
06 Criação - A Vida Não é Uma Entidade Tangível
A vida não é uma entidade tangível. Não pode ser posta num recipiente e manuseada. Somente vemos “vida” em associação com espécies únicas de matéria, as quais têm capacidade de crescer, dividir-se em réplicas e também de responder a vários estímulos externos, utilizando luz ou energia química para efetuar todas essas coisas.
O termo vida tem diferentes sentidos, podendo referir-se a um organismo, um órgão ou uma célula. Órgãos humanos podem continuar a viver depois da morte da pessoa se, dentro de certo tempo, forem transplantados para um indivíduo vivo. A sobrevivência de um fígado, rim ou coração transplantado, significa algo bem diferente da “vida” humana. Ademais, a vida de cada órgão depende da vitalidade de suas células.
Todas as manifestações de vida dependem de células vivas, as unidades mais fundamentais da matéria viva. Quando uma célula viva se divide, remanesce uma coleção muito complexa de estruturas subcelulares, mas sem vida: membranas, núcleos, mitocôndrias, ribossomos, etc.
Há uma seqüência ininterrupta entre matéria viva e não-viva, como alguns afirmam? Se houver, a questão da origem da vida torna-se discutível. Evoluir de um estado para outro seria semelhante a outras transformações químicas. Exemplos de organismos que supostamente transponham o abismo entre o vivo e o não-vivo incluem vírus, príons, microplasmas, rickéttsias e clamídias.
Com efeito, vírus e príons são biologicamente ativos, mas entidades não vivas. O termo “vírus vivo” é inapropriado, embora os vírus sejam agentes biologicamente ativos e infectem células vivas. Os príons são proteínas singulares que têm a capacidade de alterar as estruturas de outras proteínas.3 As proteínas recém-transformadas, por sua vez, exercem atividade priônica, criando um efeito-dominó de alteração protéica. A propriedade priônica faz com que eles se tornem infecciosos. Para sua reprodução os príons, como os vírus, precisam de células vivas.
Rickéttsias, clamídias e microplasmas, por outro lado, acham-se entre os menores organismos vivos. Os primeiros dois têm sérias deficiências metabólicas e só podem existir como parasitas intracelulares. Há um vasto abismo entre matéria viva e a não-viva. Isso reflete melhor nossa incompetência de extrair vida de matéria anorgânica em laboratório.
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